10 grandes ameaças à saúde em 2019, segundo a OMS

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10 grandes ameaças à saúde em 2019, segundo a OMS | Créditos: Divulgação
Medo de vacina, HIV, Dengue, Gripe são algumas das ameaças | Créditos: Divulgação

De gripe à dengue, a Organização Mundial da Saúde divulgou uma lista de problemas que podem causar vítimas neste ano. Fique atento!

1. Medo de vacina
A saúde moderna conta com um medo que não deveria existir: o movimento antivacina. As vacinas salvam de 2 a 3 milhões de vidas por ano, mas a vacinação virou alvo de alguns grupos que alegam, sem qualquer base científica, algo maléfico.

Muitos pensam que as injeções não trazem benefícios e com isso, o aumento nesses casos é de sarampo e febre amarela. No Brasil é possível observar.

2. HIV
O HIV é uma infecção sexualmente transmissível (DST), que também pode ser contraída pelo contato com o sangue infectado e de forma vertical, ou seja, a mulher que é portadora do vírus HIV o transmite para o filho durante a gravidez.

Hoje em dia, mais ou menos 37 milhões de pessoas vivem com o vírus HIV. É necessário encarar esse problema de frente, sem preconceito, para de fato ter um controle maior da epidemia.

3. Poluição do ar e mudança climática
A poluição do ar e a mudança climática é algo recorrente em diversos países.

Segundo a OMS, acontecem 7 milhões de mortes por doenças relacionadas à poluição no mundo, e 90% desses óbitos vêm de países de baixa ou média renda.

4. Pandemia global de gripe
Segundo comunicado da OMS, o mundo vai enfrentar outra pandemia do vírus influenza. A organização só não identifica quando ou qual será o grau.

Todo ano, a entidade avalia os casos existentes e assim, recomenda adaptações anuais na vacina contra a gripe.

5. Doenças crônicas não contagiosas

Essas doenças são diabetes, hipertensão, câncer e entre outras. A incidência é bem alta e preocupa a população, pois essas doenças são responsáveis por 70% de todas as mortes no mundo.

A má alimentação, tabagismo, sedentarismo, têm a ver com essa epidemia de doenças crônicas.

6. Locais em crise ou com fragilidade social
Mais um dado alastrante da OMS: 1,6 bilhão de indivíduos moram em locais com pouca infraestrutura.

Nesses casos, quando há falta de infraestrutura, as causas de mortes costumam ser diarreia, infecções que são fáceis de prevenir, além da violência.

7. Resistência bacteriana
É preciso tomar cuidado com o excesso de antibióticos, pois podem transformar as bactérias em superbactérias, desenvolvendo uma dificuldade de tratamento convencional.

Só em 2017, 600 mil casos de tuberculose eram resistentes ao principal remédio usado contra essa infecção. E esse é só um exemplo.

8. Ebola e outros agentes infecciosos letais
Quando falamos de vírus e bactérias, devemos pensar que eles costumam ficar restritos a um ou outro país, como os surtos de ebola, que afligiram especialmente o Congo.

Caso venha acontecer uma falha nos mecanismos de saúde pública, poderia causar uma epidemia com potencial destruidor na sociedade.

O desenvolvimento de nações mais pobres e o fortalecimento da infraestrutura de controle dessas infecções, é uma alternativa para combater esses surtos.

9. Atendimento primário de saúde deficiente
Sabemos que com um atendimento eficaz, é possível afastar uma série de doenças e também, identificar tantas outras que podem estar escondidas.

Mas, a OMS declara que muitos países não dão a atenção necessária para essas consultas mais preventivas, o que coloca em risco o paciente logo na primeira consulta.

10. Dengue
Dengue é uma doença infecciosa causada pelo vírus da dengue. É transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais. 

Segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em janeiro de 2018, foram registrados menos casos prováveis de dengue em 2017, 252.054 casos contra 1.483.623 em 2016.

A OMS pretende, até 2020, diminuir 50% das mortes por causa dessa infecção.

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