Seus pescoços longos, que são sinais de prosperidade e beleza, aumentam as chances de conseguirem “bons” casamentos

Elas vivem entre a Tailândia e Myanmar, na Ásia, e começam a usar os anéis em seus pescoços a partir dos cinco anos. A cada 365 dias, é acrescentado um anel, podendo passar de 20 deles na idade adulta. Esses arcos, diferente do que muitas pessoas possam achar, não alongam o pescoço, mas, sim, abaixam a cintura escapular (ombros), dando a impressão da cervical longa.

Segundo as lendas, esse costume das mulheres de Kayan surgiu para dar a elas a aparência de um dragão ou até para protegê-las de ataques de tigres. Hoje, são características estéticas desejáveis naquela cultura.

Isso nos faz pensar: qual o limite da modificação corporal pela beleza? Você acha que isso é ir “longe demais”? Você consegue enxergar a beleza desse costume? E se uma mulher dessas procurasse um cirurgião plástico pedindo para alongar o pescoço dela? Seria ético? Seria uma aberração?

Devemos respeitar e tolerar todos os tipos de cultura e costumes. Mas o mais importante é nos atentarmos que as tendências, ou seja, o que está em alta hoje, esteticamente falando, passa, muda, e a cirurgia plástica é definitiva.

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