Câncer de colo do útero é o 3º mais incidente na população feminina

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Segundo o Inca, o câncer de colo do útero é o terceiro mais incidente no Brasil, em 2015 resultou em 5.727 mortes

O câncer de colo do útero, pode ser identificado como a causa principal de uma infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano – HPV, que é relacionada a diversos outros fatores como, início precoce da atividade sexual, tabagismo e o uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.

Os sintomas possuem um desenvolvimento lento e pode não apresentar sintomas em fase inicial, como relata o Oncologista Diocésio Andrade. “Nos casos mais avançados da neoplasia alguns sintomas podem sinalizar a evolução da doença, entre eles sangramentos fora do período menstrual, secreção vaginal anormal, dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais em casos mais avançados e sangramentos ou dor durante e/ou após o ato sexual”, afirma.

Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de colo do útero é o terceiro mais incidente no Brasil, em 2015 resultou em 5.727 mortes. Os números são alarmantes e chamam a atenção, sobretudo, para a importância da prevenção. “O uso de preservativos durante a relação sexual, a realização periódica do exame papanicolau e a vacinação contra HPV são essenciais para prevenção e diagnóstico precoce da doença, aumentando as chances de cura”, explica o médico.

Tratamento
Os tratamentos podem ser através de cirurgia, quimioterapia e a radioterapia. Cada tratamento dependerá do estado da doença, como está a evolução, tamanho do tumor e também fatores pessoais, como idade e o desejo de ter filhos.

Se confirmada a presença de lesão precursora, ela poderá ser tratada a nível ambulatorial, por meio de uma eletrocirurgia.

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