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Conheça as principais classes de Fundos de Investimento

Diversificação e diluição de riscos atraem investidor; a gestão profissional dos fundos possibilita a seleção adequada de ativos, entregando uma carteira diversificada e mais eficiente

O mercado de Fundos de Investimento cresce de forma significativa no Brasil. As expectativas positivas em relação a Reforma da Previdência somadas aos juros baixos e inflação sob controle criam um ambiente que tem atraído o investidor para este tipo de aplicação.

De acordo com um relatório da XP Investimentos, no fechamento de março deste ano, a indústria de Fundos atingiu o patamar de R$ 4,50 trilhões em ativos sob gestão. O montante representa um crescimento acumulado de 7,1% em 2019.

Julia Colli, sócia da RP Capital – que está entre os 20 maiores escritórios associados à XP Investimentos – explica que os Fundos de Investimento são classificados pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários em quatro grandes classes: renda fixa, cambial, multimercado e ações.

Os fundos de Renda Fixa são os mais conhecidos pelos investidores, pois fazem parte da maioria das carteiras independente do cliente ser conservador, agressivo ou moderado. Esse tipo de fundo aplica em ativos relacionados à variação da taxa de juros ou índice de preços, como por exemplo títulos públicos.

Na classe de fundos Multimercados, o gestor tem a liberdade para aplicar em diversos ativos, como títulos pré e pós-fixados, atrelados à inflação, câmbio, ações, entre outros. Esse tipo de fundo costuma ser muito usado por investidores moderados que buscam um ganho superior ao da renda fixa.

Julia Colli, sócia da RP Capital | Crédito: Divulgação
Julia Colli, sócia da RP Capital | Crédito: Divulgação

Já os fundos de Ações são voltados para um perfil mais agressivo, devido à alta volatilidade. Eles aplicam no mínimo 67% do patrimônio líquido em ações, recibos de ações ou fundos de índice. O fundo Cambial compra ativos atrelados à variação cambial, com o objetivo de acompanhar a variação de uma moeda. 

A assessora de investimentos explica que não existe receita de bolo quando o assunto é Fundos. “É preciso avaliar o contexto de vida de cada investidor, seu patrimônio, sua tolerância ao risco, objetivo de rentabilidade e outros fatores na composição de uma carteira ideal para cada pessoa”, orienta Julia Colli. “Investir em Fundos de forma estratégica traz vantagens como a diversificação e a diminuição de riscos para o investidor”, finaliza a assessora.

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