Alimentação e atividade física estão entre as chaves para evitar a doença que estará entre as principais causas de morte prematura no Brasil em 2040

O Dia Mundial do Diabetes é celebrado nesta quarta-feira, 14 de novembro.  A doença atinge cerca de 9% da população mundial, segundo a International Diabetes Federation. O estilo de vida é o fator com maior influência no desenvolvimento do diabetes tipo 2, ou seja, a alimentação e a prática de exercícios físicos são a chave para a prevenção.

Segundo estudo divulgado pelo Instituto de Medição e Avaliação de Saúde (IHME), da Universidade de Washington, o diabetes estará entre as principais causas de morte prematura no Brasil, em 2040, junto com doença cardíaca isquêmica e mal de Alzheimer.

No Brasil, o Ministério da Saúde, estima que existem mais de 12,5 milhões de Diabéticos tipo 2, e as mortes em decorrência da doença, aumentaram 12% em seis anos.

Diabetes tipo 2

As pessoas com o Diabetes tipo 2 precisam observar alguns sintomas como, fome e sede com frequência, alteração visual, infecção na pele, principalmente quando as feridas demoram para cicatrizar, infecção de rins e vontade constante de urinar, emagrecimento sem controle e razão e formigamento.

Qualquer indivíduo pode ter o Diabetes tipo 2, inclusive crianças, mas existe um grupo com maior risco que inclui pessoas com idade acima de 40 anos e que apresentam obesidade, sedentarismo, hereditariedade, consumo elevado de álcool, hipertensão, colesterol e triglicerídeo alterado e histórico de diabetes gestacional.

O Diabetes tipo 2 pode ser prevenido e controlado por meio do diagnóstico precoce, mudanças no estilo de vida e acesso ao tratamento adequado recomendado pelo médico.

Campanha faz alerta sobre a doença

Para sensibilizar o maior número de pessoas sobre a importância do diagnóstico precoce e de que é possível controlar o diabetes e garantir uma ótima qualidade de vida, o projeto BOM DIA – um dia de cada vez, e cada dia melhor! –, reúne informações no site www.projetobomdia.com.br. Os benefícios de conhecer a doença e a adesão ao tratamento se estendem aos pacientes, às famílias, aos sistemas de saúde e à economia dos países.

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