Etcheverry, Chris Rock e os meus sonhos

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A realização de qualquer sonho exige muito trabalho

Quando era moleque, gostando de esporte como eu gosto, sempre quis ser jogador de futebol. Via um boliviano, Marco Antonio Etcheverry (meu ídolo de infância) e pensava: “Quero ser esse cara”! Óbvio que não deu, embora tenha, em um Natal, pasmem, ganho uma chuteira de presente!

Passado esse tempo, ano passado, com um enfarto sofrido pelo meu pai, senti a necessidade de sorrir mais até para ajuda-lo na recuperação, foi ai que descobri o stand-up comedy e um humorista americano chamado Chris Rock. Ai veio o mesmo pensamento de infância com o Etcheverry: “Quero ser esse cara!”

De pronto, imaginei que esse seria um sonho fácil. Escrevi o texto, li como se estivesse num seminário de escola achando que estava bom, não estava! O stand- up me exigiu um texto que jamais escrevi. Além disso, cobrou de mim melhora num quesito que sempre foi meu calcanhar de Aquiles: minha fala, minha voz. Isso sem contar um trabalho de expressão corporal, logo eu que nunca consegui dar “sinal” nem no truco. Que grande desafio! Em cada ensaio suo mais que numa aula de crossfit!

Como diz outro comediante: Roberto Gomez Bolaños, o “Chaves”, a receita do sucesso para tudo é: 10% de inspiração e 90% de transpiração.     

Gabriel Pereira
Jornalista, deficiente físico e escritor
Autor do livro “NEM TE CONTOs”
@gabspjornalista

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