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Investimentos em crédito privado

Essa é uma das modalidades que vem ganhando destaque no mercado financeiro e, até pouco tempo atrás, era acessível somente a um seleto grupo de grandes investidores

Considerados instrumentos de renda fixa, os investimentos em crédito privado apresentam, na maioria, o benefício da isenção de IR, assim como rentabilidades superiores comparadas a títulos públicos e privados de instituições financeiras. Mas o que são esses investimentos?

As empresas privadas, quando precisam de recursos para financiarem seus projetos, recorrem basicamente a duas opções: aos empréstimos no sistema bancário ou ao mercado financeiro, captando recursos por meio de títulos de dívidas denominados títulos de crédito privado. O investidor, então, ao comprar o título de determinada empresa, passa a ser o devido credor e recebe em troca remuneração pré-fixada ou indexada à taxa CDI ou IPCA, assim como amortização e juros sobre capital em janelas pré-definidas.

Tais títulos são lastreados em direitos creditórios do agronegócio (como os CRAs) ou em créditos imobiliários (como CRIs), títulos de dívidas de empresas S/A (como as debêntures) ou mesmo por meio de direitos de créditos que as empresas têm a receber e são condensados em um fundo de investimento (como os FIDCs).

Por que investir em instrumentos de crédito privado?

O cenário atual de juros baixos e a expectativa que ele se mantenha assim por um longo período têm feito com que a procura por diversificação e melhores retornos nas aplicações de renda fixa aumente e que os produtos de crédito privado se encaixem dentro do portfólio dos investidores.

No mesmo contexto, o governo tem dado sinais claros em sua política econômica que não fomentará financiamentos fartos com o uso do BNDES e as empresas certamente utilizarão o mercado de capitais como fonte de captação de recursos, oferecendo aos investidores uma vasta variedade de títulos.

Importante ressaltar que existem várias características desses títulos, como prazo de vencimento, rating do emissor, pagamento de juros e amortizações antecipadas, constituições ou não de garantias, de modo que há títulos mais conservadores e seguros e outros com maiores rentabilidades e risco de créditos. Os títulos de crédito privado também não possuem garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Nesse quesito, é imprescindível que o investidor conte com assessoria especializada para ajudá-lo a identificar e selecionar produtos alinhados a seu perfil.

Giuliano Morais
Assessor de Investimentos da RP Capital
giuliano.morais@rpcapital.com.br 
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Instagram: @rpcapitalinvest
www.rpcapital.com.br

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