Muita gente pensa que eles são a mesma coisa, mas tem uma diferença elementar entre coquetel e drink. A seguir, saiba alguns dos segredos da coquetelaria!
O que é uma festa sem um bom drink? Ou seria um “bom coquetel”? Faz diferença pedir um ou outro? Provavelmente, depende de onde você estiver ou de quem ouvirá o seu pedido, porque drink e coquetel não possuem o mesmo significado, ainda que muitas vezes sejam usados como sinônimos.
Afinal, qual a diferença entre coquetel e drink?
A distinção entre os dois termos começa pela origem das palavras e pelo uso técnico dentro da coquetelaria. De forma simples, drink é um conceito mais amplo, enquanto coquetel representa uma categoria específica dentro dele.
O significado literal de drink
A palavra drink vem do inglês e significa, literalmente, “bebida”, que inclui qualquer líquido destinado ao consumo, alcoólico ou não. Um copo de água, um refrigerante, um suco, uma dose de destilado puro ou uma mistura simples entram nessa definição.
Por isso, quando falamos em drinks, estamos nos referindo a um grupo muito amplo de bebidas, sem necessariamente envolver técnica, complexidade ou intenção sensorial.
A definição técnica de coquetel
O coquetel, por outro lado, é uma bebida mista que segue uma lógica de construção, que envolve a combinação equilibrada de diferentes ingredientes, normalmente com uma base alcoólica, elementos de ajuste de sabor e técnicas específicas de preparo.
Segundo Mayara Barraveira, diretora comercial da Malibu Bartenders, “um drink é simplesmente uma bebida, enquanto o coquetel é uma mistura de dois ou mais ingredientes, feito a partir de várias técnicas, podendo ser servido em diferentes tipos de recipientes e tendo uma finalidade.”
Ou seja, o coquetel parte de uma receita mais estruturada e de escolhas técnicas que vão além de apenas misturar líquidos.
A regra de ouro: todo coquetel é um drink, mas nem todo drink é um coquetel
Essa frase resume bem a hierarquia entre os termos, pois todo coquetel, por ser uma bebida, é um drink. Mas nem todo drink atinge o nível de complexidade, equilíbrio e técnica necessário para ser considerado um coquetel.
Uma dose de whisky servida pura é um drink, assim como um whisky com gelo também é um drink. Já um Old Fashioned, que combina whisky, açúcar, bitter, gelo e técnica de preparo, é um coquetel.
Dadas as devidas definições, uma carta de drinks inclui todas as bebidas disponíveis em um evento ou restaurante, por exemplo, desde água e refrigerantes até os coquetéis propriamente ditos.
Exemplos de drinks (bebidas mistas simples)
Algumas bebidas populares entram na categoria de drinks justamente por serem misturas diretas, com poucos ingredientes e sem grande elaboração técnica:
Gin tônica
Cuba libre
Vodka soda
Esses três drinks entram nessa categoria por serem misturas diretas, normalmente feitas com uma base alcoólica e um único complemento. A gin tônica combina gin e água tônica, destacando o perfil aromático do destilado; a cuba libre une rum, refrigerante de cola e limão, com foco em refrescância; já a vodka soda aposta na neutralidade da vodka com água gaseificada.
Exemplos de coquetéis clássicos
Os coquetéis clássicos seguem receitas reconhecidas, proporções definidas e uma lógica sensorial bem estabelecida:
Negroni
Margarita
Cosmopolitan
Negroni, Margarita e Cosmopolitan são exemplos de coquetéis porque seguem receitas estruturadas, com proporções definidas e funções claras para cada ingrediente. O Negroni equilibra amargor, doçura e teor alcoólico a partir da combinação de gin, vermute e bitter; a Margarita trabalha acidez, álcool e doçura com tequila, licor de laranja e limão; já o Cosmopolitan aposta em vodka, cranberry, cítricos e licor para criar uma bebida aromática.
A origem de um coquetel
Sendo assim, uma carta de drinks inclui todas as bebidas disponíveis em um evento ou restaurante, por exemplo, desde água e refrigerantes até os coquetéis propriamente ditos.
Por sua vez, os coquetéis são criações (receitas) que, como disse Mayara, possuem uma finalidade – ainda que essa possa ser das mais variadas. “Dentro da Malibu, nossas criações partem de um conceito, que pode ser definido por nós ou, individualmente, pelos clientes. Quando eles pedem, buscamos entender o que esperam de experiência sensorial, a base alcoólica que mais gostam de consumir, se querer reviver alguma memória ou uma descoberta de sabor na história deles. Então, não tem regra ou limites para a criação”.
Mas isso não significa que a coquetelaria seja um espaço de vale tudo. Segundo a especialista, existem estudos para entender as combinações possíveis, inclusive em relação aos diferentes gostos.
“Cada paladar tem um sabor que o agrada mais, uma textura de preferência, uma base alcoólica mais consumida por ele e por seu círculo social. Tanto que alguns são mais fáceis de fazer em casa, como a caipirinha (a clássica combinação de gelo, cachaça, limão e açúcar, que é certeira). Já outras experiências exigem um nível de conhecimento melhor de mixologia”.
Qual a diferença entre mixologia e coquetelaria?
A coquetelaria está ligada à execução, ou seja, preparar, servir e apresentar bebidas. Já a mixologia envolve pesquisa, criação e desenvolvimento de receitas, muitas vezes conectadas à gastronomia, à história e à experiência sensorial.
Como explica Mayara, as criações partem de conceitos, memórias e preferências do cliente, mostrando que coquetéis não são apenas bebidas, mas experiências líquidas pensadas do início ao fim.
Drink, coquetel ou mixed drink: como diferenciar na prática?
A diferença pode ser percebida observando três pontos:
número de ingredientes
técnica
intenção
Drinks simples normalmente envolvem poucos elementos e preparo direto; coquetéis exigem equilíbrio, método e conhecimento prévio.
Já o termo mixed drink costuma ser usado como uma ponte entre os dois, designando bebidas mistas que não chegam a ser coquetéis clássicos, mas vão além da mistura básica.
A anatomia de um coquetel clássico
Um coquetel bem construído não depende apenas de criatividade, ele segue uma estrutura que se repete, com variações, desde os primeiros registros históricos da coquetelaria.
Base alcoólica (o espírito)
É o ingrediente central do coquetel, pode ser Gin, vodka, rum, whisky, tequila ou cachaça. Essas bebidas definem o perfil inicial da bebida e orientam as combinações seguintes.
Bitters e aromatizantes
Os bitters (bebidas aromatizadas com extratos de ervas, raízes, especiarias, e outros ingredientes amargos ou agridoces), adicionam profundidade e complexidade. Em pequenas quantidades, fazem uma diferença decisiva no resultado final, transformando uma bebida simples em um coquetel equilibrado.
O papel do gelo e da diluição
O gelo não serve apenas para gelar, ele controla a diluição, influencia a textura e ajusta a intensidade do álcool. Um coquetel mal diluído pode ficar agressivo; um excesso de diluição compromete o sabor. Por isso, o gelo é considerado um ingrediente bem técnico.
Quais são os coquetéis mais populares?
Assim como quando falamos de comida, dizer que tal coquetel ou tal drink é mais gostoso ou melhor seria um erro, visto que a resposta está muito relacionada ao paladar. Entretanto, na experiência de quem trabalha com alta coquetelaria, existem sabores que são mais populares ou preferidos pela galera.
“Normalmente, os coquetéis que possuem um teor alcoólico menor com um equilíbrio cítrico mais presente agradam mais. Pelo contrário, os que não agradam tanto são os com teores alcoólicos maiores, nos quais pouco se tem a percepção de outras composições além do álcool”, destaca Mayara.
Nesse sentido, a vodka, apesar do seu alto grau alcoólico, é considerada uma base neutra, que permite mais possibilidades de combinação entre bebidas mistas e ingredientes. Do mesmo modo, o gin aparece como uma das bases mais comuns nos novos cardápios, visto o crescimento da demanda.
“O gin no Brasil passou por quase uma revolução na última década. Ele estava no auge antes da pandemia em 2020, tanto que foi um dos destilados mais consumido nesse período, quando os consumidores também aprenderam mais sobre a bebida, e a indústria produziu novas composições e lotou as prateleiras dos supermercados”, lembra.
De onde veio o termo cocktail?
A origem da palavra cocktail é cercada de histórias e versões, sendo a mais conhecida remetendo à expressão “cock’s tail”, ou “rabo de galo”. Uma das teorias diz que, no século XVIII, misturas de bebidas eram decoradas com penas de galo, o que teria dado origem ao nome.
Independentemente da versão exata, o termo passou a ser usado para designar bebidas mistas mais elaboradas, especialmente a partir do século XIX, quando surgiram os primeiros registros escritos de receitas de coquetéis.
E os mocktails? Onde entram as bebidas sem álcool?
Com a mudança nos hábitos de consumo, os mocktails ganharam espaço. Eles são bebidas sem álcool construídas com lógica de coquetel. De acordo com Mayara, a indústria de bebidas prontas enlatadas não alcóolicas cresceu mais de 25% nos últimos anos e tende a continuar aumentando até 2027. Para ela, isso representa uma mudança positiva do padrão social.
“As pessoas estão procurando opções de não alcoólicos para curtir momentos especiais e principalmente à noite. Isso acontece por uma série de motivos, como conscientização da direção responsável, busca por um estilo de vida mais saudável, consumo de medicamentos e tratamentos, ou até mesmo por escolha pessoal”.
Essas bebidas mantêm técnica, equilíbrio e complexidade, substituindo a base alcoólica por infusões, xaropes, especiarias e ingredientes frescos.
Quais são os mocktails em alta?
A alta coquetelaria está de olho nas novas tendências de consumo e, segundo a especialista, os drinks bonitos e lúdicos tem se destacado como os mais populares entre os pedidos.
“Podemos sim ter incríveis coquetéis elaborados mesmo sem o teor alcoólico. Os instagrameáveis, por exemplo, são coloridos, criativos, lúdicos, e ganham o público da nova geração, levando qualidade na composição, com menos açúcar e dando mais visibilidade para ingredientes frescos”, compartilha, lembrando também da parceria com a alta gastronomia, que interfere nas criações dos coquetéis, dando mais visibilidade, qualidade e experiência aos padrões já existentes quando falamos de coquetel e drink.
Entenda a diferença entre coquetel e drink e saiba quais são mais populares
Muita gente pensa que eles são a mesma coisa, mas tem uma diferença elementar entre coquetel e drink. A seguir, saiba alguns dos segredos da coquetelaria!
O que é uma festa sem um bom drink? Ou seria um “bom coquetel”? Faz diferença pedir um ou outro? Provavelmente, depende de onde você estiver ou de quem ouvirá o seu pedido, porque drink e coquetel não possuem o mesmo significado, ainda que muitas vezes sejam usados como sinônimos.
Afinal, qual a diferença entre coquetel e drink?
A distinção entre os dois termos começa pela origem das palavras e pelo uso técnico dentro da coquetelaria. De forma simples, drink é um conceito mais amplo, enquanto coquetel representa uma categoria específica dentro dele.
O significado literal de drink
A palavra drink vem do inglês e significa, literalmente, “bebida”, que inclui qualquer líquido destinado ao consumo, alcoólico ou não. Um copo de água, um refrigerante, um suco, uma dose de destilado puro ou uma mistura simples entram nessa definição.
Por isso, quando falamos em drinks, estamos nos referindo a um grupo muito amplo de bebidas, sem necessariamente envolver técnica, complexidade ou intenção sensorial.
A definição técnica de coquetel
O coquetel, por outro lado, é uma bebida mista que segue uma lógica de construção, que envolve a combinação equilibrada de diferentes ingredientes, normalmente com uma base alcoólica, elementos de ajuste de sabor e técnicas específicas de preparo.
Segundo Mayara Barraveira, diretora comercial da Malibu Bartenders, “um drink é simplesmente uma bebida, enquanto o coquetel é uma mistura de dois ou mais ingredientes, feito a partir de várias técnicas, podendo ser servido em diferentes tipos de recipientes e tendo uma finalidade.”
Ou seja, o coquetel parte de uma receita mais estruturada e de escolhas técnicas que vão além de apenas misturar líquidos.
A regra de ouro: todo coquetel é um drink, mas nem todo drink é um coquetel
Essa frase resume bem a hierarquia entre os termos, pois todo coquetel, por ser uma bebida, é um drink. Mas nem todo drink atinge o nível de complexidade, equilíbrio e técnica necessário para ser considerado um coquetel.
Uma dose de whisky servida pura é um drink, assim como um whisky com gelo também é um drink. Já um Old Fashioned, que combina whisky, açúcar, bitter, gelo e técnica de preparo, é um coquetel.
Dadas as devidas definições, uma carta de drinks inclui todas as bebidas disponíveis em um evento ou restaurante, por exemplo, desde água e refrigerantes até os coquetéis propriamente ditos.
Exemplos de drinks (bebidas mistas simples)
Algumas bebidas populares entram na categoria de drinks justamente por serem misturas diretas, com poucos ingredientes e sem grande elaboração técnica:
Esses três drinks entram nessa categoria por serem misturas diretas, normalmente feitas com uma base alcoólica e um único complemento. A gin tônica combina gin e água tônica, destacando o perfil aromático do destilado; a cuba libre une rum, refrigerante de cola e limão, com foco em refrescância; já a vodka soda aposta na neutralidade da vodka com água gaseificada.
Exemplos de coquetéis clássicos
Os coquetéis clássicos seguem receitas reconhecidas, proporções definidas e uma lógica sensorial bem estabelecida:
Negroni, Margarita e Cosmopolitan são exemplos de coquetéis porque seguem receitas estruturadas, com proporções definidas e funções claras para cada ingrediente. O Negroni equilibra amargor, doçura e teor alcoólico a partir da combinação de gin, vermute e bitter; a Margarita trabalha acidez, álcool e doçura com tequila, licor de laranja e limão; já o Cosmopolitan aposta em vodka, cranberry, cítricos e licor para criar uma bebida aromática.
A origem de um coquetel
Sendo assim, uma carta de drinks inclui todas as bebidas disponíveis em um evento ou restaurante, por exemplo, desde água e refrigerantes até os coquetéis propriamente ditos.
Por sua vez, os coquetéis são criações (receitas) que, como disse Mayara, possuem uma finalidade – ainda que essa possa ser das mais variadas. “Dentro da Malibu, nossas criações partem de um conceito, que pode ser definido por nós ou, individualmente, pelos clientes. Quando eles pedem, buscamos entender o que esperam de experiência sensorial, a base alcoólica que mais gostam de consumir, se querer reviver alguma memória ou uma descoberta de sabor na história deles. Então, não tem regra ou limites para a criação”.
Mas isso não significa que a coquetelaria seja um espaço de vale tudo. Segundo a especialista, existem estudos para entender as combinações possíveis, inclusive em relação aos diferentes gostos.
“Cada paladar tem um sabor que o agrada mais, uma textura de preferência, uma base alcoólica mais consumida por ele e por seu círculo social. Tanto que alguns são mais fáceis de fazer em casa, como a caipirinha (a clássica combinação de gelo, cachaça, limão e açúcar, que é certeira). Já outras experiências exigem um nível de conhecimento melhor de mixologia”.
Qual a diferença entre mixologia e coquetelaria?
A coquetelaria está ligada à execução, ou seja, preparar, servir e apresentar bebidas. Já a mixologia envolve pesquisa, criação e desenvolvimento de receitas, muitas vezes conectadas à gastronomia, à história e à experiência sensorial.
Como explica Mayara, as criações partem de conceitos, memórias e preferências do cliente, mostrando que coquetéis não são apenas bebidas, mas experiências líquidas pensadas do início ao fim.
Drink, coquetel ou mixed drink: como diferenciar na prática?
A diferença pode ser percebida observando três pontos:
Drinks simples normalmente envolvem poucos elementos e preparo direto; coquetéis exigem equilíbrio, método e conhecimento prévio.
Já o termo mixed drink costuma ser usado como uma ponte entre os dois, designando bebidas mistas que não chegam a ser coquetéis clássicos, mas vão além da mistura básica.
A anatomia de um coquetel clássico
Um coquetel bem construído não depende apenas de criatividade, ele segue uma estrutura que se repete, com variações, desde os primeiros registros históricos da coquetelaria.
Base alcoólica (o espírito)
É o ingrediente central do coquetel, pode ser Gin, vodka, rum, whisky, tequila ou cachaça. Essas bebidas definem o perfil inicial da bebida e orientam as combinações seguintes.
Bitters e aromatizantes
Os bitters (bebidas aromatizadas com extratos de ervas, raízes, especiarias, e outros ingredientes amargos ou agridoces), adicionam profundidade e complexidade. Em pequenas quantidades, fazem uma diferença decisiva no resultado final, transformando uma bebida simples em um coquetel equilibrado.
O papel do gelo e da diluição
O gelo não serve apenas para gelar, ele controla a diluição, influencia a textura e ajusta a intensidade do álcool. Um coquetel mal diluído pode ficar agressivo; um excesso de diluição compromete o sabor. Por isso, o gelo é considerado um ingrediente bem técnico.
Quais são os coquetéis mais populares?
Assim como quando falamos de comida, dizer que tal coquetel ou tal drink é mais gostoso ou melhor seria um erro, visto que a resposta está muito relacionada ao paladar. Entretanto, na experiência de quem trabalha com alta coquetelaria, existem sabores que são mais populares ou preferidos pela galera.
“Normalmente, os coquetéis que possuem um teor alcoólico menor com um equilíbrio cítrico mais presente agradam mais. Pelo contrário, os que não agradam tanto são os com teores alcoólicos maiores, nos quais pouco se tem a percepção de outras composições além do álcool”, destaca Mayara.
Nesse sentido, a vodka, apesar do seu alto grau alcoólico, é considerada uma base neutra, que permite mais possibilidades de combinação entre bebidas mistas e ingredientes. Do mesmo modo, o gin aparece como uma das bases mais comuns nos novos cardápios, visto o crescimento da demanda.
“O gin no Brasil passou por quase uma revolução na última década. Ele estava no auge antes da pandemia em 2020, tanto que foi um dos destilados mais consumido nesse período, quando os consumidores também aprenderam mais sobre a bebida, e a indústria produziu novas composições e lotou as prateleiras dos supermercados”, lembra.
De onde veio o termo cocktail?
A origem da palavra cocktail é cercada de histórias e versões, sendo a mais conhecida remetendo à expressão “cock’s tail”, ou “rabo de galo”. Uma das teorias diz que, no século XVIII, misturas de bebidas eram decoradas com penas de galo, o que teria dado origem ao nome.
Independentemente da versão exata, o termo passou a ser usado para designar bebidas mistas mais elaboradas, especialmente a partir do século XIX, quando surgiram os primeiros registros escritos de receitas de coquetéis.
E os mocktails? Onde entram as bebidas sem álcool?
Com a mudança nos hábitos de consumo, os mocktails ganharam espaço. Eles são bebidas sem álcool construídas com lógica de coquetel. De acordo com Mayara, a indústria de bebidas prontas enlatadas não alcóolicas cresceu mais de 25% nos últimos anos e tende a continuar aumentando até 2027. Para ela, isso representa uma mudança positiva do padrão social.
“As pessoas estão procurando opções de não alcoólicos para curtir momentos especiais e principalmente à noite. Isso acontece por uma série de motivos, como conscientização da direção responsável, busca por um estilo de vida mais saudável, consumo de medicamentos e tratamentos, ou até mesmo por escolha pessoal”.
Essas bebidas mantêm técnica, equilíbrio e complexidade, substituindo a base alcoólica por infusões, xaropes, especiarias e ingredientes frescos.
Quais são os mocktails em alta?
A alta coquetelaria está de olho nas novas tendências de consumo e, segundo a especialista, os drinks bonitos e lúdicos tem se destacado como os mais populares entre os pedidos.
“Podemos sim ter incríveis coquetéis elaborados mesmo sem o teor alcoólico. Os instagrameáveis, por exemplo, são coloridos, criativos, lúdicos, e ganham o público da nova geração, levando qualidade na composição, com menos açúcar e dando mais visibilidade para ingredientes frescos”, compartilha, lembrando também da parceria com a alta gastronomia, que interfere nas criações dos coquetéis, dando mais visibilidade, qualidade e experiência aos padrões já existentes quando falamos de coquetel e drink.
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