A Salsa beachwear desenvolve peças estilosas e exclusivas, ao mesmo tempo em que repensa os processo que vão do design à fabricação
Sem nunca abandonar o estilo e o conforto, a marca de beachwear Salsa aposta todas as suas fichas em uma produção baseada na consciência ambiental, de forma que suas peças e coleções minimizem o impacto ambiental provocado pelo setor da moda. Da escolha dos materiais ao acabamento final, cada detalhe reflete o compromisso real da Salsa com a sustentabilidade
“Esse valor está em todos os processos da produção dos biquínis da Salsa. Começando que a gente produz artesanalmente: pregamos até a plaquinha da marca manualmente, as ponteiras são feitas manualmente. Temos até algumas coleções feitas por artesãos brasileiros, com elementos naturais”, explica Ana Beatriz Athayde, fashion designer e coordenadora de marketing da Salsa, que tem uma loja no RibeirãoShopping.
Para ela, investir na preservação do meio ambiente é investir em nós mesmos, portanto, é uma questão de princípios. “Como marca de beachwear, queremos que a pessoa tenha uma conexão com a natureza. Quando vamos para a praia, buscamos viver nossos melhores momentos. Então, investir na natureza é um princípio nosso, é parte ‘do ser beachwear’”.
“O ser sustentável não é só investir no planeta; é investir na gente como ser humano também!”
– Ana Beatriz Athayde
Do tecido à etiqueta
Quando o assunto é beachwear, tecidos 100% naturais não são tão comuns por conta da elasticidade – ou, nesse caso, a falta dela. Apesar das dificuldades para conciliar o conforto e a sustentabilidade, a Salsa trabalha com tecidos com fibra de poliamida, muito mais sustentável que o poliéster normalmente usado em biquínis e maiôs.
De acordo com a fashion designer, a poliamida é “prima” do poliéster, mas ela se decompõe “350 anos antes”, além de secar muito mais rápido no nosso corpo. “A gente vai para o mar, para a piscina e para a saúde feminina, do ponto de vista que é muito importante a secagem rápida”.
Na estampa, a escolha por um processo que gerasse menos poluentes foi fácil! “Para estampar o nosso tecido, há duas maneiras: tem a estamparia por rolo, que é a mais antiga e mais tradicional, e a estamparia digital. A estamparia por rolo limita a complexidade da estampa e também produz muito resíduo, muita água com resíduo tóxico de tinta. Já a estamparia digital é como se fosse uma impressora mesmo, então produz toda essa sobra residual descartada”, explica.
Nos quesitos etiquetagem e utilização dos tecidos, o aspecto de economia não é diferente, já que todo o processo é pensado para valorizar o que o nosso país tem de melhor e evitar o desperdício a todo custo, usando desde uma máquina que auxilia o aproveitamento dos tecidos até o fio de juta para a aplicação das etiquetas.
A essência da Salsa
A CEO da marca, Karin Athayde, afirma que, vide o Brasil ser um dos maiores expoentes do mercado internacional de beachwear, é essencial que as marcas desse segmento sejam referências de consciência ambiental.
Fundada originalmente em São Paulo, em 1991, a Salsa passou por um processo de reformulação e reestruturação há 9 anos, a fim de buscar a exclusividade e a sustentabilidade em cada processo. “Hoje, não vemos a Salsa como uma vendedora de biquíni simplesmente; nós fazemos moda! Trabalhamos com estampas e peças exclusivas que, junto com o conforto, são muito importantes para nós!”.
Marca de beachwear aposta em moda artesanal e sustentável
A Salsa beachwear desenvolve peças estilosas e exclusivas, ao mesmo tempo em que repensa os processo que vão do design à fabricação
Sem nunca abandonar o estilo e o conforto, a marca de beachwear Salsa aposta todas as suas fichas em uma produção baseada na consciência ambiental, de forma que suas peças e coleções minimizem o impacto ambiental provocado pelo setor da moda. Da escolha dos materiais ao acabamento final, cada detalhe reflete o compromisso real da Salsa com a sustentabilidade
“Esse valor está em todos os processos da produção dos biquínis da Salsa. Começando que a gente produz artesanalmente: pregamos até a plaquinha da marca manualmente, as ponteiras são feitas manualmente. Temos até algumas coleções feitas por artesãos brasileiros, com elementos naturais”, explica Ana Beatriz Athayde, fashion designer e coordenadora de marketing da Salsa, que tem uma loja no RibeirãoShopping.
Para ela, investir na preservação do meio ambiente é investir em nós mesmos, portanto, é uma questão de princípios. “Como marca de beachwear, queremos que a pessoa tenha uma conexão com a natureza. Quando vamos para a praia, buscamos viver nossos melhores momentos. Então, investir na natureza é um princípio nosso, é parte ‘do ser beachwear’”.
Do tecido à etiqueta
Quando o assunto é beachwear, tecidos 100% naturais não são tão comuns por conta da elasticidade – ou, nesse caso, a falta dela. Apesar das dificuldades para conciliar o conforto e a sustentabilidade, a Salsa trabalha com tecidos com fibra de poliamida, muito mais sustentável que o poliéster normalmente usado em biquínis e maiôs.
De acordo com a fashion designer, a poliamida é “prima” do poliéster, mas ela se decompõe “350 anos antes”, além de secar muito mais rápido no nosso corpo. “A gente vai para o mar, para a piscina e para a saúde feminina, do ponto de vista que é muito importante a secagem rápida”.
Na estampa, a escolha por um processo que gerasse menos poluentes foi fácil! “Para estampar o nosso tecido, há duas maneiras: tem a estamparia por rolo, que é a mais antiga e mais tradicional, e a estamparia digital. A estamparia por rolo limita a complexidade da estampa e também produz muito resíduo, muita água com resíduo tóxico de tinta. Já a estamparia digital é como se fosse uma impressora mesmo, então produz toda essa sobra residual descartada”, explica.
Nos quesitos etiquetagem e utilização dos tecidos, o aspecto de economia não é diferente, já que todo o processo é pensado para valorizar o que o nosso país tem de melhor e evitar o desperdício a todo custo, usando desde uma máquina que auxilia o aproveitamento dos tecidos até o fio de juta para a aplicação das etiquetas.
A essência da Salsa
A CEO da marca, Karin Athayde, afirma que, vide o Brasil ser um dos maiores expoentes do mercado internacional de beachwear, é essencial que as marcas desse segmento sejam referências de consciência ambiental.
Fundada originalmente em São Paulo, em 1991, a Salsa passou por um processo de reformulação e reestruturação há 9 anos, a fim de buscar a exclusividade e a sustentabilidade em cada processo. “Hoje, não vemos a Salsa como uma vendedora de biquíni simplesmente; nós fazemos moda! Trabalhamos com estampas e peças exclusivas que, junto com o conforto, são muito importantes para nós!”.
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