Imunizante que possui dose única e oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus reforça a prevenção em meio ao aumento da circulação viral
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou o registro da vacina da dengue (Butantan-DV) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Produzido pelo Instituto Butatan, este é o 1º imunizante no mundo de apenas uma dose.
De acordo com o Instituto, já existe 1 milhão de unidades da vacina da dengue prontas para distribuição e a estimativa é ter disponível mais de 30 milhões de doses em meados de 2026. Já a intenção do ministério é começar a aplicação das doses pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de maneira gratuita, no mesmo ano.
A aprovação representa um avanço relevante no enfrentamento da doença, que permanece entre os principais desafios de saúde pública no Brasil. O imunizante, que oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus, foi autorizado para pessoas de 12 a 59 anos. Ela se soma à estratégia já existente no país, que inclui uma outra vacina aplicada em duas doses e indicada para adolescentes de 10 a 14 anos.
Para a Dra. Silvia Fonseca, médica infectologista, a chegada de mais uma opção fortalece a capacidade de resposta. Contudo, a prevenção precisa combinar vacinação e eliminação de criadouros.
“A introdução da vacina do Butantan representa um passo importante, mas seus resultados dependem de uma estratégia integrada. O controle ambiental continua decisivo para interromper a cadeia de transmissão. As vacinas ampliam a proteção, porém não substituem os cuidados com o ambiente”, afirma.
Disponibilidade da vacina
A definição do calendário, dos municípios atendidos inicialmente e das unidades responsáveis pela aplicação ficará a cargo do Ministério da Saúde. Até a publicação desse cronograma, a vacina não estará disponível nos postos de saúde nem na rede privada.
Diante disso, a infectologista ressalta que as medidas de prevenção permanecem indispensáveis. Manter caixas-d’água fechadas, eliminar água parada, revisar calhas e utilizar repelentes e telas ajuda a reduzir a exposição ao mosquito. “Quanto maior a cobertura vacinal, combinada ao cuidado com o ambiente, maior será o impacto positivo sobre a saúde coletiva. A dengue pode evoluir rapidamente para formas graves, e cada ação preventiva contribui para evitar complicações”, orienta.
A aprovação do imunizante abre uma perspectiva promissora para reduzir casos graves, aliviar a pressão sobre os serviços de saúde e ampliar a proteção em áreas de maior incidência. A recomendação é acompanhar os canais oficiais e procurar avaliação médica ao primeiro sinal de sintomas.
Vacina da dengue produzida pelo Butantan é aprovada pela Anvisa
Imunizante que possui dose única e oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus reforça a prevenção em meio ao aumento da circulação viral
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou o registro da vacina da dengue (Butantan-DV) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Produzido pelo Instituto Butatan, este é o 1º imunizante no mundo de apenas uma dose.
De acordo com o Instituto, já existe 1 milhão de unidades da vacina da dengue prontas para distribuição e a estimativa é ter disponível mais de 30 milhões de doses em meados de 2026. Já a intenção do ministério é começar a aplicação das doses pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de maneira gratuita, no mesmo ano.
A aprovação representa um avanço relevante no enfrentamento da doença, que permanece entre os principais desafios de saúde pública no Brasil. O imunizante, que oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus, foi autorizado para pessoas de 12 a 59 anos. Ela se soma à estratégia já existente no país, que inclui uma outra vacina aplicada em duas doses e indicada para adolescentes de 10 a 14 anos.
Para a Dra. Silvia Fonseca, médica infectologista, a chegada de mais uma opção fortalece a capacidade de resposta. Contudo, a prevenção precisa combinar vacinação e eliminação de criadouros.
Disponibilidade da vacina
A definição do calendário, dos municípios atendidos inicialmente e das unidades responsáveis pela aplicação ficará a cargo do Ministério da Saúde. Até a publicação desse cronograma, a vacina não estará disponível nos postos de saúde nem na rede privada.
Diante disso, a infectologista ressalta que as medidas de prevenção permanecem indispensáveis. Manter caixas-d’água fechadas, eliminar água parada, revisar calhas e utilizar repelentes e telas ajuda a reduzir a exposição ao mosquito. “Quanto maior a cobertura vacinal, combinada ao cuidado com o ambiente, maior será o impacto positivo sobre a saúde coletiva. A dengue pode evoluir rapidamente para formas graves, e cada ação preventiva contribui para evitar complicações”, orienta.
A aprovação do imunizante abre uma perspectiva promissora para reduzir casos graves, aliviar a pressão sobre os serviços de saúde e ampliar a proteção em áreas de maior incidência. A recomendação é acompanhar os canais oficiais e procurar avaliação médica ao primeiro sinal de sintomas.
* Com informações da Agência Brasil
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