Com mais de 40% dos brasileiros fisicamente ativos, prática que ganhou espaço em 2025 entra em 2026 consolidada na rotina de bem-estar
Indicadores recentes de saúde e consumo mostram que o treino em casa deixou de ser exceção, ganhou espaço ao longo de 2025 e entra em 2026 consolidado como parte permanente da rotina de bem-estar dos brasileiros, em um contexto em que mais de 40% da população adulta já se declara fisicamente ativa.
Impulsionada pela reorganização do dia a dia, pela economia de tempo e pela busca por mais autonomia, a prática doméstica de exercícios reflete mudanças estruturais no comportamento do consumidor, com impactos diretos no mercado fitness, no varejo digital e no ecossistema de saúde. “Esse mercado está sendo redesenhado a partir do comportamento do consumidor. Quem não entender que conveniência e flexibilidade são hoje critérios decisivos vai perder relevância”, afirma Bruno Homero, responsável por uma marca brasileira de equipamentos fitness.
Atividade física na rotina
Os dados oficiais mais recentes do Vigitel Brasil 2023 (levantamento do Ministério da Saúde divulgado em 2024) reforçam essa transformação. Segundo o estudo, a proporção de adultos fisicamente ativos no tempo livre passou de 30,3% em 2009 para 40,3% em 2023, enquanto a parcela de adultos considerados insuficientemente ativos apresentou redução gradual no período, indicando maior incorporação da atividade física à rotina cotidiana.
A consolidação do treino em casa está diretamente associada a três fatores principais: rotina híbrida, economia de tempo e busca por conforto e autonomia. A expansão do trabalho remoto ou híbrido permitiu uma reorganização do cotidiano, facilitando a inclusão da atividade física dentro de casa, sem dependência de deslocamentos ou horários fixos
Exercícios dentro de casa
Treino em casa reflete mudanças estruturais no comportamento do consumidor
Entre as modalidades mais comuns no ambiente doméstico estão caminhada indoor, bicicleta ergométrica e exercícios funcionais, atividades que exigem pouco espaço e oferecem flexibilidade de horário.
Esse comportamento acompanha a evolução do setor fitness no Brasil, que reúne dezenas de milhares de negócios ligados a atividades físicas e bem-estar, segundo levantamentos setoriais do Sebrae, e movimenta bilhões de reais por ano, impulsionado pela diversificação de formatos e pela digitalização do consumo.
Esses treinos em casa se inserem em uma lógica mais ampla de hiperconveniência, que também impulsiona setores como delivery, educação online e telemedicina. No fitness, essa transformação se traduz na adoção de soluções mais flexíveis, digitais e integradas à rotina doméstica.
“Quando vemos aumento consistente de demanda, ticket médio mais alto e interesse contínuo ao longo do ano, fica claro que o treino doméstico deixou de ser circunstancial. O consumidor está disposto a investir em soluções que ofereçam conveniência e constância”, complementa Homero.
Treino em casa é tendência global
O cenário brasileiro acompanha uma tendência global, sendo que relatórios internacionais indicam que o mercado mundial de dispositivos e equipamentos inteligentes para fitness deve crescer de forma acelerada na próxima década, passando de US$ 61,4 bilhões em 2024 para mais de US$ 455 bilhões em 2034.
Embora a pandemia tenha atuado como catalisadora inicial desse movimento, especialistas apontam que o treino em casa se manteve e se fortaleceu nos anos seguintes, independentemente das restrições sanitárias.
Entre os desdobramentos esperados estão a expansão de aplicativos e soluções digitais de fitness, o fortalecimento de parcerias entre marcas e criadores de conteúdo e a integração crescente com plataformas de saúde digital.
“O futuro do fitness passa por modelos mais flexíveis, conectados e aderentes à vida real das pessoas. As empresas que conseguirem traduzir bem-estar em soluções práticas, acessíveis e sustentáveis tendem a liderar esse próximo ciclo do mercado”, reforça o CEO.
Treino em casa se consolida como novo padrão de bem-estar no Brasil
Com mais de 40% dos brasileiros fisicamente ativos, prática que ganhou espaço em 2025 entra em 2026 consolidada na rotina de bem-estar
Indicadores recentes de saúde e consumo mostram que o treino em casa deixou de ser exceção, ganhou espaço ao longo de 2025 e entra em 2026 consolidado como parte permanente da rotina de bem-estar dos brasileiros, em um contexto em que mais de 40% da população adulta já se declara fisicamente ativa.
Impulsionada pela reorganização do dia a dia, pela economia de tempo e pela busca por mais autonomia, a prática doméstica de exercícios reflete mudanças estruturais no comportamento do consumidor, com impactos diretos no mercado fitness, no varejo digital e no ecossistema de saúde. “Esse mercado está sendo redesenhado a partir do comportamento do consumidor. Quem não entender que conveniência e flexibilidade são hoje critérios decisivos vai perder relevância”, afirma Bruno Homero, responsável por uma marca brasileira de equipamentos fitness.
Atividade física na rotina
Os dados oficiais mais recentes do Vigitel Brasil 2023 (levantamento do Ministério da Saúde divulgado em 2024) reforçam essa transformação. Segundo o estudo, a proporção de adultos fisicamente ativos no tempo livre passou de 30,3% em 2009 para 40,3% em 2023, enquanto a parcela de adultos considerados insuficientemente ativos apresentou redução gradual no período, indicando maior incorporação da atividade física à rotina cotidiana.
A consolidação do treino em casa está diretamente associada a três fatores principais: rotina híbrida, economia de tempo e busca por conforto e autonomia. A expansão do trabalho remoto ou híbrido permitiu uma reorganização do cotidiano, facilitando a inclusão da atividade física dentro de casa, sem dependência de deslocamentos ou horários fixos
Exercícios dentro de casa
Entre as modalidades mais comuns no ambiente doméstico estão caminhada indoor, bicicleta ergométrica e exercícios funcionais, atividades que exigem pouco espaço e oferecem flexibilidade de horário.
Esse comportamento acompanha a evolução do setor fitness no Brasil, que reúne dezenas de milhares de negócios ligados a atividades físicas e bem-estar, segundo levantamentos setoriais do Sebrae, e movimenta bilhões de reais por ano, impulsionado pela diversificação de formatos e pela digitalização do consumo.
Esses treinos em casa se inserem em uma lógica mais ampla de hiperconveniência, que também impulsiona setores como delivery, educação online e telemedicina. No fitness, essa transformação se traduz na adoção de soluções mais flexíveis, digitais e integradas à rotina doméstica.
“Quando vemos aumento consistente de demanda, ticket médio mais alto e interesse contínuo ao longo do ano, fica claro que o treino doméstico deixou de ser circunstancial. O consumidor está disposto a investir em soluções que ofereçam conveniência e constância”, complementa Homero.
Treino em casa é tendência global
O cenário brasileiro acompanha uma tendência global, sendo que relatórios internacionais indicam que o mercado mundial de dispositivos e equipamentos inteligentes para fitness deve crescer de forma acelerada na próxima década, passando de US$ 61,4 bilhões em 2024 para mais de US$ 455 bilhões em 2034.
Embora a pandemia tenha atuado como catalisadora inicial desse movimento, especialistas apontam que o treino em casa se manteve e se fortaleceu nos anos seguintes, independentemente das restrições sanitárias.
Entre os desdobramentos esperados estão a expansão de aplicativos e soluções digitais de fitness, o fortalecimento de parcerias entre marcas e criadores de conteúdo e a integração crescente com plataformas de saúde digital.
“O futuro do fitness passa por modelos mais flexíveis, conectados e aderentes à vida real das pessoas. As empresas que conseguirem traduzir bem-estar em soluções práticas, acessíveis e sustentáveis tendem a liderar esse próximo ciclo do mercado”, reforça o CEO.
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