Pela 1ª vez, 14 atletas representarão o país em cinco modalidades, buscando pódios inéditos na competição que começa neste 6 de fevereiro
O Brasil chega às Olimpíadas de Inverno 2026 com a maior delegação de sua trajetória na competição. Ao todo, 14 atletas representarão o país em cinco modalidades: esqui alpino, esqui cross-country, snowboard, bobsled e skeleton. O número recorde reflete o fortalecimento técnico e institucional do esporte de inverno brasileiro.
Os Jogos Olímpicos de Inverno começam nesta sexta-feira, 6 de fevereiro, e seguem até o dia 12 do mesmo mês, com eventos sendo realizados entre as cidades de Milão, Cortina d’Ampezzo, Bormio, Livigno e Tesero, na região nordeste da Itália. Cerca de 2.900 atletas de 90 países participarão das competições, distribuídas em 16 modalidades em disputa.
Atletas da delegação do Brasil | Crédito: Foto de Helena Petry/COB
Está será a 10ª participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno. A edição Milão-Cortina terá transmissão no Brasil pela CazéTV e pelo Grupo Globo, incluindo TV aberta, SporTV, GE TV e Globoplay.
Brasil na neve
Desde a estreia nos jogos de Albertville, em 1992, na França, o Brasil tem ampliado sua presença e alcançado resultados expressivos para o contexto sul-americano nas Olímpiadas de inverno. Entre as conquistas importantes está o 9º lugar de Isabel Clark no snowboard cross em Turim, em 2006; o 20º lugar do bobsled 4-man em Pequim, em 2022; e o 13º lugar de Nicole Silveira no skeleton, também em 2022, além de pódios inéditos em etapas de Copas do Mundo em modalidades como skeleton, snowboard e esqui alpino.
A manutenção da competitividade brasileira em esportes de neve e gelo, que exigem altos custos devido à necessidade de treinamento no exterior, é sustentada por políticas públicas como o Programa Bolsa Atleta. Segundo dados sistematizados pelo Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva da Universidade Federal do Paraná (IPIE/UFPR), entre 2007 e 2025, o investimento acumulado para o grupo de atletas que competem nesse tipo de torneio totaliza R$ 2 milhões, correspondendo a 70 bolsas concedidas no período analisado.
Delegação do Brasil nas Olimpíadas de Inverno Milão-Cortina é a maior da história
Pela 1ª vez, 14 atletas representarão o país em cinco modalidades, buscando pódios inéditos na competição que começa neste 6 de fevereiro
O Brasil chega às Olimpíadas de Inverno 2026 com a maior delegação de sua trajetória na competição. Ao todo, 14 atletas representarão o país em cinco modalidades: esqui alpino, esqui cross-country, snowboard, bobsled e skeleton. O número recorde reflete o fortalecimento técnico e institucional do esporte de inverno brasileiro.
Os Jogos Olímpicos de Inverno começam nesta sexta-feira, 6 de fevereiro, e seguem até o dia 12 do mesmo mês, com eventos sendo realizados entre as cidades de Milão, Cortina d’Ampezzo, Bormio, Livigno e Tesero, na região nordeste da Itália. Cerca de 2.900 atletas de 90 países participarão das competições, distribuídas em 16 modalidades em disputa.
Está será a 10ª participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno. A edição Milão-Cortina terá transmissão no Brasil pela CazéTV e pelo Grupo Globo, incluindo TV aberta, SporTV, GE TV e Globoplay.
Brasil na neve
Desde a estreia nos jogos de Albertville, em 1992, na França, o Brasil tem ampliado sua presença e alcançado resultados expressivos para o contexto sul-americano nas Olímpiadas de inverno. Entre as conquistas importantes está o 9º lugar de Isabel Clark no snowboard cross em Turim, em 2006; o 20º lugar do bobsled 4-man em Pequim, em 2022; e o 13º lugar de Nicole Silveira no skeleton, também em 2022, além de pódios inéditos em etapas de Copas do Mundo em modalidades como skeleton, snowboard e esqui alpino.
A manutenção da competitividade brasileira em esportes de neve e gelo, que exigem altos custos devido à necessidade de treinamento no exterior, é sustentada por políticas públicas como o Programa Bolsa Atleta. Segundo dados sistematizados pelo Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva da Universidade Federal do Paraná (IPIE/UFPR), entre 2007 e 2025, o investimento acumulado para o grupo de atletas que competem nesse tipo de torneio totaliza R$ 2 milhões, correspondendo a 70 bolsas concedidas no período analisado.
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