Marina Vantini, diretora comercial da Class Viagens, responde dúvidas recorrentes dos viajantes e dá dicas de ferramentas que podem ajudar no processo de planejamento
Planejar uma viagem do zero pode ser algo bem estressante – e até custoso – se você não sabe por onde começar. O que fazer primeiro: comprar passagens aéreas ou hotel? E depois? Qual a melhor forma de organizar a logística? Tem regra para isso?
Conversando com consultora de viagens Marina Vantini, diretora comercial da Class Viagens, o Portal Zumm organizou um guia de como planejar uma viagem de maneira leve e descomplicada (permitindo que você aproveite o processo!).
Onde e quando?
O 1º passo é objetivo: fazer uma pesquisa minuciosa e ter uma boa conversa para entender se o destino escolhido atende às suas expectativas e de quem vai junto (se for o caso), e qual o período mais adequado para explorá-lo.
“Cada viagem é única. Casais, famílias e grupos possuem perfis diferentes e o destino precisa estar alinhado ao objetivo e ao estilo daquela experiência”, destaca Marina.
Ter uma noção de orçamento também é muito importante. Segundo a consultora, é possível estimar previamente os custos com passagens, hospedagem, transporte e passeios, mesmo antes de ter, de fato, que selecionar todas essas opções.
É o valor da alimentação o assunto mais “delicado”, porque varia de acordo com o orçamento e os hábitos de cada viajante, envolvendo, entre outros aspectos, o consumo de bebidas alcoólicas e a preferência por determinados tipos de restaurantes.
O que reservar primeiro: passagem ou hotel?
A especialista em viagens diz que, uma vez escolhido o destino e a data, o próximo passo é a passagem. “Os voos costumam ser disponibilizados com cerca de 300 dias de antecedência. Os valores das passagens variam bastante e não seguem uma data fixa. Quando o viajante já possui destino e datas definidas, o ideal é acompanhar os preços durante um tempo”.
Uma conselho nesse caso é conversar com consultores especializados, visto que eles conseguem avaliar se a tarifa está adequada para a época, ao tipo de voo e à classe escolhida.
“Caso exista um hotel específico que seja indispensável para a viagem, o ideal é adquirir passagem e hospedagem em conjunto”.
É bom lembrar que também é possível realizar reservas antecipadas dos hotéis para garantir a disponibilidade desejada.
Como organizar a logística da viagem?
A organização do roteiro é essencial, de acordo com Marina: “Montar uma rota viável ajuda a otimizar tempo e custos, além de evitar frustrações ao longo da viagem”.
Ela recomenda, portanto, usar ferramentas como Google Maps e Rome2Rio, que mostram como chegar a diferentes lugares a partir de múltiplas rotas e meios de transporte. “O Google Flights também é um excelente aliado no acompanhamento de preços e na identificação das melhores datas dentro de um período”, avalia.
Ainda assim, nada como contar com uma agência de viagens especializada para evitar erros, ter a garantia de suporte integral durante toda a jornada e ainda economizar.
Levar dinheiro ou cartão?
Quanto a essa dúvida, a Marina é clara: a recomendação são cartões de débito internacionais, já que realizam a conversão da moeda de forma instantânea. “Ainda assim, é sempre indicado levar uma quantia em espécie, convertida na moeda local”, aconselha.
Para os casos de uso do cartão de crédito – que são muito úteis ainda para o acúmulo de milhas – é importante ficar atento à cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que pode impactar significativamente o custo final da viagem.
Confira duas vezes
“Costumo brincar que, para embarcar, o mais importante é ter toda a documentação exigida em dia. Sem isso, a viagem simplesmente não acontece”, ressalta a consultora.
Portanto, a dica final e extra de Marina é: confira todos os documentos e exigências de entrada no destino antes da viagem. Esse, sim, é um passo fundamental ao planejar uma viagem.
Consultora ensina o passo a passo para planejar uma viagem da melhor maneira
Marina Vantini, diretora comercial da Class Viagens, responde dúvidas recorrentes dos viajantes e dá dicas de ferramentas que podem ajudar no processo de planejamento
Planejar uma viagem do zero pode ser algo bem estressante – e até custoso – se você não sabe por onde começar. O que fazer primeiro: comprar passagens aéreas ou hotel? E depois? Qual a melhor forma de organizar a logística? Tem regra para isso?
Conversando com consultora de viagens Marina Vantini, diretora comercial da Class Viagens, o Portal Zumm organizou um guia de como planejar uma viagem de maneira leve e descomplicada (permitindo que você aproveite o processo!).
Onde e quando?
O 1º passo é objetivo: fazer uma pesquisa minuciosa e ter uma boa conversa para entender se o destino escolhido atende às suas expectativas e de quem vai junto (se for o caso), e qual o período mais adequado para explorá-lo.
“Cada viagem é única. Casais, famílias e grupos possuem perfis diferentes e o destino precisa estar alinhado ao objetivo e ao estilo daquela experiência”, destaca Marina.
Ter uma noção de orçamento também é muito importante. Segundo a consultora, é possível estimar previamente os custos com passagens, hospedagem, transporte e passeios, mesmo antes de ter, de fato, que selecionar todas essas opções.
É o valor da alimentação o assunto mais “delicado”, porque varia de acordo com o orçamento e os hábitos de cada viajante, envolvendo, entre outros aspectos, o consumo de bebidas alcoólicas e a preferência por determinados tipos de restaurantes.
O que reservar primeiro: passagem ou hotel?
A especialista em viagens diz que, uma vez escolhido o destino e a data, o próximo passo é a passagem. “Os voos costumam ser disponibilizados com cerca de 300 dias de antecedência. Os valores das passagens variam bastante e não seguem uma data fixa. Quando o viajante já possui destino e datas definidas, o ideal é acompanhar os preços durante um tempo”.
Uma conselho nesse caso é conversar com consultores especializados, visto que eles conseguem avaliar se a tarifa está adequada para a época, ao tipo de voo e à classe escolhida.
É bom lembrar que também é possível realizar reservas antecipadas dos hotéis para garantir a disponibilidade desejada.
Como organizar a logística da viagem?
A organização do roteiro é essencial, de acordo com Marina: “Montar uma rota viável ajuda a otimizar tempo e custos, além de evitar frustrações ao longo da viagem”.
Ela recomenda, portanto, usar ferramentas como Google Maps e Rome2Rio, que mostram como chegar a diferentes lugares a partir de múltiplas rotas e meios de transporte. “O Google Flights também é um excelente aliado no acompanhamento de preços e na identificação das melhores datas dentro de um período”, avalia.
Ainda assim, nada como contar com uma agência de viagens especializada para evitar erros, ter a garantia de suporte integral durante toda a jornada e ainda economizar.
Levar dinheiro ou cartão?
Quanto a essa dúvida, a Marina é clara: a recomendação são cartões de débito internacionais, já que realizam a conversão da moeda de forma instantânea. “Ainda assim, é sempre indicado levar uma quantia em espécie, convertida na moeda local”, aconselha.
Para os casos de uso do cartão de crédito – que são muito úteis ainda para o acúmulo de milhas – é importante ficar atento à cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que pode impactar significativamente o custo final da viagem.
Confira duas vezes
Portanto, a dica final e extra de Marina é: confira todos os documentos e exigências de entrada no destino antes da viagem. Esse, sim, é um passo fundamental ao planejar uma viagem.
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