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Mavi Lopes é aprovada em 8 universidades estrangeiras e espera outras | Créditos: divulgação Colégio Pequeno Príncipe
Educação

Estudante de Ribeirão é aprovada em 8 universidades estrangeiras e espera outras

By Laura Oliveira on 6 de abril de 2020

Além das instituições no exterior, Mavi Lopes foi aprovada na FGV, na UFSCar e ⁠no Insper, e está na lista de espera de outras sete universidades

“Educação é algo que meus pais sempre valorizaram muito, então, desde pequena, sempre conversávamos sobre o que eu queria ser quando crescesse ou onde queria estudar”, lembra Maria Victória Vogt Turin Lopes, que, após muitos anos de conversas como essas, orgulha-se de ter sido aprovada em vestibulares de 11 universidades, incluindo oito em instituições internacionais.

Para Mavi, como é mais conhecida a estudante de 18 anos, o que começou com o desejo de estudar em outra cidade – mais especificamente de morar na cidade de São Paulo –, se transformou em alçar voos maiores como resultado de um intercâmbio de 20 dias em Boston, nos Estados Unidos, quando tinha apenas 12 anos. 

“Ali, foi quando a minha cabeça abriu e fiquei ‘nossa, existem outras possibilidades além de São Paulo!’ Realmente gostei muito do vi e vivi, daquela cultura, de onde as pessoas moravam, as salas onde as pessoas estudavam, a comunidade que se formava em torno da faculdade”, relata.

Para ela, o mais importante até chegar a essa lista de aprovações foi saber quando pedir ajuda, tanto do Colégio Pequeno Príncipe (onde sempre estudou), quanto dos seus pais.

“Vestibular” no exterior

Mavi conta que entender como era realizado o processo seletivo nas universidades exteriores foi fundamental para começar a se preparar. Apesar de intensificar os estudos durante o Ensino Médio, a aluna sempre teve grande apreço pelo conhecimento, encarando mesmo as matérias menos favoritas como repertório a ser construído.

No Brasil, para entrar em uma universidade, é necessário prestar o vestibular e atingir uma nota específica – se alcançá-la, passou, se não, não entra. Já para cursar o Ensino Superior fora do país, os processos seletivos são diferentes e, em vários casos, mais complexos, envolvendo, inclusive, diversas etapas.

Dentre essas, está o SAT (Scholastic Assessment Test), que é o principal exame de admissão em faculdades dos Estados Unidos, Canadá e Europa. O formato é focado em leitura, escrita e matemática, e, para alunos estrangeiros, deve ser complementado com a prova de proficiência em inglês TOEFL (Test of English as a Foreign Language).

Além disso, candidatos a essas instituições devem apresentar um histórico escolar dos “quatro anos de High School”, que equivalem ao nosso Ensino Médio completo mais o 9º ano do Ensino Fundamental II, junto com redações e cartas de recomendação de professores, da escola e de conhecidos – tudo isso para que a comissão responsável pela admissão possa entender o perfil dos futuros alunos.

“Foi um processo bem intenso de entender como funcionava, fazer provas, manter as notas altas na escola, ir atrás de recomendações e construir boas relações com os professores para que pudessem falar coisas interessantes sobre mim”, revela.

E vale destacar que, mesmo apostando nas universidades fora do país, a estudante não abandonou as instituições brasileiras. “Para mim, era muito incerto o que aconteceria, se eu passaria. Então, desde as públicas até FGV e Insper, realmente foi uma prioridade tentar levar as duas ‘realidades’ em paralelo”.

Preparação fora da escola

“Minha mãe me colocou no balé aos dois anos e lá se tornou a minha segunda casa, quase que literalmente. Muito de quem é a Maria Victória, hoje, é por causa do que aprendi na dança e das pessoas que eu conheci”, reflete.

Mavi dançava ballet, jazz, sapateado e contemporâneo, chegando a ficar até sete horas (em determinados momentos da sua vida) ensaiando, treinando e fazendo aulas. Ela conta que, com a dança, aprendeu a lidar com a pressão e a ter responsabilidade, determinação e resiliência, habilidades essenciais também nos estudos.

Junto a isso, ela passou todos os três anos do Ensino Médio atuando em um projeto social chamado “Estudantes que Ensinam”, criado por ela própria quando ainda estava no Ensino Fundamental. A ideia surgiu junto com a sua avó, com o objetivo de ajudar a prima mais nova durante o processo de alfabetização. “Quando entrei no Ensino Médio, falei com os diretores, professores e coordenadores do Colégio Pequeno Príncipe que queria trazer a ideia para dentro da escola e tornar isso mais escalável, a fim de que gerasse realmente um impacto”, conta.

Inicialmente, o projeto era desenvolvido dentro da instituição com alunos do Ensino Médio, que ajudavam alunos do Fundamental. Mesmo assim, Mavi queria atingir mais pessoas e propôs levar o projeto às escolas públicas.

“Depois de muitas conversas, de estruturar esse projeto, ir conversar com diretores e professores de escolas públicas, começamos a atuar. Hoje, o que teve início com uma única voluntária (que era eu) para atender uma turminha de cinco alunos se transformou em mais de 60 voluntários associados ao Colégio Pequeno Príncipe, que já atenderam uma soma de 800 crianças de escolas públicas”, explica, orgulhosa.

“É muito gratificante ver o impacto do ‘Estudantes que Ensinam’, não só na vida dessas crianças, mas também nos adolescentes do Ensino Médio. Como isso expande sua visão de mundo, responsabilidade, participação na nossa comunidade e impacta suas vidas.”

– Mavi

Brasil X exterior

Depois de passar por tudo isso, Mavi foi aprovada na University of Michigan, University of Notre Dame, Georgetown University, ⁠Boston University, UT Austin e UC San Diego, nos Estados Unidos; IE University, na Espanha; e Bocconi, na Itália. No Brasil, a estudante passou na FGV de São Paulo, no ⁠Insper e ⁠na UFSCar.

Além dessas aprovações, el está na lista de espera de outras sete universidades norte-americanas, incluindo as da Ivy League (grupo de elite dos EUA): Stanford, ⁠Columbia, ⁠Brown, ⁠UC Berkeley, ⁠UCLA, ⁠Georgia Tech e ⁠Boston College.

Para a estudante de Ribeirão Preto, conhecer a fundo o perfil de cada uma das instituições está sendo muito importante antes de tomar a decisão final. Ela já conseguiu visitar algumas das instituições e deve fazer novas visitas até 1º de maio, que será a data final para se matricular em alguma delas.

“Para a gente [a família] não fazia muito sentido se inscrever e ir para fora do país se fosse para uma faculdade de excelência. Meus pais dizem que temos muitas opções boas no Brasil, de excelente nível. Então, para mim, não faria muito sentido sair do país só por sair”, avalia.

Assim como optou por variar nas instituições onde passou por processos seletivos, Mavi também se inscreveu em cursos de diferentes áreas, como Administração, Business e Engenharia. Se tudo der certo, a futura universitária conseguirá, inclusive, cursá-los de maneira combinada. “A minha expectativa é uma mistura: antes e acima de tudo, quero ter uma experiência que me faça muito feliz. Depois, obviamente, quero ser intelectual e academicamente desafiada e incentivada, de forma que essa experiência realmente me abra portas profissional e academicamente. E, por último, mas não menos importante, quero ter essa sensação de comunidade e de pertencimento; de achar uma casa em outro lugar, criar uma rede que fará parte da minha história e da minha identidade para sempre”.

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