Conceitos apresentados no principal evento de design global já impactam a curadoria do Mundo Robusti, em Ribeirão Preto
A Semana de Design de Milão voltou a apontar caminhos que devem orientar o mercado nos próximos anos. Na edição de 2026, realizada entre 21 e 26 de abril, dois eixos ganharam destaque: a busca por experiências mais sensoriais dentro de casa e a incorporação de práticas sustentáveis ao desenvolvimento de produtos.
A forte presença de profissionais brasileiros no circuito internacional também chamou atenção, reforçando o reconhecimento do design nacional em um dos principais palcos do setor.
A Sierra usa madeira de reflorestamento, tendência na Semana de Design de Milão
“Hoje, o design é pensado de forma mais ampla, não só pela estética, mas pelo impacto no bem-estar e no dia a dia das pessoas. Ao mesmo tempo, cresce a atenção à origem dos insumos e à durabilidade das peças, refletindo um consumo mais consciente. O reconhecimento do design brasileiro no exterior destaca a força criativa e a identidade da nossa produção”, avalia Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti.
Nesse contexto, a casa passa a assumir um papel mais ativo, com projetos que combinam diferentes estímulos no ambiente, como o uso de tecidos naturais, iluminação indireta e formas orgânicas no mobiliário.
Segundo Maura, a proposta é criar espaços mais acolhedores, que convidem à permanência e reforcem a relação das pessoas com o lar, sem excessos.
A sustentabilidade também vem se consolidando como critério de escolha, com maior atenção a matérias-primas, durabilidade e processos produtivos. No Brasil, essa tendência já influencia a seleção de marcas em espaços especializados, sendo que, em Ribeirão Preto, ela aparece no Mundo Robusti através de marcas e peças que priorizam insumos naturais e maior longevidade.
Entre os exemplos inspirados na Semana de Design de Milão estão a italiana Natuzzi, que investe em ergonomia aliada a uma estética mais leve e acolhedora; a Franccino, que reforça essa abordagem ao criar mobiliários que equilibram proporção, matéria e conforto; e a Sierra, com uso de madeira de reflorestamento e propostas voltadas à longevidade.
Esse movimento global, aliado à valorização do design brasileiro, também se reflete na curadoria do Mundo Robusti, que acompanha de perto tanto tendências internacionais quanto a produção nacional, ampliando o repertório que orienta a seleção de peças e marcas.
“Isso também muda a forma como as pessoas escolhem os móveis. Há uma busca maior por peças com significado, que tragam conforto no uso diário e façam sentido no longo prazo. A estética deixa de ser o único fator e passa a dividir espaço com funcionalidade e com a relação que o ambiente estabelece com quem vive ali”, completa a diretora.
Semana de Design de Milão influencia projetos mais sensoriais e sustentáveis no Brasil
Conceitos apresentados no principal evento de design global já impactam a curadoria do Mundo Robusti, em Ribeirão Preto
A Semana de Design de Milão voltou a apontar caminhos que devem orientar o mercado nos próximos anos. Na edição de 2026, realizada entre 21 e 26 de abril, dois eixos ganharam destaque: a busca por experiências mais sensoriais dentro de casa e a incorporação de práticas sustentáveis ao desenvolvimento de produtos.
A forte presença de profissionais brasileiros no circuito internacional também chamou atenção, reforçando o reconhecimento do design nacional em um dos principais palcos do setor.
“Hoje, o design é pensado de forma mais ampla, não só pela estética, mas pelo impacto no bem-estar e no dia a dia das pessoas. Ao mesmo tempo, cresce a atenção à origem dos insumos e à durabilidade das peças, refletindo um consumo mais consciente. O reconhecimento do design brasileiro no exterior destaca a força criativa e a identidade da nossa produção”, avalia Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti.
Nesse contexto, a casa passa a assumir um papel mais ativo, com projetos que combinam diferentes estímulos no ambiente, como o uso de tecidos naturais, iluminação indireta e formas orgânicas no mobiliário.
Segundo Maura, a proposta é criar espaços mais acolhedores, que convidem à permanência e reforcem a relação das pessoas com o lar, sem excessos.
A sustentabilidade também vem se consolidando como critério de escolha, com maior atenção a matérias-primas, durabilidade e processos produtivos. No Brasil, essa tendência já influencia a seleção de marcas em espaços especializados, sendo que, em Ribeirão Preto, ela aparece no Mundo Robusti através de marcas e peças que priorizam insumos naturais e maior longevidade.
Entre os exemplos inspirados na Semana de Design de Milão estão a italiana Natuzzi, que investe em ergonomia aliada a uma estética mais leve e acolhedora; a Franccino, que reforça essa abordagem ao criar mobiliários que equilibram proporção, matéria e conforto; e a Sierra, com uso de madeira de reflorestamento e propostas voltadas à longevidade.
Esse movimento global, aliado à valorização do design brasileiro, também se reflete na curadoria do Mundo Robusti, que acompanha de perto tanto tendências internacionais quanto a produção nacional, ampliando o repertório que orienta a seleção de peças e marcas.
“Isso também muda a forma como as pessoas escolhem os móveis. Há uma busca maior por peças com significado, que tragam conforto no uso diário e façam sentido no longo prazo. A estética deixa de ser o único fator e passa a dividir espaço com funcionalidade e com a relação que o ambiente estabelece com quem vive ali”, completa a diretora.
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