Ser mãe é um processo em que você passa a ter responsabilidade por outra vida e para sempre. As noites nunca serão as mesmas e a paz mental também não, principalmente quando eles começam a bater voo
Por Marina Kocourek*
Mãe (substantivo feminino) 1. Mulher que deu à luz um filho; genitora. 2. Mulher que cria ou educa uma criança como filha. 3. Figura de proteção, cuidado e afeto. 4. Origem ou fonte de algo.
Se você parar para pensar nessas definições, a maioria das mulheres são mães. Nós nascemos com instintos de cuidado, proteção e amor. Seja pela pessoa que amamos; por quem nos importa, como as amigas e pessoas ao nosso redor; por pets, plantas ou até mesmo algo que consumimos e gostamos muito. Esse cuidado é enorme.
É normal pedirmos a localização das pessoas importantes, falarmos “se cuida”, oferecer casacos no frio, roupa emprestada, um bom conselho – sendo que isso é subjetivo, mas distribuído sempre que possível –, um chá de acalento, uma companhia em um programa que muitas vezes você não queria ir, lavar uma louça ou enxugar lágrimas, defender e comprar brigas, surtar junto, brigar e dar bronca na pessoa depois.
Ser mãe inclui todos esses detalhes e, além de tudo, é conhecer um amor sem fronteiras ou limitações; é desafiar o instinto e amar alguém desconhecido. No caso do amor biológico, alguém feito por você junto a outra pessoa, ver amadurecer dentro da sua barriga, conhecer, lidar, amar e proteger. E creio que isso não vem de bate-pronto. É um processo em que você passa a ter responsabilidades por outra vida e para sempre. As noites nunca serão as mesmas e a paz mental também não, principalmente quando eles começam a bater voo.
Mãe também é um aprendizado e, com o tempo, mais ainda, porque tudo o que ensinamos, valores e princípios, se volta para nós e somos cobrados pelo que ensinamos. Aí é que vemos se fizemos um bom trabalho ou não.
Faz oito meses que perdi minha mãe. Sempre pensei que não conseguiria ficar sem ela. Mas tenho certeza de que, aos seus 91 anos, eu pude curtir, absorver e aprender com todos os ensinamentos e com a forma leve, feliz, desprendida e despretensiosa com que ela levava a vida. Era despida de vaidade e materialismo. Natural, inteligente, divertida, a mulher que tento ser a cada dia.
Pois, após ela ter largado o seu país por um grande amor, por um belo bon vivant boêmio, ela nunca pensou no que os outros achavam a respeito. Apenas curtiu todas as fases e tenho certeza de que, quando descansou aos 91 anos, sabia que fez o que a faria feliz.
E, na sequência, depois de quatro meses, minhas filhas gêmeas foram mães. Então vi como não mudam esses tipos de valores e costumes. Na verdade, eles se moldam e atualizam, e se herdam, pois me surpreendi ao ver como elas já estavam prontas, felizes e cuidando tão bem desses bebês.
Sinto uma admiração que transborda o peito, me enche de orgulho e me faz acreditar que o verdadeiro sinônimo de eternidade é esse: quem e como deixamos para esse mundo, sempre pensando em torná-lo um pouco melhor.
Parabéns a todas as mães! Cuidar é amar, é espalhar amor, e amor é o que move esse nosso mundão.
*Marina Kocourek é atleta e empresária no comando da 220Volts, uma agência de viagens que busca levar grupos de mulheres para correr em diferentes lugares do mundo.
Mãe de pet também é mãe? Claro que é!
Por Seila Prado*
Sou mãe da Nina (que virou anjinho há 2 semanas), do Bolt, do Grandão e da Rita, e sou avó da Catarina (que é filha do Bolt).
Digo que eles não nasceram da minha barriga, mas nasceram do meu coração. Me dão trabalho, alegrias e preocupações do mesmo jeito que um filho humano e já fiz loucuras por eles, como levantar toda madrugada por mais de 2 meses, com o pé quebrado, para procurar a Rita, que estava desaparecida.
Mãe além da definição
Ser mãe é um processo em que você passa a ter responsabilidade por outra vida e para sempre. As noites nunca serão as mesmas e a paz mental também não, principalmente quando eles começam a bater voo
Por Marina Kocourek*
Mãe (substantivo feminino) 1. Mulher que deu à luz um filho; genitora. 2. Mulher que cria ou educa uma criança como filha. 3. Figura de proteção, cuidado e afeto. 4. Origem ou fonte de algo.
Se você parar para pensar nessas definições, a maioria das mulheres são mães. Nós nascemos com instintos de cuidado, proteção e amor. Seja pela pessoa que amamos; por quem nos importa, como as amigas e pessoas ao nosso redor; por pets, plantas ou até mesmo algo que consumimos e gostamos muito. Esse cuidado é enorme.
É normal pedirmos a localização das pessoas importantes, falarmos “se cuida”, oferecer casacos no frio, roupa emprestada, um bom conselho – sendo que isso é subjetivo, mas distribuído sempre que possível –, um chá de acalento, uma companhia em um programa que muitas vezes você não queria ir, lavar uma louça ou enxugar lágrimas, defender e comprar brigas, surtar junto, brigar e dar bronca na pessoa depois.
Ser mãe inclui todos esses detalhes e, além de tudo, é conhecer um amor sem fronteiras ou limitações; é desafiar o instinto e amar alguém desconhecido. No caso do amor biológico, alguém feito por você junto a outra pessoa, ver amadurecer dentro da sua barriga, conhecer, lidar, amar e proteger. E creio que isso não vem de bate-pronto. É um processo em que você passa a ter responsabilidades por outra vida e para sempre. As noites nunca serão as mesmas e a paz mental também não, principalmente quando eles começam a bater voo.
Mãe também é um aprendizado e, com o tempo, mais ainda, porque tudo o que ensinamos, valores e princípios, se volta para nós e somos cobrados pelo que ensinamos. Aí é que vemos se fizemos um bom trabalho ou não.
Faz oito meses que perdi minha mãe. Sempre pensei que não conseguiria ficar sem ela. Mas tenho certeza de que, aos seus 91 anos, eu pude curtir, absorver e aprender com todos os ensinamentos e com a forma leve, feliz, desprendida e despretensiosa com que ela levava a vida. Era despida de vaidade e materialismo. Natural, inteligente, divertida, a mulher que tento ser a cada dia.
Pois, após ela ter largado o seu país por um grande amor, por um belo bon vivant boêmio, ela nunca pensou no que os outros achavam a respeito. Apenas curtiu todas as fases e tenho certeza de que, quando descansou aos 91 anos, sabia que fez o que a faria feliz.
E, na sequência, depois de quatro meses, minhas filhas gêmeas foram mães. Então vi como não mudam esses tipos de valores e costumes. Na verdade, eles se moldam e atualizam, e se herdam, pois me surpreendi ao ver como elas já estavam prontas, felizes e cuidando tão bem desses bebês.
Sinto uma admiração que transborda o peito, me enche de orgulho e me faz acreditar que o verdadeiro sinônimo de eternidade é esse: quem e como deixamos para esse mundo, sempre pensando em torná-lo um pouco melhor.
Parabéns a todas as mães! Cuidar é amar, é espalhar amor, e amor é o que move esse nosso mundão.
*Marina Kocourek é atleta e empresária no comando da 220Volts, uma agência de viagens que busca levar grupos de mulheres para correr em diferentes lugares do mundo.
Mãe de pet também é mãe? Claro que é!
Por Seila Prado*
Sou mãe da Nina (que virou anjinho há 2 semanas), do Bolt, do Grandão e da Rita, e sou avó da Catarina (que é filha do Bolt).
Digo que eles não nasceram da minha barriga, mas nasceram do meu coração. Me dão trabalho, alegrias e preocupações do mesmo jeito que um filho humano e já fiz loucuras por eles, como levantar toda madrugada por mais de 2 meses, com o pé quebrado, para procurar a Rita, que estava desaparecida.
* Amiga e convidada de Marina Kocourek
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