Modelos estofados, orgânicos e ripados ajudam a dar mais personalidade a projetos contemporâneos de dormitórios
Antes vista apenas como um complemento da cama – e, por um tempo, ausente de muitos quartos –, a cabeceira voltou a ocupar um dos cômodos mais íntimos da casa, com uma posição de destaque nos projetos de interiores. Além da função estética, a peça contribui para delimitar o espaço de descanso, trazer conforto e imprimir personalidade ao quarto, acompanhando um movimento de maior atenção aos ambientes ligados ao bem-estar dentro de casa.
Essa transformação também se reflete nas escolhas de materiais, formatos e proporções. Estofados, formas curvas, painéis amadeirados, elementos naturais e composições que ocupam uma área maior da parede aparecem entre as soluções utilizadas para renovar o quarto sem a necessidade de grandes intervenções.
Segundo Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti, hoje as cabeceiras “participam da construção da identidade do quarto. Dependendo do material, do formato e da proporção escolhidos, é possível criar diferentes sensações e transformar a percepção do espaço, tornando-o mais intimista, sofisticado ou contemporâneo”, afirma.
As cabeceiras Mônaco exploram linhas curvas e acabamento acolchoado | Crédito: Divulgação
Entre as tendências, os modelos estofados se destacam pela combinação entre apelo visual e funcionalidade, especialmente para quem tem o hábito de ler, assistir à televisão ou trabalhar na cama. Na curadoria do Mundo Robusti, a cabeceira Mônaco, da Sierra, explora linhas curvas e acabamento acolchoado, enquanto a Damiani aposta em painéis ripados de madeira que avançam pela parede e ajudam a criar profundidade na composição.
As formas orgânicas e os materiais naturais também aparecem nas propostas da Bell’Arte Dreams, marca da Robusti Quartos especializada em soluções voltadas ao descanso. A cama Ananda traz gomos verticais em relevo, que acrescentam movimento ao desenho, enquanto o modelo Pantalla reinterpreta o biombo em uma estrutura integrada à cama e utiliza palha natural para incorporar textura ao espaço. A linha também apresenta versões em couro e soluções mais flexíveis, como grandes almofadas e travesseiros que assumem a função de apoio.
O modelo Pantalla reinterpreta o biombo em uma estrutura integrada à cama
Para Maura, a escolha deve partir não apenas das referências estéticas, mas também das características do espaço e da rotina de quem o utiliza. “Antes de definir um modelo de cabeceira, é importante considerar as proporções do quarto, os hábitos dos moradores e a função que a peça terá no dia a dia. Uma pessoa que costuma ler na cama, por exemplo, tem necessidades diferentes de quem prioriza apenas a composição visual”, indica.
“O projeto precisa equilibrar estética, conforto e funcionalidade para criar um espaço que realmente favoreça o descanso.”
Cabeceiras ganham protagonismo na decoração dos quartos
Modelos estofados, orgânicos e ripados ajudam a dar mais personalidade a projetos contemporâneos de dormitórios
Antes vista apenas como um complemento da cama – e, por um tempo, ausente de muitos quartos –, a cabeceira voltou a ocupar um dos cômodos mais íntimos da casa, com uma posição de destaque nos projetos de interiores. Além da função estética, a peça contribui para delimitar o espaço de descanso, trazer conforto e imprimir personalidade ao quarto, acompanhando um movimento de maior atenção aos ambientes ligados ao bem-estar dentro de casa.
Essa transformação também se reflete nas escolhas de materiais, formatos e proporções. Estofados, formas curvas, painéis amadeirados, elementos naturais e composições que ocupam uma área maior da parede aparecem entre as soluções utilizadas para renovar o quarto sem a necessidade de grandes intervenções.
Segundo Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti, hoje as cabeceiras “participam da construção da identidade do quarto. Dependendo do material, do formato e da proporção escolhidos, é possível criar diferentes sensações e transformar a percepção do espaço, tornando-o mais intimista, sofisticado ou contemporâneo”, afirma.
Entre as tendências, os modelos estofados se destacam pela combinação entre apelo visual e funcionalidade, especialmente para quem tem o hábito de ler, assistir à televisão ou trabalhar na cama. Na curadoria do Mundo Robusti, a cabeceira Mônaco, da Sierra, explora linhas curvas e acabamento acolchoado, enquanto a Damiani aposta em painéis ripados de madeira que avançam pela parede e ajudam a criar profundidade na composição.
As formas orgânicas e os materiais naturais também aparecem nas propostas da Bell’Arte Dreams, marca da Robusti Quartos especializada em soluções voltadas ao descanso. A cama Ananda traz gomos verticais em relevo, que acrescentam movimento ao desenho, enquanto o modelo Pantalla reinterpreta o biombo em uma estrutura integrada à cama e utiliza palha natural para incorporar textura ao espaço. A linha também apresenta versões em couro e soluções mais flexíveis, como grandes almofadas e travesseiros que assumem a função de apoio.
Para Maura, a escolha deve partir não apenas das referências estéticas, mas também das características do espaço e da rotina de quem o utiliza. “Antes de definir um modelo de cabeceira, é importante considerar as proporções do quarto, os hábitos dos moradores e a função que a peça terá no dia a dia. Uma pessoa que costuma ler na cama, por exemplo, tem necessidades diferentes de quem prioriza apenas a composição visual”, indica.
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