Com o tema “O Brasil vive aqui”, a 23ª edição do João Rock reuniu 65 mil pessoas no sábado, 1º de agosto no Parque Permanente de Exposições, em Ribeirão Preto. Durante mais de 12 horas de programação, 34 atrações se dividiram entre cinco palcos dedicados à pluralidade da música brasileira. Ao reunir artistas, ritmos e expressões culturais de diferentes regiões do país, o festival reforçou seu lugar como destino da brasilidade, conectando públicos e gerações em torno da música nacional.
Além da programação musical, a edição trouxe novidades para o público. Pela 1ª vez, o Palco João Rock foi inteiramente construído com painéis de LED – ao todo, foram 1.200m² de telas integrando imagens, iluminação e conteúdos visuais aos shows.
O Palco João Rock abriu sua programação com o tricampeonato de Levinsk na Batalha da Aldeia e seguiu com a Lizium, vencedora do concurso de bandas. Ao longo do dia, Chico Chico, Lagum, Detonautas, Zé Ramalho e Alceu Valença conduziram alguns dos momentos mais marcantes da edição.
Com o tema “De Norte a Sul”, o Palco Brasil reuniu artistas e sonoridades diversas das cinco regiões do país. Os Tucumanus dividiram a apresentação com Victor Xamã em um show marcado por referências à cultura amazônica. Na sequência, a Nação Zumbi levou ao palco seu característico manguebeat e os ritmos pernambucanos. Armandinho manteve a conexão com a plateia ao destacar que o artista é construído pelo público e, mais tarde, Marcelo D2 recebeu Rael em um encontro entre rap e samba. Os Raimundos encerraram a programação do palco com clássicos da carreira e músicas de seu trabalho mais recente.
No Palco Aquarela, dedicado à pluralidade da música brasileira, Urias abriu a programação, seguida por Rachel Reis e Luedji Luna, que apresentou um repertório marcado por influências afro-brasileiras, jazz e R&B. Na sequência, Marina Sena celebrou sua 3ª participação no João Rock e brincou com a possibilidade de manter uma residência no festival. Ana Carolina encerrou as apresentações do espaço com um repertório que percorreu seus 25 anos de carreira.
Voltado à produção independente e aos artistas que vêm conquistando projeção nacional, o Palco Fortalecendo a Cena começou com a School of Rock. Depois, Ajulliacosta apresentou faixas do álbum “Novo Testamento”. Yago Oproprio recebeu Rô Rosa em uma participação surpresa, enquanto FBC voltou ao festival com um show próprio, após ter participado como convidado de Rael na edição anterior. No mesmo palco, Djonga também relembrou sua passagem pelo João Rock em 2019 e reafirmou seu compromisso com o fortalecimento do rap nacional. Criolo, com sua poesia em forma de música, celebrou a potência da nova geração do rap com a frase “Vou aprender com quem está fazendo o som agora”.
Confira algum momentos de destaque durante o João Rock 2026, nos registros do fotógrafo Rafael Cautella:
65 mil participam de edição histórica e cheia de surpresas do João Rock
Com o tema “O Brasil vive aqui”, a 23ª edição do João Rock reuniu 65 mil pessoas no sábado, 1º de agosto no Parque Permanente de Exposições, em Ribeirão Preto. Durante mais de 12 horas de programação, 34 atrações se dividiram entre cinco palcos dedicados à pluralidade da música brasileira. Ao reunir artistas, ritmos e expressões culturais de diferentes regiões do país, o festival reforçou seu lugar como destino da brasilidade, conectando públicos e gerações em torno da música nacional.
Além da programação musical, a edição trouxe novidades para o público. Pela 1ª vez, o Palco João Rock foi inteiramente construído com painéis de LED – ao todo, foram 1.200m² de telas integrando imagens, iluminação e conteúdos visuais aos shows.
O Palco João Rock abriu sua programação com o tricampeonato de Levinsk na Batalha da Aldeia e seguiu com a Lizium, vencedora do concurso de bandas. Ao longo do dia, Chico Chico, Lagum, Detonautas, Zé Ramalho e Alceu Valença conduziram alguns dos momentos mais marcantes da edição.
Com o tema “De Norte a Sul”, o Palco Brasil reuniu artistas e sonoridades diversas das cinco regiões do país. Os Tucumanus dividiram a apresentação com Victor Xamã em um show marcado por referências à cultura amazônica. Na sequência, a Nação Zumbi levou ao palco seu característico manguebeat e os ritmos pernambucanos. Armandinho manteve a conexão com a plateia ao destacar que o artista é construído pelo público e, mais tarde, Marcelo D2 recebeu Rael em um encontro entre rap e samba. Os Raimundos encerraram a programação do palco com clássicos da carreira e músicas de seu trabalho mais recente.
No Palco Aquarela, dedicado à pluralidade da música brasileira, Urias abriu a programação, seguida por Rachel Reis e Luedji Luna, que apresentou um repertório marcado por influências afro-brasileiras, jazz e R&B. Na sequência, Marina Sena celebrou sua 3ª participação no João Rock e brincou com a possibilidade de manter uma residência no festival. Ana Carolina encerrou as apresentações do espaço com um repertório que percorreu seus 25 anos de carreira.
Voltado à produção independente e aos artistas que vêm conquistando projeção nacional, o Palco Fortalecendo a Cena começou com a School of Rock. Depois, Ajulliacosta apresentou faixas do álbum “Novo Testamento”. Yago Oproprio recebeu Rô Rosa em uma participação surpresa, enquanto FBC voltou ao festival com um show próprio, após ter participado como convidado de Rael na edição anterior. No mesmo palco, Djonga também relembrou sua passagem pelo João Rock em 2019 e reafirmou seu compromisso com o fortalecimento do rap nacional. Criolo, com sua poesia em forma de música, celebrou a potência da nova geração do rap com a frase “Vou aprender com quem está fazendo o som agora”.
Confira algum momentos de destaque durante o João Rock 2026, nos registros do fotógrafo Rafael Cautella:
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