Luz natural, pé-direito, conexão com áreas externas e escolha de materiais marcam uma abordagem residencial voltada ao bem-estar e à qualidade de vida
Mais que definir a aparência e a funcionalidade de uma casa, a arquitetura interfere na rotina, no conforto e na relação dos moradores com cada espaço. Iluminação natural, amplitude, proximidade com áreas verdes, cores, texturas e materiais são elementos cada vez mais considerados por seu impacto na percepção e no uso cotidiano dos imóveis.
Para a arquiteta Flavia Camargo, esse olhar amplia o papel da arquitetura residencial ao considerar não apenas a composição visual, mas também as sensações e os comportamentos estimulados por cada escolha. “Luz natural, ventilação, pé-direito, materiais e contato com a natureza podem trazer conforto, acolhimento e bem-estar, bem como estimular diferentes formas de uso e permanência. Um bom projeto é aquele que, além de bonito, compreende as pessoas e cria ambientes que contribuem para uma melhor qualidade de vida”, destaca.
Para Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti – referência em decoração e mobiliário de alto padrão em Ribeirão Preto e região–, esse movimento também pode ser percebido no comportamento dos consumidores.
“Há alguns anos, a preocupação estava muito concentrada na beleza dos móveis e acabamentos. Hoje, percebemos uma busca maior por soluções que tragam conforto, acolhimento e qualidade de vida. A casa precisa acompanhar a rotina e contribuir para que cada espaço seja realmente um lugar de acolhimento e uso”, afirma Maura.
O externo influência no interno
A valorização das áreas externas é um dos reflexos dessa tendência. Varandas, jardins e espaços de convivência passaram a integrar com mais frequência o cotidiano das famílias, favorecendo momentos de descanso, lazer e encontros. Como consequência, cresce a procura por mobiliário desenvolvido para esses ambientes.
Outro aspecto que acompanha essa transformação está na escolha dos revestimentos e das superfícies. Cores, texturas, tapetes, tecidos e cortinas ajudam a criar diferentes sensações, tornando os ambientes mais acolhedores, equilibrados e confortáveis.
A Maiori Casa reúne revestimentos e soluções têxteis que transformam a percepção dos espaços sem a necessidade de alterações estruturais
Para Maura, cada projeto deve refletir a forma como as pessoas desejam viver. “Em um ambiente, não importa apenas a escolha de móveis, tecidos ou revestimentos, mas também como ele será utilizado no dia a dia. As escolhas podem ser um cenário, mas também integrar a experiência dos moradores. Valorizar a luz natural, aproximar a residência da natureza e trabalhar diferentes cores e texturas são escolhas que transformam a percepção dos espaços e a relação das pessoas com a própria casa”, conclui.
Arquitetura passa a priorizar sensações e estimular comportamentos
Luz natural, pé-direito, conexão com áreas externas e escolha de materiais marcam uma abordagem residencial voltada ao bem-estar e à qualidade de vida
Mais que definir a aparência e a funcionalidade de uma casa, a arquitetura interfere na rotina, no conforto e na relação dos moradores com cada espaço. Iluminação natural, amplitude, proximidade com áreas verdes, cores, texturas e materiais são elementos cada vez mais considerados por seu impacto na percepção e no uso cotidiano dos imóveis.
Para a arquiteta Flavia Camargo, esse olhar amplia o papel da arquitetura residencial ao considerar não apenas a composição visual, mas também as sensações e os comportamentos estimulados por cada escolha. “Luz natural, ventilação, pé-direito, materiais e contato com a natureza podem trazer conforto, acolhimento e bem-estar, bem como estimular diferentes formas de uso e permanência. Um bom projeto é aquele que, além de bonito, compreende as pessoas e cria ambientes que contribuem para uma melhor qualidade de vida”, destaca.
Para Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti – referência em decoração e mobiliário de alto padrão em Ribeirão Preto e região–, esse movimento também pode ser percebido no comportamento dos consumidores.
O externo influência no interno
A valorização das áreas externas é um dos reflexos dessa tendência. Varandas, jardins e espaços de convivência passaram a integrar com mais frequência o cotidiano das famílias, favorecendo momentos de descanso, lazer e encontros. Como consequência, cresce a procura por mobiliário desenvolvido para esses ambientes.
Outro aspecto que acompanha essa transformação está na escolha dos revestimentos e das superfícies. Cores, texturas, tapetes, tecidos e cortinas ajudam a criar diferentes sensações, tornando os ambientes mais acolhedores, equilibrados e confortáveis.
Para Maura, cada projeto deve refletir a forma como as pessoas desejam viver. “Em um ambiente, não importa apenas a escolha de móveis, tecidos ou revestimentos, mas também como ele será utilizado no dia a dia. As escolhas podem ser um cenário, mas também integrar a experiência dos moradores. Valorizar a luz natural, aproximar a residência da natureza e trabalhar diferentes cores e texturas são escolhas que transformam a percepção dos espaços e a relação das pessoas com a própria casa”, conclui.
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