O projeto “Nadando na Frente” existe há 16 anos e se expandiu para 10 cidades no Brasil; saiba como ajudar
Incluir crianças em vulnerabilidade social na prática da natação. Esse é o intuito do projeto Nadando na Frente, criado em Ribeirão Preto em 2005. Hoje, o programa, que atende participantes até 12 anos de idade, se expandiu pelo Brasil e atua em outras nove cidades: Orlândia (SP), Pirassununga (SP), Limeira (SP), Umuarama (PR), Guaíra (PR), Cianorte (PR), Fortaleza (CE) e São Luís (MA).
“Iniciamos o projeto porque percebemos que em Ribeirão as piscinas ficavam ociosas durante a semana. Começamos com poucos participantes, mas, atualmente atendemos cerca de 350 crianças na cidade. Crianças que poderiam estar na rua, sendo aliciadas pelo crime”, explica Edmilson Dezordo, responsável pelo projeto, que tem apoio da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e do Ministério Público, na pessoa do Promotor de Justiça Dr. José Gaspar Figueiredo.
Edmilson Dezordo | Foto: Arquivo Pessoal
Em Ribeirão Preto, o projeto utiliza duas piscinas na Cava do Bosque, uma na Vila Virgínia e uma no Clube dos Comerciários. Além disso, os responsáveis orientam e oferecem estrutura para quem queira desenvolver os atendimentos em outras cidades do país. O medalhista olímpico Fernando Scherer é ponto importante nesse processo. “Ele é um grande incentivador, sempre apoiando nossas ações e destacando que o projeto impacta de forma rápida as comunidades onde ele é desenvolvido”, ressalta Dezordo.
“É muito importante apoiar o trabalho e os atendimentos realizados pelo Nadando na Frente. O país precisa de programas como este para ampliar as chances e oportunidades destas crianças praticarem esportes”, defende o ex-atleta. Prova da seriedade do projeto são os parceiros como a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Federação Aquática Paulista (FAP), Federação Cearense de Desportos Aquáticos (FCDA), entre outros.
Fernando Scherer, o Xuxa, é padrinho do projeto | Foto: Divulgação
Como e por que ajudar?
As empresas locais podem apoiar o projeto adotando uma ou mais crianças. “Temos uma enorme lista de espera em todos os polos. A empresa recebe o Selo Social de ‘Empresa que Apoia a Criança’, que pode ser usada no marketing, relacionamento com colaboradores, fornecedores e clientes.”
Além disso, o ESG (Environmental, Social e Governance) é o mais novo indicador para auxiliar os investidores a analisar as empresas de acordo com seu comprometimento com o meio ambiente, as questões sociais e a governança. “Isso é uma tendência porque, hoje, os investidores estão cada vez mais interessados em apoiar as empresas que estejam buscando contribuir genuinamente para a melhoria das condições do planeta. É o chamado investimento com propósito”, destaca Dezordo.
O Nadando na Frente ainda trabalha com as leis de Incentivo ao esporte estadual através da destinação de parte do ICMS e também com a Lei de Incentivo ao Esporte federal, aonde a empresa pode destinar a porcentagem do I.R. “A empresa ainda estampará os materiais utilizados pelas crianças apadrinhadas, como tocas, sungas e maiôs.”
Projeto em Ribeirão atende crianças em vulnerabilidade social com aulas de natação
O projeto “Nadando na Frente” existe há 16 anos e se expandiu para 10 cidades no Brasil; saiba como ajudar
Incluir crianças em vulnerabilidade social na prática da natação. Esse é o intuito do projeto Nadando na Frente, criado em Ribeirão Preto em 2005. Hoje, o programa, que atende participantes até 12 anos de idade, se expandiu pelo Brasil e atua em outras nove cidades: Orlândia (SP), Pirassununga (SP), Limeira (SP), Umuarama (PR), Guaíra (PR), Cianorte (PR), Fortaleza (CE) e São Luís (MA).
“Iniciamos o projeto porque percebemos que em Ribeirão as piscinas ficavam ociosas durante a semana. Começamos com poucos participantes, mas, atualmente atendemos cerca de 350 crianças na cidade. Crianças que poderiam estar na rua, sendo aliciadas pelo crime”, explica Edmilson Dezordo, responsável pelo projeto, que tem apoio da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e do Ministério Público, na pessoa do Promotor de Justiça Dr. José Gaspar Figueiredo.
Em Ribeirão Preto, o projeto utiliza duas piscinas na Cava do Bosque, uma na Vila Virgínia e uma no Clube dos Comerciários. Além disso, os responsáveis orientam e oferecem estrutura para quem queira desenvolver os atendimentos em outras cidades do país. O medalhista olímpico Fernando Scherer é ponto importante nesse processo. “Ele é um grande incentivador, sempre apoiando nossas ações e destacando que o projeto impacta de forma rápida as comunidades onde ele é desenvolvido”, ressalta Dezordo.
“É muito importante apoiar o trabalho e os atendimentos realizados pelo Nadando na Frente. O país precisa de programas como este para ampliar as chances e oportunidades destas crianças praticarem esportes”, defende o ex-atleta. Prova da seriedade do projeto são os parceiros como a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Federação Aquática Paulista (FAP), Federação Cearense de Desportos Aquáticos (FCDA), entre outros.
Como e por que ajudar?
As empresas locais podem apoiar o projeto adotando uma ou mais crianças. “Temos uma enorme lista de espera em todos os polos. A empresa recebe o Selo Social de ‘Empresa que Apoia a Criança’, que pode ser usada no marketing, relacionamento com colaboradores, fornecedores e clientes.”
Além disso, o ESG (Environmental, Social e Governance) é o mais novo indicador para auxiliar os investidores a analisar as empresas de acordo com seu comprometimento com o meio ambiente, as questões sociais e a governança. “Isso é uma tendência porque, hoje, os investidores estão cada vez mais interessados em apoiar as empresas que estejam buscando contribuir genuinamente para a melhoria das condições do planeta. É o chamado investimento com propósito”, destaca Dezordo.
O Nadando na Frente ainda trabalha com as leis de Incentivo ao esporte estadual através da destinação de parte do ICMS e também com a Lei de Incentivo ao Esporte federal, aonde a empresa pode destinar a porcentagem do I.R. “A empresa ainda estampará os materiais utilizados pelas crianças apadrinhadas, como tocas, sungas e maiôs.”
Saiba mais sobre o projeto através do Instagram.
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