Pesquisa Game Brasil (PGB) revela que 58,3% dos gamers brasileiros enxergam potencial de emprego na indústria de jogos
Os games e eSports atualmente ultrapassam o entretenimento e tornam-sem opção de carreira e formação no Brasil. De acordo com a Pesquisa Game Brasil (PGB), divulgada pelo SX Group e Go Gamers, 58,3% dos jogadores acreditam que o setor de jogos eletrônicos oferece boas oportunidades de carreira.
O levantamento entrevistou 14.825 brasileiros, em 26 estados e no Distrito Federal, em janeiro deste ano. Dentre as áreas que os jogadores estão mais otimistas em relação às oportunidades de empregos, se destacam a criação de conteúdo de jogos (68,3%); publicação ou marketing com jogos (68%); programação de jogos (66%); efeitos visuais para jogos (65,7%); e arte, ilustração ou animação de jogos (65%).
Em relação à faixa etária dos gamers, os dados reforçam que não há idade certa para jogar e que a atividade já está presente em praticamente todas as faixas etárias. Isso porque, à princípio as pessoas adentram na área como forma de diversão, antes mesmo de poder se tornar fonte de renda.
O maior público possui entre 25 e 29 anos, com 16,2%. Jovens de 20 a 24 anos representam 15,1%; adultos de 30 a 34 anos compõem mais 16,1% dos jogadores brasileiros e pessoas com 35 a 39 anos representam 15,5%. Brasileiros com 45 anos ou mais também possuem o hábito de jogar em volume páreo, com 15,8% na soma.
Indústria de jogos: Games e eSports ganham força como opção de emprego no Brasil
Pesquisa Game Brasil (PGB) revela que 58,3% dos gamers brasileiros enxergam potencial de emprego na indústria de jogos
Os games e eSports atualmente ultrapassam o entretenimento e tornam-sem opção de carreira e formação no Brasil. De acordo com a Pesquisa Game Brasil (PGB), divulgada pelo SX Group e Go Gamers, 58,3% dos jogadores acreditam que o setor de jogos eletrônicos oferece boas oportunidades de carreira.
O levantamento entrevistou 14.825 brasileiros, em 26 estados e no Distrito Federal, em janeiro deste ano. Dentre as áreas que os jogadores estão mais otimistas em relação às oportunidades de empregos, se destacam a criação de conteúdo de jogos (68,3%); publicação ou marketing com jogos (68%); programação de jogos (66%); efeitos visuais para jogos (65,7%); e arte, ilustração ou animação de jogos (65%).
Em relação à faixa etária dos gamers, os dados reforçam que não há idade certa para jogar e que a atividade já está presente em praticamente todas as faixas etárias. Isso porque, à princípio as pessoas adentram na área como forma de diversão, antes mesmo de poder se tornar fonte de renda.
O maior público possui entre 25 e 29 anos, com 16,2%. Jovens de 20 a 24 anos representam 15,1%; adultos de 30 a 34 anos compõem mais 16,1% dos jogadores brasileiros e pessoas com 35 a 39 anos representam 15,5%. Brasileiros com 45 anos ou mais também possuem o hábito de jogar em volume páreo, com 15,8% na soma.
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