Estudo comprova que o contato das crianças com animais de estimação pode reduzir a chance de desenvolver alergias a diferentes alimentos
As taxas de alergias, incluindo as alimentares, têm aumentado dia a dia. Algumas teorias tentam explicar esse feito nomeando como ‘hipótese de higiene’. Ela consiste em uma ideia comum que se aplica a ambientes excessivamente limpos que, de alguma forma, nos tornam mais vulneráveis a alergias.
Dessa forma, não há exposição às coisas que causam desconforto no início da vida e que automaticamente induzem o trabalho do sistema imunológico a agir contra micróbios e toda a comunidade de microrganismos que os animais, incluindo humanos, carregam em si.
Nos Estados Unidos, a quantidade aproximada de crianças que possuem alergias alimentares chega a 4 milhões, segundo uma pesquisa do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos). Cerca de 16 milhões de adultos também relatam ter alergias alimentares e 200 mil visitas hospitalares a cada ano são em relação a mesma causa.
No entanto, de acordo com estudo feito na Fukushima Medical University, no Japão, pelo pediatra, Dr. Hisao Okabe, crianças que crescem convivendo com cães e gatos possuem menos probabilidade de desenvolver alergias alimentares na vida.
A exposição dos animais de estimação na infância reduz as taxas de múltiplas condições com um componente alérgico, dentre elas: alergias alimentares, eczema, asma e febre do feno, um tipo de rinite alérgica.
Pets podem reduzir risco de alergias alimentares em crianças
Estudo comprova que o contato das crianças com animais de estimação pode reduzir a chance de desenvolver alergias a diferentes alimentos
As taxas de alergias, incluindo as alimentares, têm aumentado dia a dia. Algumas teorias tentam explicar esse feito nomeando como ‘hipótese de higiene’. Ela consiste em uma ideia comum que se aplica a ambientes excessivamente limpos que, de alguma forma, nos tornam mais vulneráveis a alergias.
Dessa forma, não há exposição às coisas que causam desconforto no início da vida e que automaticamente induzem o trabalho do sistema imunológico a agir contra micróbios e toda a comunidade de microrganismos que os animais, incluindo humanos, carregam em si.
Nos Estados Unidos, a quantidade aproximada de crianças que possuem alergias alimentares chega a 4 milhões, segundo uma pesquisa do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos). Cerca de 16 milhões de adultos também relatam ter alergias alimentares e 200 mil visitas hospitalares a cada ano são em relação a mesma causa.
No entanto, de acordo com estudo feito na Fukushima Medical University, no Japão, pelo pediatra, Dr. Hisao Okabe, crianças que crescem convivendo com cães e gatos possuem menos probabilidade de desenvolver alergias alimentares na vida.
A exposição dos animais de estimação na infância reduz as taxas de múltiplas condições com um componente alérgico, dentre elas: alergias alimentares, eczema, asma e febre do feno, um tipo de rinite alérgica.
Leia também
Vitiligo: entenda o que é, causas e tratamentos da doença que ganhou destaque no BBB 22
Nova participante do reality show descobriu a doença aos 9 anos de …
Paladar infantil em adultos: o que é e como resolver?
Especialista no tema explica o que é esse hábito que acompanha o …
Elmôr e Costardi, a clínica Pic Pic de Amor, celebra 11 anos de conexão e cuidado com seus pacientes
No sábado, 4 de outubro, a Elmôr e Costardi viveu um momento …
Pré-Eclâmpsia: saiba como o diagnóstico precoce pode evitar complicações na gravidez
Obstetra do Hospital Materno-Infantil Sinhá Junqueira, do Hapvida, explica as causas e …