Com indicação a prêmio de melhor ator, Amaury Lorenzo estrela o espetáculo que terá sessões em 23 e 24 de março no Teatro Municipal
Continuando uma trajetória de sucesso em vários palcos, o espetáculo A Luta chegará ao Teatro Municipal de Ribeirão Preto com mais uma conquista: a indicação do seu protagonista, Amaury Lorenzo, ao Prêmio Cesgranrio de Teatro como melhor ator. O reconhecimento da crítica vem na sequência do sucesso com o público, que começou com a participação do artista na novela “Terra e Paixão”, dando vida a Ramiro.
Com direção de Rose Abdallah e dramaturgia de Ivan Jaf, a peça é um monólogo teatral baseado na 3ª parte do livro Os sertões, de Euclides da Cunha, e terá duas sessões na cidade: em 23 de março (sábado), às 20h, e em 24 (março), às 19h. Os ingressos já estão disponíveis (clique aqui).
Nesse monólogo, o ator se transforma em um rapsodo que conta, em uma longa prosa épica, as batalhas ocorridas em Canudos, em 1896, entre os homens e mulheres chefiados por Antônio Conselheiro e as forças militares da República, recém-proclamada no Brasil (1889).
Da mesma maneira que os rapsodos cantavam a Ilíada e a Odisseia de Homero, mantendo essas longas epopeias vivas pela fala e a memória, antes de poderem ser escritas, pode-se imaginar a Guerra de Canudos, segundo a visão de Euclides da Cunha, sendo narrada por um “contador de História” diante de uma plateia. Um só ator, usando a fala e o corpo, conta as sucessivas investidas do exército brasileiro contra o arraial e a reação de seus habitantes.
Ator Amaury Lorenzo | Crédito: Nando Machado/Divulgação
Na última parte de sua grande obra, o escritor criou uma simbologia poderosa, abandonando a linguagem acadêmica para traduzir jornalisticamente uma guerra de ideias: a luta entre as forças republicanas, que traziam a modernidade, contra o obscurantismo religioso, que alicerçava a monarquia; os brasileiros do litoral contra os do interior; as elites contra o povo; a fé contra a razão… para concluirmos que os dois lados acabaram se unindo pela intolerância e a violência.
Sobre o ator
Também diretor, dramaturgo e coreógrafo com 30 anos de carreira, Amaury Lorenzo Estudou Artes Cênicas e Dança Contemporânea. Além de “Terra e Paixão”, atuou em novelas como “Além da Ilusão”, “Nos Tempos do Imperador” e “A Dona do Pedaço”.
No Teatro, esteve em “A Paixão de Cristo”, “Cervantes”, “Dez Dias que Abalaram o Mundo” e outros. Já no cinema, estreou o longa metragem “Airão – Ancestrais da Amazônia” e o curta metragem “Lucas”.
Ator de destaque em novela da Globo apresenta ‘A Luta’ em Ribeirão
Com indicação a prêmio de melhor ator, Amaury Lorenzo estrela o espetáculo que terá sessões em 23 e 24 de março no Teatro Municipal
Continuando uma trajetória de sucesso em vários palcos, o espetáculo A Luta chegará ao Teatro Municipal de Ribeirão Preto com mais uma conquista: a indicação do seu protagonista, Amaury Lorenzo, ao Prêmio Cesgranrio de Teatro como melhor ator. O reconhecimento da crítica vem na sequência do sucesso com o público, que começou com a participação do artista na novela “Terra e Paixão”, dando vida a Ramiro.
Com direção de Rose Abdallah e dramaturgia de Ivan Jaf, a peça é um monólogo teatral baseado na 3ª parte do livro Os sertões, de Euclides da Cunha, e terá duas sessões na cidade: em 23 de março (sábado), às 20h, e em 24 (março), às 19h. Os ingressos já estão disponíveis (clique aqui).
Nesse monólogo, o ator se transforma em um rapsodo que conta, em uma longa prosa épica, as batalhas ocorridas em Canudos, em 1896, entre os homens e mulheres chefiados por Antônio Conselheiro e as forças militares da República, recém-proclamada no Brasil (1889).
Da mesma maneira que os rapsodos cantavam a Ilíada e a Odisseia de Homero, mantendo essas longas epopeias vivas pela fala e a memória, antes de poderem ser escritas, pode-se imaginar a Guerra de Canudos, segundo a visão de Euclides da Cunha, sendo narrada por um “contador de História” diante de uma plateia. Um só ator, usando a fala e o corpo, conta as sucessivas investidas do exército brasileiro contra o arraial e a reação de seus habitantes.
Na última parte de sua grande obra, o escritor criou uma simbologia poderosa, abandonando a linguagem acadêmica para traduzir jornalisticamente uma guerra de ideias: a luta entre as forças republicanas, que traziam a modernidade, contra o obscurantismo religioso, que alicerçava a monarquia; os brasileiros do litoral contra os do interior; as elites contra o povo; a fé contra a razão… para concluirmos que os dois lados acabaram se unindo pela intolerância e a violência.
Sobre o ator
Também diretor, dramaturgo e coreógrafo com 30 anos de carreira, Amaury Lorenzo Estudou Artes Cênicas e Dança Contemporânea. Além de “Terra e Paixão”, atuou em novelas como “Além da Ilusão”, “Nos Tempos do Imperador” e “A Dona do Pedaço”.
No Teatro, esteve em “A Paixão de Cristo”, “Cervantes”, “Dez Dias que Abalaram o Mundo” e outros. Já no cinema, estreou o longa metragem “Airão – Ancestrais da Amazônia” e o curta metragem “Lucas”.
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