Material ganha espaço na decoração contemporânea e reflete busca por sensorialidade e estética atemporal nos ambientes
Depois de um período mais associado a propostas clássicas, o couro amplia ainda mais sua presença em projetos contemporâneos e mantém seu caráter arrojado na decoração, dentro de um movimento que valoriza menos o excesso e mais a permanência. O material aparece com nova leitura em projetos que priorizam conforto, resistência e uma linguagem mais discreta, alinhada a um comportamento que privilegia escolhas duradouras para os ambientes da casa.
O fortalecimento do uso do couro acompanha uma transformação ampla no consumo: em vez de seguir tendências de curto prazo, cresce o interesse por soluções que preservam qualidade e relevância ao longo do tempo, tanto do ponto de vista estético quanto funcional.
“O couro reúne atributos que dialogam com a nova forma dos projetos. Há uma valorização maior de elementos que transmitam conforto e tenham presença no ambiente, e o material equilibra sofisticação, durabilidade e versatilidade, mantendo-se atual ao longo do tempo”, comenta Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti.
A cadeira reclinável Re-Vive, da italiana Natuzzi, foi desenvolvida para se adaptar aos movimentos do corpo
No design internacional, marcas como a Natuzzi, referência mundial em estofados de couro, reforçam essa evolução ao unir tecnologia, ergonomia e sofisticação. Um dos exemplos é a cadeira reclinável Re-Vive, desenvolvida para adaptar-se aos movimentos do corpo e proporcionar diferentes posições por meio de mecanismos inteligentes. Aliada ao revestimento natural, a peça cria uma nova leitura de bem-estar associada ao estilo contemporâneo.
Já no design autoral brasileiro, o couro ganha novas interpretações. Estúdios como o Mula Preta utilizam o material em criações esculturais, com proporções marcantes e forte identidade estética. Em cadeiras, banquetas e poltronas, deixa de ser apenas um acabamento e passa a atuar como elemento principal do desenho, contribuindo tanto para a expressão visual quanto para a experiência sensorial.
O couro ganha novas interpretações no Estúdio Mula Preta em criações esculturais e com forte identidade estética
Em marcas como a Sierra, o couro aparece em diferentes linhas de mobiliário e complementos, aplicado em cadeiras, módulos e almofadas. As versões variam entre naturais e sintéticas, geralmente combinadas a outros materiais e acabamentos, em propostas que equilibram resistência e atemporalidade, ampliando as possibilidades de uso nos ambientes.
“O couro tem a capacidade rara de transformar o espaço sem precisar de excesso. Ele traz textura, conforto e profundidade e, por isso, aparece cada vez mais em projetos que buscam uma estética essencial e duradoura. É um material que atravessa momentos do design sem perder relevância.”
Couro volta aos projetos em nova leitura, alinhado à durabilidade e conforto
Material ganha espaço na decoração contemporânea e reflete busca por sensorialidade e estética atemporal nos ambientes
Depois de um período mais associado a propostas clássicas, o couro amplia ainda mais sua presença em projetos contemporâneos e mantém seu caráter arrojado na decoração, dentro de um movimento que valoriza menos o excesso e mais a permanência. O material aparece com nova leitura em projetos que priorizam conforto, resistência e uma linguagem mais discreta, alinhada a um comportamento que privilegia escolhas duradouras para os ambientes da casa.
O fortalecimento do uso do couro acompanha uma transformação ampla no consumo: em vez de seguir tendências de curto prazo, cresce o interesse por soluções que preservam qualidade e relevância ao longo do tempo, tanto do ponto de vista estético quanto funcional.
“O couro reúne atributos que dialogam com a nova forma dos projetos. Há uma valorização maior de elementos que transmitam conforto e tenham presença no ambiente, e o material equilibra sofisticação, durabilidade e versatilidade, mantendo-se atual ao longo do tempo”, comenta Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti.
No design internacional, marcas como a Natuzzi, referência mundial em estofados de couro, reforçam essa evolução ao unir tecnologia, ergonomia e sofisticação. Um dos exemplos é a cadeira reclinável Re-Vive, desenvolvida para adaptar-se aos movimentos do corpo e proporcionar diferentes posições por meio de mecanismos inteligentes. Aliada ao revestimento natural, a peça cria uma nova leitura de bem-estar associada ao estilo contemporâneo.
Já no design autoral brasileiro, o couro ganha novas interpretações. Estúdios como o Mula Preta utilizam o material em criações esculturais, com proporções marcantes e forte identidade estética. Em cadeiras, banquetas e poltronas, deixa de ser apenas um acabamento e passa a atuar como elemento principal do desenho, contribuindo tanto para a expressão visual quanto para a experiência sensorial.
Em marcas como a Sierra, o couro aparece em diferentes linhas de mobiliário e complementos, aplicado em cadeiras, módulos e almofadas. As versões variam entre naturais e sintéticas, geralmente combinadas a outros materiais e acabamentos, em propostas que equilibram resistência e atemporalidade, ampliando as possibilidades de uso nos ambientes.
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