Encontro promovido pela plataforma Agrotalk Meeting reúne grandes nomes da bioenergia, comércio internacional e relações com o mercado asiático
A consolidação da Rota Bioceânica como um dos mais relevantes corredores logísticos da América do Sul será o tema central do Agrotalk Business, que acontecerá em 15 de setembro, a partir das 18h, no Hangar Fontoura, em Ribeirão Preto.
Sob o tema “Rota Bioceânica: conectando o Agro, a Mineração e a Bioenergia aos motores da transformação econômica latino-americana”, o encontro reunirá produtores rurais, executivos e convidados internacionais para discutir como a integração logística entre as regiões produtoras brasileiras, os portos do norte do Chile e os mercados da Ásia pode reduzir custos logísticos, diversificar destinos de exportação e ampliar a competitividade de setores como agronegócio, mineração, infraestrutura e bioenergia.
“A Rota Bioceânica simboliza uma nova visão de integração regional. Mais do que reduzir distâncias, ela aproxima economias, fortalece cadeias produtivas e cria oportunidades para investimentos, inovação e desenvolvimento. O Agrotalk Business foi concebido para reunir diferentes setores em torno de um debate capaz de influenciar o futuro da competitividade brasileira e latino-americana”, comenta a presidente Aryane Garcia, presidente da plataforma Agrotalk Meeting e CEO da AGX Estratégias de Comunicação, responsáveis pela promoção e organização do evento.
Três pilares do debate sobre a Rota Bioceânica
Três painelistas já confirmados ilustram bem os pilares do debate: a ponte comercial entre Brasil e China, a produção de energia renovável que sustenta parte da pauta exportadora brasileira e a articulação comercial com o Chile, porta de saída da Rota Bioceânica para os mercados asiáticos.
A 1ª a fazer parte do painel é Selma Nunes, eleita em 2026 presidente da Câmara de Comércio Chile-Brasil para o período 2026-2029, entidade da qual integra o conselho diretor desde 2008 e onde antes ocupou a vice-presidência. À frente da câmara, sua agenda é dedicada a ampliar missões empresariais rumo ao Chile, fortalecer o crescimento institucional da entidade e aprofundar a relação com os associados, pauta que dialoga diretamente com o eixo da Rota Bioceânica, já que os portos chilenos são a porta de saída da produção sul-americana para a Ásia. Em 2020, assumiu a presidência da Organização de Mulheres Empresárias do Chile, vinculada à Les Femmes Chefs d’Entreprise Mondiales, entidade francesa com 79 anos de história e presença em mais de 130 países.
Nascido em Xangai e formado em economia pela Universidade Cornell (EUA), Charles Andrew Tang chegou ao Brasil há mais de 30 anos após atuar como executivo do Bank of Boston, instituição onde introduziu o leasing (arrendamento mercantil) no país. Hoje preside a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, entidade reconhecida como a única câmara bilateral entre os dois países legitimada pelo Conselho Chinês para Promoção do Comércio Internacional. Tang também preside a Câmara Paraguai-China, criada por decreto presidencial paraguaio, o que conecta seu currículo ao eixo Brasil-Paraguai-China. Entre outros títulos, é Senior Fellow do Center for China and Globalization, em Pequim, e conselheiro econômico de governos provinciais e municipais chineses.
Já Hugo Cagno Filho, natural de Ribeirão Preto, representa o outro pilar do debate: a bioenergia como motor estratégico da economia brasileira. Iniciou a carreira em 1975, na Manah S/A, como assistente técnico de campo, e hoje é diretor-executivo da Usina Vertente/Tereos e do Grupo Humus Agroterra, um dos fornecedores de cana mais tradicionais de São Paulo. Preside a UDOP (União Nacional da Bioenergia) desde 2022 e foi reconduzido ao cargo para o biênio 2026-2028 em eleição realizada em junho. É também conselheiro do Conselho do Agronegócio da Fiesp, da Unica e da Canaoeste, e foi homenageado neste ano no prêmio 100 Mais Influentes do Agronegócio 2026, na categoria “Gestão e Eficiência”.
Integração entre setores estratégicos
A programação contemplará debates sobre agronegócio, mineração, bioenergia, infraestrutura, logística, investimentos e comércio internacional. Segundo a organização, um dos diferenciais desta edição é promover um ambiente qualificado para aproximar poder público, iniciativa privada, entidades representativas e lideranças dos principais setores produtivos do país.
Agrotalk promove conexão entre diferentes setores em Ribeirão | Créditos: divulgação
“Grandes transformações econômicas acontecem quando diferentes setores dialogam. Queremos continuar promovendo conexões que impulsionem negócios, fortaleçam parcerias e contribuam para o desenvolvimento econômico do Brasil e da América do Sul”, acrescenta Aryane Garcia.
Debate sobre Rota Bioceânica reúne Selma Nunes, Charles Tang e Hugo Cagno
Encontro promovido pela plataforma Agrotalk Meeting reúne grandes nomes da bioenergia, comércio internacional e relações com o mercado asiático
A consolidação da Rota Bioceânica como um dos mais relevantes corredores logísticos da América do Sul será o tema central do Agrotalk Business, que acontecerá em 15 de setembro, a partir das 18h, no Hangar Fontoura, em Ribeirão Preto.
Sob o tema “Rota Bioceânica: conectando o Agro, a Mineração e a Bioenergia aos motores da transformação econômica latino-americana”, o encontro reunirá produtores rurais, executivos e convidados internacionais para discutir como a integração logística entre as regiões produtoras brasileiras, os portos do norte do Chile e os mercados da Ásia pode reduzir custos logísticos, diversificar destinos de exportação e ampliar a competitividade de setores como agronegócio, mineração, infraestrutura e bioenergia.
“A Rota Bioceânica simboliza uma nova visão de integração regional. Mais do que reduzir distâncias, ela aproxima economias, fortalece cadeias produtivas e cria oportunidades para investimentos, inovação e desenvolvimento. O Agrotalk Business foi concebido para reunir diferentes setores em torno de um debate capaz de influenciar o futuro da competitividade brasileira e latino-americana”, comenta a presidente Aryane Garcia, presidente da plataforma Agrotalk Meeting e CEO da AGX Estratégias de Comunicação, responsáveis pela promoção e organização do evento.
Três pilares do debate sobre a Rota Bioceânica
Três painelistas já confirmados ilustram bem os pilares do debate: a ponte comercial entre Brasil e China, a produção de energia renovável que sustenta parte da pauta exportadora brasileira e a articulação comercial com o Chile, porta de saída da Rota Bioceânica para os mercados asiáticos.
A 1ª a fazer parte do painel é Selma Nunes, eleita em 2026 presidente da Câmara de Comércio Chile-Brasil para o período 2026-2029, entidade da qual integra o conselho diretor desde 2008 e onde antes ocupou a vice-presidência. À frente da câmara, sua agenda é dedicada a ampliar missões empresariais rumo ao Chile, fortalecer o crescimento institucional da entidade e aprofundar a relação com os associados, pauta que dialoga diretamente com o eixo da Rota Bioceânica, já que os portos chilenos são a porta de saída da produção sul-americana para a Ásia. Em 2020, assumiu a presidência da Organização de Mulheres Empresárias do Chile, vinculada à Les Femmes Chefs d’Entreprise Mondiales, entidade francesa com 79 anos de história e presença em mais de 130 países.
Nascido em Xangai e formado em economia pela Universidade Cornell (EUA), Charles Andrew Tang chegou ao Brasil há mais de 30 anos após atuar como executivo do Bank of Boston, instituição onde introduziu o leasing (arrendamento mercantil) no país. Hoje preside a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, entidade reconhecida como a única câmara bilateral entre os dois países legitimada pelo Conselho Chinês para Promoção do Comércio Internacional. Tang também preside a Câmara Paraguai-China, criada por decreto presidencial paraguaio, o que conecta seu currículo ao eixo Brasil-Paraguai-China. Entre outros títulos, é Senior Fellow do Center for China and Globalization, em Pequim, e conselheiro econômico de governos provinciais e municipais chineses.
Já Hugo Cagno Filho, natural de Ribeirão Preto, representa o outro pilar do debate: a bioenergia como motor estratégico da economia brasileira. Iniciou a carreira em 1975, na Manah S/A, como assistente técnico de campo, e hoje é diretor-executivo da Usina Vertente/Tereos e do Grupo Humus Agroterra, um dos fornecedores de cana mais tradicionais de São Paulo. Preside a UDOP (União Nacional da Bioenergia) desde 2022 e foi reconduzido ao cargo para o biênio 2026-2028 em eleição realizada em junho. É também conselheiro do Conselho do Agronegócio da Fiesp, da Unica e da Canaoeste, e foi homenageado neste ano no prêmio 100 Mais Influentes do Agronegócio 2026, na categoria “Gestão e Eficiência”.
Integração entre setores estratégicos
A programação contemplará debates sobre agronegócio, mineração, bioenergia, infraestrutura, logística, investimentos e comércio internacional. Segundo a organização, um dos diferenciais desta edição é promover um ambiente qualificado para aproximar poder público, iniciativa privada, entidades representativas e lideranças dos principais setores produtivos do país.
“Grandes transformações econômicas acontecem quando diferentes setores dialogam. Queremos continuar promovendo conexões que impulsionem negócios, fortaleçam parcerias e contribuam para o desenvolvimento econômico do Brasil e da América do Sul”, acrescenta Aryane Garcia.
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