Móveis de alto padrão e escolhas sensoriais podem promover bem-estar e melhorar a saúde emocional
Luz, cor, textura, som e até o toque dos móveis. Cada detalhe do ambiente onde vivemos ou trabalhamos exerce uma influência sobre nossa saúde emocional e mental. Para Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti, marca especializada em móveis de alto padrão, entender essa relação entre espaço e comportamento é essencial na criação de ambientes que acolhem e inspiram.
“Em tempos em que a saúde mental passou a ocupar um espaço importante nas conversas do dia a dia, reconhecer que o ambiente pode reprogramar o cérebro e gerar bem-estar é fundamental”, afirma Maura. Segundo ela, viver em espaços cujo design de interiores foi pensado para acolher pode provocar reações químicas positivas, ajudando a regular o relógio biológico e um estado mental mais equilibrado.
Design para os cinco sentidos
Pensar em bem-estar por meio do mobiliário e da ambientação envolve estímulos sensoriais que vão além da estética. Visão, tato, audição, olfato e até o paladar podem ser impactados por escolhas conscientes no espaço. “Iluminação adequada, conforto acústico e, sobretudo, móveis que façam sentido para o estilo de vida de cada pessoa são aspectos fundamentais”, reforça Maura.
Ela destaca que o design e o design de interiores influenciam decisões, sentimentos e níveis de produtividade. “Ambientes bem planejados nos conectam com nossa essência. O ser humano precisa estar no centro de cada projeto. Só assim é possível criar espaços que realmente contribuam para o seu bem-estar físico e emocional”.
Pequenas mudanças, grandes resultados
Não é necessário transformar totalmente um espaço para alcançar mais equilíbrio e conforto. Mudanças simples, como a troca de lâmpadas brancas por versões de luz amarela em áreas de descanso, já podem melhorar a qualidade do sono ao estimular a produção natural de melatonina, por exemplo. Além disso, tecidos como linho e algodão contribuem para uma experiência tátil que ativa os sentidos e gera estímulos positivos ao cérebro.
“A decoração é mais que estética: ela nos acompanha todos os dias e precisa ter propósito. Um bom projeto transforma a maneira como vivemos e sentimos o mundo à nossa volta.”
Design de interiores influencia produtividade e equilíbrio emocional
Móveis de alto padrão e escolhas sensoriais podem promover bem-estar e melhorar a saúde emocional
Luz, cor, textura, som e até o toque dos móveis. Cada detalhe do ambiente onde vivemos ou trabalhamos exerce uma influência sobre nossa saúde emocional e mental. Para Maura Robusti, diretora do Mundo Robusti, marca especializada em móveis de alto padrão, entender essa relação entre espaço e comportamento é essencial na criação de ambientes que acolhem e inspiram.
“Em tempos em que a saúde mental passou a ocupar um espaço importante nas conversas do dia a dia, reconhecer que o ambiente pode reprogramar o cérebro e gerar bem-estar é fundamental”, afirma Maura. Segundo ela, viver em espaços cujo design de interiores foi pensado para acolher pode provocar reações químicas positivas, ajudando a regular o relógio biológico e um estado mental mais equilibrado.
Design para os cinco sentidos
Pensar em bem-estar por meio do mobiliário e da ambientação envolve estímulos sensoriais que vão além da estética. Visão, tato, audição, olfato e até o paladar podem ser impactados por escolhas conscientes no espaço. “Iluminação adequada, conforto acústico e, sobretudo, móveis que façam sentido para o estilo de vida de cada pessoa são aspectos fundamentais”, reforça Maura.
Ela destaca que o design e o design de interiores influenciam decisões, sentimentos e níveis de produtividade. “Ambientes bem planejados nos conectam com nossa essência. O ser humano precisa estar no centro de cada projeto. Só assim é possível criar espaços que realmente contribuam para o seu bem-estar físico e emocional”.
Pequenas mudanças, grandes resultados
Não é necessário transformar totalmente um espaço para alcançar mais equilíbrio e conforto. Mudanças simples, como a troca de lâmpadas brancas por versões de luz amarela em áreas de descanso, já podem melhorar a qualidade do sono ao estimular a produção natural de melatonina, por exemplo. Além disso, tecidos como linho e algodão contribuem para uma experiência tátil que ativa os sentidos e gera estímulos positivos ao cérebro.
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