Banco Central confirmou que é Drex o nome da nova moeda digital brasileira, que deverá chegar a correntistas até o fim de 2024
A moeda virtual que equivalerá ao dinheiro em circulação se chamará Drex. O nome foi confirmado pelo economista do Banco Central (BC) Fabio Araujo, coordenador da iniciativa, que também revelou que cada letra do nome do Real digital equivale a uma característica da ferramenta.
O D representa a palavra digital; o R representa o Real; o E, a palavra eletrônica; e o X passa a ideia de modernidade e de conexão, além de repetir a última letra do Pix, sistema de transferência instantânea criado em 2020. “A solução, anteriormente referida por Real Digital, propiciará um ambiente seguro e regulado para a geração de novos negócios e o acesso mais democrático aos benefícios da digitalização da economia a cidadãos e empreendedores”, destacou o BC.
Drex não é criptomoeda
Diferentemente das criptomoedas, cuja cotação é atrelada à demanda e à oferta, o Drex terá o mesmo valor do Real. Cada R$1 valerá 1 Drex, com a moeda digital sendo garantida pelo Banco Central –as criptomoedas não têm garantia de nenhuma autoridade monetária.
Moeda de atacado, não de varejo, o Drex não será acessado diretamente pelos correntistas, mas por meio de carteiras virtuais atreladas a uma instituição de pagamento, como bancos e correspondentes bancários.
Na prática, o Drex funcionará como “um primo do Pix”, mas com diferentes finalidades e escalas de valores. Enquanto o Pix obedece a limites de segurança e é usado, na maior parte das vezes, para transações comerciais, o Drex poderá ser usado para comprar imóveis, veículos e até títulos públicos.
Drex: o Real digital “primo do pix”
Banco Central confirmou que é Drex o nome da nova moeda digital brasileira, que deverá chegar a correntistas até o fim de 2024
A moeda virtual que equivalerá ao dinheiro em circulação se chamará Drex. O nome foi confirmado pelo economista do Banco Central (BC) Fabio Araujo, coordenador da iniciativa, que também revelou que cada letra do nome do Real digital equivale a uma característica da ferramenta.
O D representa a palavra digital; o R representa o Real; o E, a palavra eletrônica; e o X passa a ideia de modernidade e de conexão, além de repetir a última letra do Pix, sistema de transferência instantânea criado em 2020. “A solução, anteriormente referida por Real Digital, propiciará um ambiente seguro e regulado para a geração de novos negócios e o acesso mais democrático aos benefícios da digitalização da economia a cidadãos e empreendedores”, destacou o BC.
Drex não é criptomoeda
Diferentemente das criptomoedas, cuja cotação é atrelada à demanda e à oferta, o Drex terá o mesmo valor do Real. Cada R$1 valerá 1 Drex, com a moeda digital sendo garantida pelo Banco Central –as criptomoedas não têm garantia de nenhuma autoridade monetária.
Moeda de atacado, não de varejo, o Drex não será acessado diretamente pelos correntistas, mas por meio de carteiras virtuais atreladas a uma instituição de pagamento, como bancos e correspondentes bancários.
Na prática, o Drex funcionará como “um primo do Pix”, mas com diferentes finalidades e escalas de valores. Enquanto o Pix obedece a limites de segurança e é usado, na maior parte das vezes, para transações comerciais, o Drex poderá ser usado para comprar imóveis, veículos e até títulos públicos.
Com informações da Agência Brasil
Leia também
Programa de residência seleciona 20 startups em Ribeirão Preto
Cinco hubs do município se uniram de forma inédita para oferecer espaço …
Por que Dubai é um dos destinos mais procurados pelos investidores?
Um dos sete emirados que formam os Emirados Árabes Unidos, Dubai é …
Uma fonte de motivação que nunca cessa
Liderando o Grupo Cedro desde 1987, Imara Borges de Oliveira transforma, diariamente, …
O que veremos em 2024
Por Adilson Haddad, CEO do Mundo Zumm Em contínuo crescimento, o audiovisual …