Cresce o número de diagnósticos da dengue em Ribeirão, provocando os especialistas a destacarem a imunização e as medidas contra o mosquito como formas eficazes de combate
O avanço dos casos de dengue em Ribeirão Preto acende um alerta para a população e os profissionais de saúde. Entre os dias 1º e 15 de janeiro, 187 pessoas foram diagnosticadas com a doença em diferentes regiões de Ribeirão Preto, segundo a Secretaria de Saúde. Duas mortes estão sob investigação, e cerca de mil exames aguardam confirmação.
Dra. Sílvia Fonseca, médica infectologista, explica que a vacinação é uma ferramenta crucial para conter a disseminação do vírus. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a vacina para crianças de 10 a 14 anos, consideradas mais suscetíveis às complicações da dengue, reforçando a importância da imunização. “A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de três meses. Ela reduz os sintomas, diminui a mortalidade e é segura. Trata-se de uma forma eficaz de prevenção”, explica a médica.
Na rede particular, a vacina também está disponível para adultos de até 59 anos, com custo médio de R$ 400 por dose. Este ano, especialistas alertam para a maior circulação do sorotipo 3 da dengue em Ribeirão, que não predominava há anos, ampliando o risco de contágio em quem não possui imunidade contra o vírus. “Qualquer sorotipo pode levar a casos graves, mas o tipo 3 preocupa porque há pouca imunidade contra ele”, ressalta a Dra. Sílvia.
Além da vacinação, a prevenção envolve ações como eliminar focos de água parada em vasos de plantas, pneus e calhas, manter lixeiras sempre fechadas e utilizar telas de proteção nas janelas. O uso de repelentes também é essencial, devendo ser reaplicado a cada quatro horas ou conforme indicado pelo fabricante. “O repelente deve ser reaplicado a cada quatro horas ou conforme as orientações do fabricante. Essa é uma medida eficaz para evitar as picadas do mosquito Aedes aegypti”, orienta a infectologista.
Outro ponto fundamental é a hidratação em caso de infecção. Nos casos de infecção, a hidratação adequada é fundamental para a recuperação, priorizando líquidos como água, sucos naturais e soro caseiro. No entanto, medicamentos como anti-inflamatórios e ácido acetilsalicílico devem ser evitados, sendo indicados apenas dipirona ou paracetamol.
Especialistas reforçam alerta de prevenção contra a dengue em Ribeirão
Cresce o número de diagnósticos da dengue em Ribeirão, provocando os especialistas a destacarem a imunização e as medidas contra o mosquito como formas eficazes de combate
O avanço dos casos de dengue em Ribeirão Preto acende um alerta para a população e os profissionais de saúde. Entre os dias 1º e 15 de janeiro, 187 pessoas foram diagnosticadas com a doença em diferentes regiões de Ribeirão Preto, segundo a Secretaria de Saúde. Duas mortes estão sob investigação, e cerca de mil exames aguardam confirmação.
Dra. Sílvia Fonseca, médica infectologista, explica que a vacinação é uma ferramenta crucial para conter a disseminação do vírus. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a vacina para crianças de 10 a 14 anos, consideradas mais suscetíveis às complicações da dengue, reforçando a importância da imunização. “A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de três meses. Ela reduz os sintomas, diminui a mortalidade e é segura. Trata-se de uma forma eficaz de prevenção”, explica a médica.
Na rede particular, a vacina também está disponível para adultos de até 59 anos, com custo médio de R$ 400 por dose. Este ano, especialistas alertam para a maior circulação do sorotipo 3 da dengue em Ribeirão, que não predominava há anos, ampliando o risco de contágio em quem não possui imunidade contra o vírus. “Qualquer sorotipo pode levar a casos graves, mas o tipo 3 preocupa porque há pouca imunidade contra ele”, ressalta a Dra. Sílvia.
Além da vacinação, a prevenção envolve ações como eliminar focos de água parada em vasos de plantas, pneus e calhas, manter lixeiras sempre fechadas e utilizar telas de proteção nas janelas. O uso de repelentes também é essencial, devendo ser reaplicado a cada quatro horas ou conforme indicado pelo fabricante. “O repelente deve ser reaplicado a cada quatro horas ou conforme as orientações do fabricante. Essa é uma medida eficaz para evitar as picadas do mosquito Aedes aegypti”, orienta a infectologista.
Outro ponto fundamental é a hidratação em caso de infecção. Nos casos de infecção, a hidratação adequada é fundamental para a recuperação, priorizando líquidos como água, sucos naturais e soro caseiro. No entanto, medicamentos como anti-inflamatórios e ácido acetilsalicílico devem ser evitados, sendo indicados apenas dipirona ou paracetamol.
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