Estima-se que o potencial do mercado global de femtechs – startups que utilizam tecnologia para melhorar a saúde e bem-estar das mulheres – é de US$ 50 bilhões
No planeta, teremos em 2025 um contingente de um bilhão de mulheres no período da pré-menopausa ou menopausa, em um contexto populacional estimado em 8,2 bilhões de habitantes, de acordo com a Organização Mundial das Nações Unidas (ONU).
Segundo a Associação de Femtechs brasileiras, 90% das decisões sobre cuidados primários de saúde para famílias também são tomadas por mulheres. Por isso, alguns países já estão alertas para as demandas desse enorme mercado consumidor; nos Estados Unidos, por exemplo, uma série de tecnologias já estão sendo desenvolvidas para atender as mulheres nessa fase da vida, marcada pelo fim do ciclo reprodutivo.
De acordo com Maure Pessanha, presidente do Conselho da Artemisia (organização pioneira no Brasil no fomento de negócios de impacto social e ambiental), a Frost & Sullivan (empresa americana de consultoria de negócios), estima-se que o potencial do mercado global de femtechs – startups que utilizam tecnologia para melhorar a saúde e bem-estar das mulheres – é de US$ 50 bilhões até 2025, e envolve soluções de fertilidade, gravidez, cuidados menstruais, menopausa, entre outras.
Um case interessante é da “The North American Menopause Society”, entidade norte-americana que disponibiliza, gratuitamente um aplicativo para tablets ou IPhone auxilia as mulheres neste processo. Eles recomendam a utilização do aplicativo, denominado MenoPro, principalmente, pelas mulheres com mais de 45 anos de idade. A ideia é ajudar a mulher, em contato direto com seu profissional de saúde, a “personalizar” seu tratamento dos sintomas climatéricos. Isso inclui decidir se a prescrição de medicação é apropriada e qual é o tratamento ideal. As femtechs também estão despontando no Brasil, mas as focadas em mulheres com mais de 50 anos ainda são poucas.
Femtechs: mercado mundial foca no bem-estar das mulheres 50+
Estima-se que o potencial do mercado global de femtechs – startups que utilizam tecnologia para melhorar a saúde e bem-estar das mulheres – é de US$ 50 bilhões
No planeta, teremos em 2025 um contingente de um bilhão de mulheres no período da pré-menopausa ou menopausa, em um contexto populacional estimado em 8,2 bilhões de habitantes, de acordo com a Organização Mundial das Nações Unidas (ONU).
Segundo a Associação de Femtechs brasileiras, 90% das decisões sobre cuidados primários de saúde para famílias também são tomadas por mulheres. Por isso, alguns países já estão alertas para as demandas desse enorme mercado consumidor; nos Estados Unidos, por exemplo, uma série de tecnologias já estão sendo desenvolvidas para atender as mulheres nessa fase da vida, marcada pelo fim do ciclo reprodutivo.
De acordo com Maure Pessanha, presidente do Conselho da Artemisia (organização pioneira no Brasil no fomento de negócios de impacto social e ambiental), a Frost & Sullivan (empresa americana de consultoria de negócios), estima-se que o potencial do mercado global de femtechs – startups que utilizam tecnologia para melhorar a saúde e bem-estar das mulheres – é de US$ 50 bilhões até 2025, e envolve soluções de fertilidade, gravidez, cuidados menstruais, menopausa, entre outras.
Um case interessante é da “The North American Menopause Society”, entidade norte-americana que disponibiliza, gratuitamente um aplicativo para tablets ou IPhone auxilia as mulheres neste processo. Eles recomendam a utilização do aplicativo, denominado MenoPro, principalmente, pelas mulheres com mais de 45 anos de idade. A ideia é ajudar a mulher, em contato direto com seu profissional de saúde, a “personalizar” seu tratamento dos sintomas climatéricos. Isso inclui decidir se a prescrição de medicação é apropriada e qual é o tratamento ideal. As femtechs também estão despontando no Brasil, mas as focadas em mulheres com mais de 50 anos ainda são poucas.
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