Case em agência de comunicação mostra como essa estratégia pode ser usada pelas empresas em iniciativas que vão além da busca por mais produtividade
No Brasil, a cada 10 pessoas, sete afirmaram ter se divertido com algum tipo de jogo eletrônico em 2023, de acordo com a Pesquisa Game Brasil. Com essa informação em mente, muitas empresas passaram a adotar a gamificação com diversos propósitos.
O conceito propõe o uso de vários aspectos dos jogos para outras finalidades, como na educação e no mundo corporativo, em especial nas atividades de Recursos Humanos. As iniciativas costumam buscar mais produtividade, engajamento de equipe ou enriquecer a interação entre os times.
Sendo um exemplo bem-sucedido, a Agência Páprica Comunicação inventou a “papricoin”, que é distribuída aos colaboradores quando entregam tarefas consideradas importantes, como dar feedbacks aos colegas, finalizar um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) ou concluir um projeto. Ao acumular moedas e cumprir alguns requisitos, é possível resgatar prêmios na “lojinha de papricoins”.
Os prêmios são variáveis: de eletrônicos (como e-readers), passando por vouchers para serviços (massagens) e compras em aplicativos e até visitas a restaurantes. “Um dos maiores benefícios que sentimos foi o aumento de feedbacks entre os pares. Essa estruturação fez com que as pessoas organizassem as suas agendas para falar sobre trabalho com os colegas”, conta Amanda Hecke, coordenadora de Operações e Pessoas da agência.
Os resultados percebidos pela Páprica explicam o porquê o mercado de gamificação para empresas está em plena expansão, conforme a consultoria Research and Markets. Em 2023, este segmento global tinha um tamanho estimado em US$18 bilhões e deve alcançar US$22,45 bilhões em 2024, representando um crescimento de 24,4%.
“Sentimos que as pessoas estão mais familiarizadas com a lógica dos games, o que abre inúmeras oportunidades para as empresas, como as que adotamos na agência. É, sem dúvida, um tipo de experiência que pode ser levada também para os nossos clientes, adequando a estrutura, o planejamento e o conteúdo dos games”, ressalta Amanda.
Gamificação é estratégia para melhorar o engajamento de equipes
Case em agência de comunicação mostra como essa estratégia pode ser usada pelas empresas em iniciativas que vão além da busca por mais produtividade
No Brasil, a cada 10 pessoas, sete afirmaram ter se divertido com algum tipo de jogo eletrônico em 2023, de acordo com a Pesquisa Game Brasil. Com essa informação em mente, muitas empresas passaram a adotar a gamificação com diversos propósitos.
O conceito propõe o uso de vários aspectos dos jogos para outras finalidades, como na educação e no mundo corporativo, em especial nas atividades de Recursos Humanos. As iniciativas costumam buscar mais produtividade, engajamento de equipe ou enriquecer a interação entre os times.
Sendo um exemplo bem-sucedido, a Agência Páprica Comunicação inventou a “papricoin”, que é distribuída aos colaboradores quando entregam tarefas consideradas importantes, como dar feedbacks aos colegas, finalizar um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) ou concluir um projeto. Ao acumular moedas e cumprir alguns requisitos, é possível resgatar prêmios na “lojinha de papricoins”.
Os prêmios são variáveis: de eletrônicos (como e-readers), passando por vouchers para serviços (massagens) e compras em aplicativos e até visitas a restaurantes. “Um dos maiores benefícios que sentimos foi o aumento de feedbacks entre os pares. Essa estruturação fez com que as pessoas organizassem as suas agendas para falar sobre trabalho com os colegas”, conta Amanda Hecke, coordenadora de Operações e Pessoas da agência.
Os resultados percebidos pela Páprica explicam o porquê o mercado de gamificação para empresas está em plena expansão, conforme a consultoria Research and Markets. Em 2023, este segmento global tinha um tamanho estimado em US$18 bilhões e deve alcançar US$22,45 bilhões em 2024, representando um crescimento de 24,4%.
“Sentimos que as pessoas estão mais familiarizadas com a lógica dos games, o que abre inúmeras oportunidades para as empresas, como as que adotamos na agência. É, sem dúvida, um tipo de experiência que pode ser levada também para os nossos clientes, adequando a estrutura, o planejamento e o conteúdo dos games”, ressalta Amanda.
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