Lutando nas categorias individual e em equipe, o atleta de Ribeirão Preto voltará, quase 30 anos depois, ao país onde disputou seu 1º torneio internacional
O encerramento de um ciclo de 37 anos de lutas, literal e figurativamente. Essa é a principal perspectiva pela qual o carateca Giovani Sakata, de 52 anos, vê sua convocatória para o Campeonato Mundial de Karatê Shotokan, que ocorrerá no mês de julho, em Tóquio (Japão).
Berço da arte marcial escolhida pelo atleta, o país oriental foi também o lugar que ele disputou seu 1º torneio internacional, ainda nos anos iniciais de uma jornada que já dura 37 anos. “Esse será o meu grande desafio e o fechamento de um ciclo. Depois de 37 anos lutando e quase 30 que estive lá, voltar e lutar no Japão é uma sensação indescritível. Estou super empolgado e feliz”, afirma Sakata. Recebendo o apoio, desde 2017, do Cartão de TODOS, ele representará o Brasil nas categorias individual e em equipe.
Para voltar para casa com o título de Campeão Mundial, o lutador deverá enfrentar de cinco a seis lutas, em cada categoria. No total, cerca de 1.500 atletas do mundo inteiro se preparam para competir.
“Fechar esse ciclo com mais um título seria fantástico. Sei que não será uma batalha fácil, principalmente por ser no Japão. Mas minha pegada é essa: encarar como o desafio final”, define Sakata, deixando em aberto se o Mundial significa o fim de sua carreira como competidor ou só mais um importante marco na sua trajetória. “Ainda não sei se vou parar ou não, mas estou surfando a onda para ver o que acontece”.
Giovani Sakata é convocado para Mundial de Karatê no Japão
Lutando nas categorias individual e em equipe, o atleta de Ribeirão Preto voltará, quase 30 anos depois, ao país onde disputou seu 1º torneio internacional
O encerramento de um ciclo de 37 anos de lutas, literal e figurativamente. Essa é a principal perspectiva pela qual o carateca Giovani Sakata, de 52 anos, vê sua convocatória para o Campeonato Mundial de Karatê Shotokan, que ocorrerá no mês de julho, em Tóquio (Japão).
Berço da arte marcial escolhida pelo atleta, o país oriental foi também o lugar que ele disputou seu 1º torneio internacional, ainda nos anos iniciais de uma jornada que já dura 37 anos. “Esse será o meu grande desafio e o fechamento de um ciclo. Depois de 37 anos lutando e quase 30 que estive lá, voltar e lutar no Japão é uma sensação indescritível. Estou super empolgado e feliz”, afirma Sakata. Recebendo o apoio, desde 2017, do Cartão de TODOS, ele representará o Brasil nas categorias individual e em equipe.
Para voltar para casa com o título de Campeão Mundial, o lutador deverá enfrentar de cinco a seis lutas, em cada categoria. No total, cerca de 1.500 atletas do mundo inteiro se preparam para competir.
“Fechar esse ciclo com mais um título seria fantástico. Sei que não será uma batalha fácil, principalmente por ser no Japão. Mas minha pegada é essa: encarar como o desafio final”, define Sakata, deixando em aberto se o Mundial significa o fim de sua carreira como competidor ou só mais um importante marco na sua trajetória. “Ainda não sei se vou parar ou não, mas estou surfando a onda para ver o que acontece”.
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