Neste Zumm Review, a diretora do Empório da Roupa Brechó, em Ribeirão Preto, explica, em um texto de sua autoria, o porquê do setor de moda aderir aos brechós como opção de compra na hora de investir em uma peça de grife
Por Claudia Scavanez
O Brasil nunca teve uma cultura forte de brechó e revenda. Contudo, esse cenário vem mudando nos últimos anos, principalmente com o novo perfil de consumidor: mais atento a questões como sustentabilidade. As perspectivas para o setor second hand da moda em 2024 são muito promissoras.
Esse target explicar-se também pelo fato de que o re-commerce valerá quase 50% mais que o tradicional segmento de compra de peças novas, segundo levantamento da GlobalData.
Acredito que mercado de luxo se rendeu aos brechós por algumas razões, além do consumo mais consciente. Peças exclusivas, de grandes grifes mundiais, podem ser encontradas em perfeito estado e com preços muito atrativos. Geralmente, esses produtos podem ser vendidos por uma fração de preço original – entre 30% a 70% do valor do varejo.
Grifes desejadas internacionalmente como Chanel, D&G, Dior, Burberry, Gucci e muitas outras são encontradas aqui na loja, por exemplo. As etiquetas do high-fashion nacional também estão pelas araras: são vestidos de seda, artigos em couro, peças confeccionadas a partir de trabalho manual que trazem muito valor agregado.
A previsão é de que o mercado de segunda mão cresça até 20% ao ano nos próximos cinco anos, de acordo com uma pesquisa da Boston Consulting Group. Os especialistas apostam que o mercado tem potencial para superar o setor fast fashion até 2030.
Foto em destaque: Claudia Scanavez ao lado do marido José Fernando | Crédito: Arquivo pessoal
Luxo second hand tende a crescer, avalia a empresária Claudia Scanavez
Neste Zumm Review, a diretora do Empório da Roupa Brechó, em Ribeirão Preto, explica, em um texto de sua autoria, o porquê do setor de moda aderir aos brechós como opção de compra na hora de investir em uma peça de grife
Por Claudia Scavanez
O Brasil nunca teve uma cultura forte de brechó e revenda. Contudo, esse cenário vem mudando nos últimos anos, principalmente com o novo perfil de consumidor: mais atento a questões como sustentabilidade. As perspectivas para o setor second hand da moda em 2024 são muito promissoras.
Esse target explicar-se também pelo fato de que o re-commerce valerá quase 50% mais que o tradicional segmento de compra de peças novas, segundo levantamento da GlobalData.
Acredito que mercado de luxo se rendeu aos brechós por algumas razões, além do consumo mais consciente. Peças exclusivas, de grandes grifes mundiais, podem ser encontradas em perfeito estado e com preços muito atrativos. Geralmente, esses produtos podem ser vendidos por uma fração de preço original – entre 30% a 70% do valor do varejo.
Grifes desejadas internacionalmente como Chanel, D&G, Dior, Burberry, Gucci e muitas outras são encontradas aqui na loja, por exemplo. As etiquetas do high-fashion nacional também estão pelas araras: são vestidos de seda, artigos em couro, peças confeccionadas a partir de trabalho manual que trazem muito valor agregado.
A previsão é de que o mercado de segunda mão cresça até 20% ao ano nos próximos cinco anos, de acordo com uma pesquisa da Boston Consulting Group. Os especialistas apostam que o mercado tem potencial para superar o setor fast fashion até 2030.
Foto em destaque: Claudia Scanavez ao lado do marido José Fernando | Crédito: Arquivo pessoal
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