O mercado vive hoje um momento conflitante e que, ao mesmo tempo, muitas vezes parece passar despercebido. De um lado, os empresários estão cansados de ouvir que precisam ser criativos, oferecer soluções exclusivas e encontrar formas de se destacar em meio a tanta informação. Do outro, cursos, palestras, livros e “especialistas” ensinam a fórmula de como fazer, qual caminho pegar, o que entregar…
Ou seja: enquanto o mercado vende transformação, o que os empresários recebem é padronização. É todo mundo fazendo igual para chegar a resultados diferentes. Então, o problema não é falta de criatividade; é falta de subjetividade; é falta de um olhar próprio; é falta de ser você mesmo; é falta de dar ouvidos às mães que diziam “você não é todo mundo”.
Adilson Haddad, CEO do Grupo Zumm
Aqui no Grupo Zumm, por exemplo, não fomos “todo mundo” quando negamos a sentença de que o impresso morreria. Mantivemos a nossa revista, que foi como nascemos, e nos repaginamos (literalmente), criando a Life Zumm que, hoje, parece ter vida própria.
Não fomos “todo mundo” quando decidimos expandir nossos serviços abrindo um departamento de eventos corporativos, em um momento que o mercado se retraiu (lembra da pandemia? Pois é!). E continuamos não sendo “todo mundo” quando decidimos que a produção audiovisual corporativa era o complemento que faltava no nosso mundo Zumm.
Construímos nossa vantagem competitiva sendo nós mesmos – uma equipe diferente, para um mercado diferente, em um momento diferente.
Então, é essa a recomendação que deixo para todos os empresários que procuram a fórmula do sucesso: não existe uma igual para todos. Se cada empresa é única, a sua estratégia também deve ser.
O seu sucesso será o produto da receita que você será o primeiro a criar.
Não seja todo mundo!
Por Adilson Haddad
O mercado vive hoje um momento conflitante e que, ao mesmo tempo, muitas vezes parece passar despercebido. De um lado, os empresários estão cansados de ouvir que precisam ser criativos, oferecer soluções exclusivas e encontrar formas de se destacar em meio a tanta informação. Do outro, cursos, palestras, livros e “especialistas” ensinam a fórmula de como fazer, qual caminho pegar, o que entregar…
Ou seja: enquanto o mercado vende transformação, o que os empresários recebem é padronização. É todo mundo fazendo igual para chegar a resultados diferentes. Então, o problema não é falta de criatividade; é falta de subjetividade; é falta de um olhar próprio; é falta de ser você mesmo; é falta de dar ouvidos às mães que diziam “você não é todo mundo”.
Aqui no Grupo Zumm, por exemplo, não fomos “todo mundo” quando negamos a sentença de que o impresso morreria. Mantivemos a nossa revista, que foi como nascemos, e nos repaginamos (literalmente), criando a Life Zumm que, hoje, parece ter vida própria.
Não fomos “todo mundo” quando decidimos expandir nossos serviços abrindo um departamento de eventos corporativos, em um momento que o mercado se retraiu (lembra da pandemia? Pois é!). E continuamos não sendo “todo mundo” quando decidimos que a produção audiovisual corporativa era o complemento que faltava no nosso mundo Zumm.
Construímos nossa vantagem competitiva sendo nós mesmos – uma equipe diferente, para um mercado diferente, em um momento diferente.
Então, é essa a recomendação que deixo para todos os empresários que procuram a fórmula do sucesso: não existe uma igual para todos. Se cada empresa é única, a sua estratégia também deve ser.
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