Com mais de 1 mil membros, a iniciativa Networking Estruturado, de Geraldo Martins, tem o objetivo de transformar relações pessoais em uma ciência de geração de negócios
O que não faltam hoje nas redes sociais – principalmente no WhatsApp e Telegram – são grupos com propostas de relacionamento e produtividade; contudo, são poucos os que atingem esse objetivo, a exemplo do “Networking Estruturado”, que há dois anos se propõe em transformar o ato de conhecer pessoas em uma ciência de geração de negócios. “Networking é construir um capital social baseado em confiança, processos claros e reciprocidade”, define Geraldo Martins, fundador da iniciativa.
Apontado como um “networker”, ele se consolidou não apenas como um facilitador de conexões, mas como o arquiteto de um ecossistema no qual a confiança é a moeda principal, e a colaboração, a estratégia de crescimento.
“O capital social é o valor das relações e conexões. No Networking Estruturado, contribuímos para isso conectando pessoas e criando oportunidades de negócios e parcerias.”
– Geraldo Martins
Geraldo Martins, fundador do grupo Networking Estruturado | Crédito: Arquivo pessoal
Como funciona o Networking Estruturado
Oficialmente aberto em 31 de janeiro de 2024, o grupo tem como ponto de conexão o aplicativo WhatsApp, no qual já estão inseridos mais de 1 mil membros de diferentes áreas de interesse.
Além do universo online, são realizados encontros periódicos presenciais (mais de 70 em dois anos), desde confraternizações em cafés até participação em grandes eventos.
Para ingressar neste ecossistema, o interessado deve entrar em contato com Geraldo pelo WhatsApp ou Instagram @networkergeraldomartins ou participar em um dos eventos. “Não há requisitos específicos. É necessária apenas a vontade de conectar e crescer”, garante o fundador.
O Networking Estruturado conta ainda com uma newsletter, distribuída semanalmente pelo LinkedIn (acesse aqui).
As bases do networking
De acordo com Geraldo, antes da consolidação do grupo, o networking profissional em Ribeirão Preto dependia de encontros casuais ou indicações informais. Esse formato “livre” acabava por tirar a força da rede de contatos – perdendo-se muitas oportunidades.
“O networking não é sobre quem você conhece, mas sobre quem conhece o que você pode fazer. Se você ajuda uma pessoa, ela se torna uma defensora da sua marca pessoal. Ela passará a falar bem de você, gerando o famoso ‘marketing boca a boca’, de forma orgânica e altamente qualificada”, explica o networker.
Ele ressalta ainda que esse modelo funciona porque a confiança é a moeda mais valiosa dos negócios, além de ser o núcleo da construção de capital social.
“Quando você ajuda alguém, você não está apenas sendo ‘legal’; ajudar é o combustível dos negócios e do networking de alto nível. Quando você resolve um problema para alguém, demonstra competência técnica na prática e prova ser confiável, o que reduz o risco percebido em futuras parcerias comerciais”.
A relevância do modelo
Geraldo propõe também que a relevância desse modelo de negócios reside na previsibilidade: “o empresário deixa de esperar o telefone tocar e passa a ter uma equipe de vendas indireta trabalhando a seu favor”.
Além disso, segundo o fundador, o grupo já demonstrou ganhos como:
Cultura da colaboração ativa: “Em vez de perguntar ‘o que eu ganho?’, o empresário aprende a perguntar ‘como posso ajudar?’. Isso cria uma corrente de indicações qualificadas”.
Capacitação de lideranças: o grupo também busca treinar empresários para serem melhores comunicadores. “Aprender a fazer um pitch de impacto é essencial para o sucesso no ecossistema regional”.
Fortalecimento da economia local: “ao criar um grupo de networking sólido, o dinheiro circula com mais intensidade dentro da cidade, priorizando fornecedores e parceiros da própria região”.
“A psicologia explica que, quando recebemos um favor ou ajuda, sentimos uma necessidade intrínseca de retribuir. No networking, cria-se um ciclo virtuoso por meio do valor antecipado: ao ajudar primeiro, você remove a barreira do interesse próprio”, avalia, por fim, o networker.
Networking se transforma em prática real ao criar capital social e gerar negócios
Com mais de 1 mil membros, a iniciativa Networking Estruturado, de Geraldo Martins, tem o objetivo de transformar relações pessoais em uma ciência de geração de negócios
O que não faltam hoje nas redes sociais – principalmente no WhatsApp e Telegram – são grupos com propostas de relacionamento e produtividade; contudo, são poucos os que atingem esse objetivo, a exemplo do “Networking Estruturado”, que há dois anos se propõe em transformar o ato de conhecer pessoas em uma ciência de geração de negócios. “Networking é construir um capital social baseado em confiança, processos claros e reciprocidade”, define Geraldo Martins, fundador da iniciativa.
Apontado como um “networker”, ele se consolidou não apenas como um facilitador de conexões, mas como o arquiteto de um ecossistema no qual a confiança é a moeda principal, e a colaboração, a estratégia de crescimento.
Como funciona o Networking Estruturado
Oficialmente aberto em 31 de janeiro de 2024, o grupo tem como ponto de conexão o aplicativo WhatsApp, no qual já estão inseridos mais de 1 mil membros de diferentes áreas de interesse.
Além do universo online, são realizados encontros periódicos presenciais (mais de 70 em dois anos), desde confraternizações em cafés até participação em grandes eventos.
Para ingressar neste ecossistema, o interessado deve entrar em contato com Geraldo pelo WhatsApp ou Instagram @networkergeraldomartins ou participar em um dos eventos. “Não há requisitos específicos. É necessária apenas a vontade de conectar e crescer”, garante o fundador.
O Networking Estruturado conta ainda com uma newsletter, distribuída semanalmente pelo LinkedIn (acesse aqui).
As bases do networking
De acordo com Geraldo, antes da consolidação do grupo, o networking profissional em Ribeirão Preto dependia de encontros casuais ou indicações informais. Esse formato “livre” acabava por tirar a força da rede de contatos – perdendo-se muitas oportunidades.
“O networking não é sobre quem você conhece, mas sobre quem conhece o que você pode fazer. Se você ajuda uma pessoa, ela se torna uma defensora da sua marca pessoal. Ela passará a falar bem de você, gerando o famoso ‘marketing boca a boca’, de forma orgânica e altamente qualificada”, explica o networker.
Ele ressalta ainda que esse modelo funciona porque a confiança é a moeda mais valiosa dos negócios, além de ser o núcleo da construção de capital social.
“Quando você ajuda alguém, você não está apenas sendo ‘legal’; ajudar é o combustível dos negócios e do networking de alto nível. Quando você resolve um problema para alguém, demonstra competência técnica na prática e prova ser confiável, o que reduz o risco percebido em futuras parcerias comerciais”.
A relevância do modelo
Geraldo propõe também que a relevância desse modelo de negócios reside na previsibilidade: “o empresário deixa de esperar o telefone tocar e passa a ter uma equipe de vendas indireta trabalhando a seu favor”.
Além disso, segundo o fundador, o grupo já demonstrou ganhos como:
“A psicologia explica que, quando recebemos um favor ou ajuda, sentimos uma necessidade intrínseca de retribuir. No networking, cria-se um ciclo virtuoso por meio do valor antecipado: ao ajudar primeiro, você remove a barreira do interesse próprio”, avalia, por fim, o networker.
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