Seja para mobilidade urbana ou como esporte, o ciclismo ocupa uma parte importante na vida de muitos brasileiros, ganhando cada vez mais adeptos
Mais além de um esporte ou de um meio de locomoção, o ciclismo ativa ao mesmo tempo corpo e mente. A sensação de liberdade e de fazer com que a bicicleta “funcione” com base na nossa própria energia são alguns dos motivos que levam tanta gente a se apaixonar pelas “magrelas”.
Por isso, neste 19 de agosto, em que é comemorado o Dia Nacional do Ciclismo, o Mundo Zumm foi ouvir praticantes do esporte, para saber como as bikes fazem parte das suas histórias. Confira:
Flavio Andrei
Flavio Andrei | Crédito: Acervo pessoal
“Desde criança sou apaixonado por bicicleta, mas, como não tínhamos condições de ter uma, eu ocasionalmente brincava com a dos primos ou de amigos. Depois, aos 13 anos, com as famosas ‘cargueiras’, eu fazia entregas de antigas máquinas de escrever para uma empresa de manutenção, o que, para mim, mais que trabalho, era pura diversão.
Com o tempo e as demandas da vida, me afastei das bikes. Só que em 2012, diante da necessidade de se ter uma vida mais saudável e divertida, comprei uma nova. Como dizem por aí, imediatamente fui picado pelo vício. Desde então, pedalo com frequência – embora ainda menos do que gostaria -, mas em equilíbrio com as responsabilidades e funções que tenho acumuladas. Hoje, tenho três bikes: MTB, Speed e Urbana, que me atendem nas mais diferentes formas e terrenos para se pedalar.
Ciclismo, para mim, é de forma direta e real: saúde, hobby, superação, equilíbrio, paz, liberdade, amizade… muito além de um esporte!”
Luiz Gustavo Villela
Luiz Gustavo Villela | Crédito: Acervo pessoal
“Como paulistano, andava muito de bicicleta em torno do meu prédio lá em São Paulo e, aos finais de semana, os meus pais costumavam me levar ao Ibirapuera. Foi andando na minha Caloi Berlineta azul que nasceu essa paixão pelo ciclismo logo cedo.
Depois me mudei para Ribeirão Preto e, já mais velho, conheci um pessoal de uma equipe de competição e comecei a fazer parte dela. Dos meus 15 aos 18 anos, eu competi em São Paulo e em algumas cidades de Minas Gerais e cheguei a ser vice-campeão Paulista e vice-campeão brasileiro de BMX; depois ainda fui campeão paulista e campeão brasileiro de MX com BMX. Depois desse período, fiquei afastado do ciclismo por quase uns 10 anos.
Por volta de 2008, conheci a turma da mountain bike, que se tornou grandes amigos. E foi então que o ciclismo tomou uma dimensão muito diferente daquilo que eu vivia antes. Nessa convivência com eles, as coisas deram uma guinada e eu percebi que, de fato, tudo que estava acontecendo com o ciclismo tinha muito a ver com aquilo que eu queria para mim também.”
No Dia do Ciclismo, adeptos da bike contam como ela entrou em suas vidas
Seja para mobilidade urbana ou como esporte, o ciclismo ocupa uma parte importante na vida de muitos brasileiros, ganhando cada vez mais adeptos
Mais além de um esporte ou de um meio de locomoção, o ciclismo ativa ao mesmo tempo corpo e mente. A sensação de liberdade e de fazer com que a bicicleta “funcione” com base na nossa própria energia são alguns dos motivos que levam tanta gente a se apaixonar pelas “magrelas”.
Por isso, neste 19 de agosto, em que é comemorado o Dia Nacional do Ciclismo, o Mundo Zumm foi ouvir praticantes do esporte, para saber como as bikes fazem parte das suas histórias. Confira:
Flavio Andrei
“Desde criança sou apaixonado por bicicleta, mas, como não tínhamos condições de ter uma, eu ocasionalmente brincava com a dos primos ou de amigos. Depois, aos 13 anos, com as famosas ‘cargueiras’, eu fazia entregas de antigas máquinas de escrever para uma empresa de manutenção, o que, para mim, mais que trabalho, era pura diversão.
Com o tempo e as demandas da vida, me afastei das bikes. Só que em 2012, diante da necessidade de se ter uma vida mais saudável e divertida, comprei uma nova. Como dizem por aí, imediatamente fui picado pelo vício. Desde então, pedalo com frequência – embora ainda menos do que gostaria -, mas em equilíbrio com as responsabilidades e funções que tenho acumuladas. Hoje, tenho três bikes: MTB, Speed e Urbana, que me atendem nas mais diferentes formas e terrenos para se pedalar.
Ciclismo, para mim, é de forma direta e real: saúde, hobby, superação, equilíbrio, paz, liberdade, amizade… muito além de um esporte!”
Luiz Gustavo Villela
“Como paulistano, andava muito de bicicleta em torno do meu prédio lá em São Paulo e, aos finais de semana, os meus pais costumavam me levar ao Ibirapuera. Foi andando na minha Caloi Berlineta azul que nasceu essa paixão pelo ciclismo logo cedo.
Depois me mudei para Ribeirão Preto e, já mais velho, conheci um pessoal de uma equipe de competição e comecei a fazer parte dela. Dos meus 15 aos 18 anos, eu competi em São Paulo e em algumas cidades de Minas Gerais e cheguei a ser vice-campeão Paulista e vice-campeão brasileiro de BMX; depois ainda fui campeão paulista e campeão brasileiro de MX com BMX. Depois desse período, fiquei afastado do ciclismo por quase uns 10 anos.
Por volta de 2008, conheci a turma da mountain bike, que se tornou grandes amigos. E foi então que o ciclismo tomou uma dimensão muito diferente daquilo que eu vivia antes. Nessa convivência com eles, as coisas deram uma guinada e eu percebi que, de fato, tudo que estava acontecendo com o ciclismo tinha muito a ver com aquilo que eu queria para mim também.”
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