Empreendimento é pioneiro em oferecer a infraestrutura para recargas rápidas de veículos elétricos e híbridos plug-in
A partir desta quarta-feira, 15 de julho, Ribeirão Preto passa a contar com o EV Charging, um eletroposto que integra a expansão da infraestrutura de recarga para veículos elétricos e híbridos plug-in na cidade. Localizado na Rua Dr. Hortêncio Mendonça Ribeiro, 621, no bairro Alto da Boa Vista (esquina com a Avenida Prof. João Fiúsa), o posto reúne diferentes tipos de carregadores e foi projetado para atender perfis variados de veículos e tempos de permanência.
Inicialmente, são sete carregadores, com potências de 7,4kW, 22kW, 40kW, 80kW, 120kW e 180 kW, que podem operar simultaneamente. De acordo com Ricardo Guggisberg, empresário à frente do empreendimento e presidente do Instituto Brasileiro de Mobilidade Sustentável (IBMS), essa variação permite que veículos diferentes utilizem o mesmo espaço, mas com tempos de recarga distintos.
Ele explica que, dependendo do modelo do carro, da capacidade da bateria e do limite de potência aceito pelo sistema, o tempo de carregamento pode variar entre aproximadamente 15 minutos e 1h30.
Como funciona o eletroposto
Na prática, a velocidade de recarga está diretamente ligada à potência do carregador. “Se um carro a combustão tem um tanque de 40 litros, um veículo elétrico pode ter uma bateria com capacidade de 50kWh. Essa é a capacidade de armazenamento de energia do veículo. Com um carregador de alta potência, esse carro pode ser carregado muito rapidamente. Já com um carregador de menor potência, o tempo será maior”, explica Ricardo.
Por exemplo, um carregador de 180 kW pode abastecer uma bateria de 90 kWh em cerca de 30 minutos. Já carregadores de menor potência exigem mais tempo para atingir o mesmo nível de carga.
Outro ponto importante é que nem todos os veículos utilizam toda a potência disponível. “Mesmo conectado a um carregador de 180kW, o BYD Dolphin Mini, por exemplo, aceita apenas 40kW de potência”, afirma o empresário.
Além dos carregadores rápidos, o local conta com opções de recarga lenta, voltadas à permanência mais longa do veículo, o que costuma ser utilizado em períodos noturnos e estacionamentos prolongados. E existe a possibilidade de ampliação para até 15 equipamentos instalados.
O custo da recarga também varia conforme a energia consumida. O valor inicial é de R$ 1,90 por kWh. Na prática, um veículo com bateria de 40kWh pode ser recarregado por aproximadamente R$ 80. Em comparação com veículos a combustão, considerando a gasolina entre R$ 6,40 e R$ 7,00 por litro, o custo final pode ser menor para percorrer distâncias equivalentes.
Infraestrutura elétrica na cidade
Segundo dados da Associação Brasileira de Veículo Elétrico (ABVE), Ribeirão Preto tem atualmente 209 eletropostos (dados atualizados de junho), entre públicos e semipúblicos. Comparando o crescimento nos últimos três meses, a cidade ampliou em 25% o número, já que até o mês de fevereiro eram 168 unidades.
Os pontos públicos são estações de recarga para carros elétricos ou híbridos plug-in, instaladas em vias de acesso público para uso coletivo. Já os semipúblicos estão localizados em espaços privados de acesso restrito ou condicionado, como shoppings, supermercados, hotéis e estacionamentos comerciais.
Dessa forma, Ricardo afirma que a iniciativa é parte da evolução da infraestrutura de mobilidade elétrica no país e está ligada ao contexto local. “Ribeirão Preto é onde eu moro. Escolhi também pelo potencial econômico que a cidade entrega e pelo volume de veículos vendidos. A cidade já participa da frota regional e influencia muitos municípios ao redor, o que é muito importante para o desenvolvimento da mobilidade sustentável”, afirma.
Novo eletroposto em Ribeirão permite recargas rápidas de vários tipos de veículos
Empreendimento é pioneiro em oferecer a infraestrutura para recargas rápidas de veículos elétricos e híbridos plug-in
A partir desta quarta-feira, 15 de julho, Ribeirão Preto passa a contar com o EV Charging, um eletroposto que integra a expansão da infraestrutura de recarga para veículos elétricos e híbridos plug-in na cidade. Localizado na Rua Dr. Hortêncio Mendonça Ribeiro, 621, no bairro Alto da Boa Vista (esquina com a Avenida Prof. João Fiúsa), o posto reúne diferentes tipos de carregadores e foi projetado para atender perfis variados de veículos e tempos de permanência.
Inicialmente, são sete carregadores, com potências de 7,4kW, 22kW, 40kW, 80kW, 120kW e 180 kW, que podem operar simultaneamente. De acordo com Ricardo Guggisberg, empresário à frente do empreendimento e presidente do Instituto Brasileiro de Mobilidade Sustentável (IBMS), essa variação permite que veículos diferentes utilizem o mesmo espaço, mas com tempos de recarga distintos.
Ele explica que, dependendo do modelo do carro, da capacidade da bateria e do limite de potência aceito pelo sistema, o tempo de carregamento pode variar entre aproximadamente 15 minutos e 1h30.
Como funciona o eletroposto
Na prática, a velocidade de recarga está diretamente ligada à potência do carregador. “Se um carro a combustão tem um tanque de 40 litros, um veículo elétrico pode ter uma bateria com capacidade de 50kWh. Essa é a capacidade de armazenamento de energia do veículo. Com um carregador de alta potência, esse carro pode ser carregado muito rapidamente. Já com um carregador de menor potência, o tempo será maior”, explica Ricardo.
Por exemplo, um carregador de 180 kW pode abastecer uma bateria de 90 kWh em cerca de 30 minutos. Já carregadores de menor potência exigem mais tempo para atingir o mesmo nível de carga.
Outro ponto importante é que nem todos os veículos utilizam toda a potência disponível. “Mesmo conectado a um carregador de 180kW, o BYD Dolphin Mini, por exemplo, aceita apenas 40kW de potência”, afirma o empresário.
Além dos carregadores rápidos, o local conta com opções de recarga lenta, voltadas à permanência mais longa do veículo, o que costuma ser utilizado em períodos noturnos e estacionamentos prolongados. E existe a possibilidade de ampliação para até 15 equipamentos instalados.
O custo da recarga também varia conforme a energia consumida. O valor inicial é de R$ 1,90 por kWh. Na prática, um veículo com bateria de 40kWh pode ser recarregado por aproximadamente R$ 80. Em comparação com veículos a combustão, considerando a gasolina entre R$ 6,40 e R$ 7,00 por litro, o custo final pode ser menor para percorrer distâncias equivalentes.
Infraestrutura elétrica na cidade
Segundo dados da Associação Brasileira de Veículo Elétrico (ABVE), Ribeirão Preto tem atualmente 209 eletropostos (dados atualizados de junho), entre públicos e semipúblicos. Comparando o crescimento nos últimos três meses, a cidade ampliou em 25% o número, já que até o mês de fevereiro eram 168 unidades.
Os pontos públicos são estações de recarga para carros elétricos ou híbridos plug-in, instaladas em vias de acesso público para uso coletivo. Já os semipúblicos estão localizados em espaços privados de acesso restrito ou condicionado, como shoppings, supermercados, hotéis e estacionamentos comerciais.
Dessa forma, Ricardo afirma que a iniciativa é parte da evolução da infraestrutura de mobilidade elétrica no país e está ligada ao contexto local. “Ribeirão Preto é onde eu moro. Escolhi também pelo potencial econômico que a cidade entrega e pelo volume de veículos vendidos. A cidade já participa da frota regional e influencia muitos municípios ao redor, o que é muito importante para o desenvolvimento da mobilidade sustentável”, afirma.
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