A ex-ginasta e palestrante aproveitou o período de isolamento para retomar um velho hábito: a pintura
O mundo conhece a Lais Souza medalhista olímpica, palestrante e sinônimo de superação. Mas, sabia que a ribeirão-pretana é, também, uma grande artista? Com cores vibrantes e um estilo próprio, Lais coloca nas telas aquilo que sente e o que tem vontade, sem se preocupar com conceitos e tendências. “É o estilo Lais Souza”, brinca ela.
Na infância, em meio a estudos e treinos, Lais já gostava de pintar e desenhar. Mas foi durante a pandemia que o hobby voltou a fazer parte da rotina. “Eu gosto de aventuras, de me sentir livre e no isolamento eu não sentia isso. Até minha criatividade estava menor”, relembra. Foi aí que surgiu a ideia de voltar a pintar, mas, dessa vez, em quadros.
Primeiro, ela pensa no que quer colocar sobre a tela. Depois, pincel na boca e a arte começa a ganhar forma. Às vezes, as obras são feitas em algumas horas, em outras, Lais demora dias ou até semanas para finalizar, como é o caso do próximo trabalho. “Estou fazendo uma garota cadeirante. Comecei agora, na semana que vem pinto outra parte, e vai até ficar pronta.”
Lais exibe alguns de seus trabalhos nas redes sociais e recebe muitos elogios e pedidos por uma exposição. Será que vem algo por aí? No que depender dela, sim. “Já pensei em fazer. Vou me preparar para expor algumas obras minhas.”
O ‘estilo Lais Souza’ de fazer arte
A ex-ginasta e palestrante aproveitou o período de isolamento para retomar um velho hábito: a pintura
O mundo conhece a Lais Souza medalhista olímpica, palestrante e sinônimo de superação. Mas, sabia que a ribeirão-pretana é, também, uma grande artista? Com cores vibrantes e um estilo próprio, Lais coloca nas telas aquilo que sente e o que tem vontade, sem se preocupar com conceitos e tendências. “É o estilo Lais Souza”, brinca ela.
Na infância, em meio a estudos e treinos, Lais já gostava de pintar e desenhar. Mas foi durante a pandemia que o hobby voltou a fazer parte da rotina. “Eu gosto de aventuras, de me sentir livre e no isolamento eu não sentia isso. Até minha criatividade estava menor”, relembra. Foi aí que surgiu a ideia de voltar a pintar, mas, dessa vez, em quadros.
Primeiro, ela pensa no que quer colocar sobre a tela. Depois, pincel na boca e a arte começa a ganhar forma. Às vezes, as obras são feitas em algumas horas, em outras, Lais demora dias ou até semanas para finalizar, como é o caso do próximo trabalho. “Estou fazendo uma garota cadeirante. Comecei agora, na semana que vem pinto outra parte, e vai até ficar pronta.”
Lais exibe alguns de seus trabalhos nas redes sociais e recebe muitos elogios e pedidos por uma exposição. Será que vem algo por aí? No que depender dela, sim. “Já pensei em fazer. Vou me preparar para expor algumas obras minhas.”
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