Em contínuo crescimento, o audiovisual deve se manter, no próximo ano, como um dos principais impulsionadores da comunicação. Sendo assim, as marcas precisarão investir na criação de conteúdo visual envolvente, especialmente aproveitando a tecnologia de transmissão e a popularidade das plataformas de vídeo.
Mas o uso dessa ferramenta deverá ser consciente. Desde pesquisas interativas até vídeos imersivos e experiências participativas, o marketing será cada vez mais uma via de mão dupla, permitindo que as marcas se conectem de maneira mais profunda com seu público. Tal abordagem não apenas manterá a atenção, como vai gerar interações mais significativas.
Ao mesmo tempo, as marcas que se destacarão serão aquelas que conseguirem se comunicar de maneira genuína, compartilhando com transparência suas histórias, valores e processos, o que, por sua vez, desenvolverá conexões emocionais de confiança e lealdade. Autenticidade e transparência nunca foram tão importantes.
Outra tendência em expansão: jornadas do cliente não-lineares. Isso aumenta o desafio para as marcas, que precisarão oferecer integrações perfeitas entre todos os pontos de contato, do online ao offline, e proporcionar uma jornada fluida e consistente.
Haverá ainda o aumento do uso da inteligência artificial (IA) para personalização, automação de processos e análise de dados. Uma amiga de quem souber usá-la; uma inimiga para quem fugir dela.
Por fim, a comunicação terá que ser sustentável. Os consumidores estão mais conscientes do impacto ambiental provocado pelas marcas que consomem, fazendo com que adotar práticas sustentáveis seja uma vantagem competitiva.
Praticar e transmitir esses compromissos de maneira clara e autêntica determinará a atração de um público mais consciente e também contribuirá para uma reputação positiva da marca.
O que veremos em 2024
Por Adilson Haddad, CEO do Mundo Zumm
Em contínuo crescimento, o audiovisual deve se manter, no próximo ano, como um dos principais impulsionadores da comunicação. Sendo assim, as marcas precisarão investir na criação de conteúdo visual envolvente, especialmente aproveitando a tecnologia de transmissão e a popularidade das plataformas de vídeo.
Mas o uso dessa ferramenta deverá ser consciente. Desde pesquisas interativas até vídeos imersivos e experiências participativas, o marketing será cada vez mais uma via de mão dupla, permitindo que as marcas se conectem de maneira mais profunda com seu público. Tal abordagem não apenas manterá a atenção, como vai gerar interações mais significativas.
Ao mesmo tempo, as marcas que se destacarão serão aquelas que conseguirem se comunicar de maneira genuína, compartilhando com transparência suas histórias, valores e processos, o que, por sua vez, desenvolverá conexões emocionais de confiança e lealdade. Autenticidade e transparência nunca foram tão importantes.
Outra tendência em expansão: jornadas do cliente não-lineares. Isso aumenta o desafio para as marcas, que precisarão oferecer integrações perfeitas entre todos os pontos de contato, do online ao offline, e proporcionar uma jornada fluida e consistente.
Haverá ainda o aumento do uso da inteligência artificial (IA) para personalização, automação de processos e análise de dados. Uma amiga de quem souber usá-la; uma inimiga para quem fugir dela.
Por fim, a comunicação terá que ser sustentável. Os consumidores estão mais conscientes do impacto ambiental provocado pelas marcas que consomem, fazendo com que adotar práticas sustentáveis seja uma vantagem competitiva.
Praticar e transmitir esses compromissos de maneira clara e autêntica determinará a atração de um público mais consciente e também contribuirá para uma reputação positiva da marca.
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