Segundo nutricionista do Sistema Hapvida, é preciso ter cuidado com o chocolate ao leite, que tem mais concentração de açúcar e menos cacau
Com a proximidade da Páscoa é sempre esperado o aumento do consumo de chocolate, seja na versão ovos de Páscoa ou barras. Apesar de uma projeção de aumento médio no preço dos ovos de 12 a 15%, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a mesma associação também estima um aumento de até 5% nas vendas, como reflexo da leve recuperação da economia e fim das restrições de circulação devido ao coronavírus.
Além do critério econômico e dos custos, outra questão importante que médicos sempre ressaltam é quanto ao consumo equilibrado de chocolate a fim de evitar algumas complicações de saúde, sobretudo em crianças e pessoas com comorbidade associadas.
Nesta época, uma grande variedade de chocolates invade as lojas, e embora os benefícios do chocolate contra as doenças cardiovasculares sejam comprovados, além de auxiliar na produção de serotonina, o consumo deve ser em pequenas quantidades, explica Igor Oliveira, nutricionista do Sistema Hapvida.
“O chocolate contém gordura saturada e açúcar que, em excesso, podem trazer efeitos ruins à saúde”, diz.
O nutricionista reforça que há sempre a possibilidade de se optar por tipos mais saudáveis, como o chocolate amargo, que contém uma quantidade maior de antioxidantes, como os flavonoides, que ajudam a inibir o acúmulo de LDL no sangue.
“O mais recomendado é o chocolate amargo, com concentração de 70% ou mais de cacau. O tipo meio amargo, entre 40% e 60% de cacau, deve ser uma opção secundária, porque já contém mais açúcar”, frisa.
Oliveira explica ainda que é preciso ter cuidado com o chocolate ao leite, que tem maior concentração de açúcar. “O excesso leva ao aumento de peso, pode ocasionar alteração na glicemia e uma piora da diabetes, hipertensão, aumento de oleosidade da pele para pacientes com problemas anteriores, além de problemas estomacais, piorando quadros de gastrite, por exemplo”, completa.
Segundo ele, o ideal é que o consumo diário seja moderado e não ultrapasse 30 gramas.
Páscoa: como comer o tradicional chocolate com moderação
Segundo nutricionista do Sistema Hapvida, é preciso ter cuidado com o chocolate ao leite, que tem mais concentração de açúcar e menos cacau
Com a proximidade da Páscoa é sempre esperado o aumento do consumo de chocolate, seja na versão ovos de Páscoa ou barras. Apesar de uma projeção de aumento médio no preço dos ovos de 12 a 15%, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a mesma associação também estima um aumento de até 5% nas vendas, como reflexo da leve recuperação da economia e fim das restrições de circulação devido ao coronavírus.
Além do critério econômico e dos custos, outra questão importante que médicos sempre ressaltam é quanto ao consumo equilibrado de chocolate a fim de evitar algumas complicações de saúde, sobretudo em crianças e pessoas com comorbidade associadas.
Nesta época, uma grande variedade de chocolates invade as lojas, e embora os benefícios do chocolate contra as doenças cardiovasculares sejam comprovados, além de auxiliar na produção de serotonina, o consumo deve ser em pequenas quantidades, explica Igor Oliveira, nutricionista do Sistema Hapvida.
“O chocolate contém gordura saturada e açúcar que, em excesso, podem trazer efeitos ruins à saúde”, diz.
O nutricionista reforça que há sempre a possibilidade de se optar por tipos mais saudáveis, como o chocolate amargo, que contém uma quantidade maior de antioxidantes, como os flavonoides, que ajudam a inibir o acúmulo de LDL no sangue.
“O mais recomendado é o chocolate amargo, com concentração de 70% ou mais de cacau. O tipo meio amargo, entre 40% e 60% de cacau, deve ser uma opção secundária, porque já contém mais açúcar”, frisa.
Oliveira explica ainda que é preciso ter cuidado com o chocolate ao leite, que tem maior concentração de açúcar. “O excesso leva ao aumento de peso, pode ocasionar alteração na glicemia e uma piora da diabetes, hipertensão, aumento de oleosidade da pele para pacientes com problemas anteriores, além de problemas estomacais, piorando quadros de gastrite, por exemplo”, completa.
Segundo ele, o ideal é que o consumo diário seja moderado e não ultrapasse 30 gramas.
Leia mais: Especialista alerta que alimentação é a chave da longevidade
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