Apaixonada pelo continente há quase três décadas, Carmen Perez conta neste Zumm Review algumas de suas experiências vividas por lá
O que começou como uma viagem a trabalho da mãe e do irmão em 1998 não demorou a se transformar em uma paixão duradoura e intensa da pecuarista Carmen Perez pelo continente africano.
“Quando cheguei naquele continente, conhecendo a África do Sul e o Zimbábue, fiquei encantada com os animais, com os sons, com o perfume e com tudo o que aqueles países representaram para mim. Me apaixonei completamente por eles e depois nunca mais parei de ir”, revela.
Carmen conta que a partir dessa 1ª viagem, todas as grandes comemorações de sua família aconteceram naquele continente. “Passei a minha lua de mel com meu marido em um safári a cavalo em Botsuana, na qual vivemos muitas emoções correndo de elefantes e galopando na água”, lembra ela, que hoje é mãe de duas meninas.
Mais recentemente, no ano passado, o destino escolhido para a comemoração dos 15 anos de sua filha mais velha, a Olivia, foi o Quênia, na região de Laikipia. Para a pecuarista, o local foi ideal graças aos grandes centros de conservação, o que permitiu (mais uma vez) a realização do amado safári a cavalo, visto que a modalidade também permite um outro olhar para a natureza selvagem.
“A gente programou muito essa viagem. Elas já estiveram no continente algumas vezes, mas foi a 1ª vez que fiz com elas o passeio a cavalo”.
A viagem, cheia de emoções, permitiu ainda que Carmen dividisse com as filhas outra grande paixão: os cavalos.
“O mais emocionante de poder fazer safári a cavalo é a sensação de liberdade, sentir o vento bater no rosto, sentir a vida selvagem pulsando tão forte. Com um cavalo, tudo é muito mais intenso, porque é aquele silêncio e, ao mesmo tempo, aqueles galopes com os animais selvagens. Sem dúvida alguma, foi uma viagem muito emocionante e inesquecível em nossas vidas.”
– Carmen Perez
O caminho até o safári
A pecuarista explica que o planejamento da viagem começou um ano antes, visto que o Quênia é um destino muito solicitado, tanto pelo mercado europeu, quanto pelo mercado norte-americano.
Além disso, para fazer o safári a cavalo, é necessária a apresentação de diversos documentos, que, entre outros aspectos, revelarão o grau de expertise da pessoa que fará o passeio quando o assunto é cavalgada. No caso de Carmen, a circunstância exigia mais planejamento também porque Bianca tinha apenas sete anos e normalmente eles não aceitam crianças antes dos 12 anos.
Segundo a percuarista, a empresa de turismo que a auxiliou na programação (a Teresa Perez) foi fundamental para a organização das expedições, garantindo a organização e logística da viagem.
Pecuarista Carmen Perez narra as aventuras dos safáris a cavalo na África
Apaixonada pelo continente há quase três décadas, Carmen Perez conta neste Zumm Review algumas de suas experiências vividas por lá
O que começou como uma viagem a trabalho da mãe e do irmão em 1998 não demorou a se transformar em uma paixão duradoura e intensa da pecuarista Carmen Perez pelo continente africano.
“Quando cheguei naquele continente, conhecendo a África do Sul e o Zimbábue, fiquei encantada com os animais, com os sons, com o perfume e com tudo o que aqueles países representaram para mim. Me apaixonei completamente por eles e depois nunca mais parei de ir”, revela.
Carmen conta que a partir dessa 1ª viagem, todas as grandes comemorações de sua família aconteceram naquele continente. “Passei a minha lua de mel com meu marido em um safári a cavalo em Botsuana, na qual vivemos muitas emoções correndo de elefantes e galopando na água”, lembra ela, que hoje é mãe de duas meninas.
Mais recentemente, no ano passado, o destino escolhido para a comemoração dos 15 anos de sua filha mais velha, a Olivia, foi o Quênia, na região de Laikipia. Para a pecuarista, o local foi ideal graças aos grandes centros de conservação, o que permitiu (mais uma vez) a realização do amado safári a cavalo, visto que a modalidade também permite um outro olhar para a natureza selvagem.
“A gente programou muito essa viagem. Elas já estiveram no continente algumas vezes, mas foi a 1ª vez que fiz com elas o passeio a cavalo”.
A viagem, cheia de emoções, permitiu ainda que Carmen dividisse com as filhas outra grande paixão: os cavalos.
O caminho até o safári
A pecuarista explica que o planejamento da viagem começou um ano antes, visto que o Quênia é um destino muito solicitado, tanto pelo mercado europeu, quanto pelo mercado norte-americano.
Além disso, para fazer o safári a cavalo, é necessária a apresentação de diversos documentos, que, entre outros aspectos, revelarão o grau de expertise da pessoa que fará o passeio quando o assunto é cavalgada. No caso de Carmen, a circunstância exigia mais planejamento também porque Bianca tinha apenas sete anos e normalmente eles não aceitam crianças antes dos 12 anos.
Segundo a percuarista, a empresa de turismo que a auxiliou na programação (a Teresa Perez) foi fundamental para a organização das expedições, garantindo a organização e logística da viagem.
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