Articulada pela ACIRP, a nova legislação permite registro de estabelecimentos, pequenos produtores e produtos alimentícios de origem animal por Ribeirão Preto
Foi aprovada uma nova legislação em Ribeirão Preto que regulamenta a inspeção sanitária de estabelecimentos e produtos alimentícios de origem animal produzidos no município, tornando acessível o registro por empresas de pequeno porte.
O Projeto de Lei Complementar 79/2023, votado na Câmara Municipal em regime de urgência, dispõe sobre o Serviço de Inspeção Municipal (SIM). “Este é um projeto que mostra a força do associativismo. As pequenas empresas de charcutaria da cidade tinham um problema em comum: precisavam do Selo de Inspeção para poderem comercializar legalmente seus produtos. Dentro do Programa Empreender da ACIRP encontraram o suporte para juntos conquistarem esse objetivo”, lembra Sandra Brandani, presidente da ACIRP (Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto).
Na ACIRP, os empreendedores se organizaram e formaram o Polo Charcuteiro, que reúne atualmente sete membros. Trabalhando em conjunto, o grupo e o Departamento Jurídico da ACIRP elaboraram a minuta do Projeto de Lei Complementar que foi apresentado ao Poder Executivo Municipal.
Os serviços de inspeção estaduais e o federal já existem, mas incluem uma série de exigências que tornam inviável a obtenção de selo de inspeção por produtores artesanais. Já o projeto apresentado pela ACIRP contemplou a criação de normas e procedimentos específicos para a agroindústria de pequeno porte.
Além dos charcuteiros artesanais, que produzem alimentos à base de carne, como defumados, curados e embutidos, o SIM viabiliza economicamente diversos outros produtores artesanais que trabalham com queijos e derivados de leite, além de ovos e mel.
Produtores artesanais poderão contar com Serviço de Inspeção Municipal
Articulada pela ACIRP, a nova legislação permite registro de estabelecimentos, pequenos produtores e produtos alimentícios de origem animal por Ribeirão Preto
Foi aprovada uma nova legislação em Ribeirão Preto que regulamenta a inspeção sanitária de estabelecimentos e produtos alimentícios de origem animal produzidos no município, tornando acessível o registro por empresas de pequeno porte.
O Projeto de Lei Complementar 79/2023, votado na Câmara Municipal em regime de urgência, dispõe sobre o Serviço de Inspeção Municipal (SIM). “Este é um projeto que mostra a força do associativismo. As pequenas empresas de charcutaria da cidade tinham um problema em comum: precisavam do Selo de Inspeção para poderem comercializar legalmente seus produtos. Dentro do Programa Empreender da ACIRP encontraram o suporte para juntos conquistarem esse objetivo”, lembra Sandra Brandani, presidente da ACIRP (Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto).
Na ACIRP, os empreendedores se organizaram e formaram o Polo Charcuteiro, que reúne atualmente sete membros. Trabalhando em conjunto, o grupo e o Departamento Jurídico da ACIRP elaboraram a minuta do Projeto de Lei Complementar que foi apresentado ao Poder Executivo Municipal.
Os serviços de inspeção estaduais e o federal já existem, mas incluem uma série de exigências que tornam inviável a obtenção de selo de inspeção por produtores artesanais. Já o projeto apresentado pela ACIRP contemplou a criação de normas e procedimentos específicos para a agroindústria de pequeno porte.
Além dos charcuteiros artesanais, que produzem alimentos à base de carne, como defumados, curados e embutidos, o SIM viabiliza economicamente diversos outros produtores artesanais que trabalham com queijos e derivados de leite, além de ovos e mel.
Leia também
Victor Azouri Bermudes é o novo presidente executivo do LIDE Ribeirão Preto
Depois de 12 anos, Fábio Ennor Fernandes passou a liderança do grupo …
Voepass e Dabi Business Park firmam parceria para inovação aérea
Acordo inclui a criação de um programa aberto, que prevê chamadas de …
Grupo CRM, detentor da Kopenhagen, investe no mercado de moda
A marca quer conquistar uma fatia maior do mercado de presentes que …
Comunicação em tempos de transformação
Por Adilson Haddad A evolução quase que desenfreada da tecnologia e das …