A veterinária Nathali Vieira, da Pet de TODOS, explica quais vacinas são necessárias e contra que doenças elas oferecem proteção
Como qualquer outro integrante do lar, nossos pets também precisam de cuidados médicos preventivos para que tenham uma boa qualidade de vida, além, é claro, de evitar a circulação de doenças típicas a eles, como a raiva e a cinomose.
Portanto, entender quais vacinas um cachorro precisa tomar deixa de ser apenas uma recomendação veterinária e passa a ser uma responsabilidade essencial de todo tutor.
Principais vacinas caninas
De acordo com a veterinária Nathali Vieira, da Pet de TODOS, as vacinas V8 e V10 estão entre as mais importantes do calendário vacinal canino. “Chamadas de vacinas múltiplas (ou polivalentes), são responsáveis por imunizar os cães contra um conjunto de vírus e bactérias comuns no ambiente, especialmente perigosos aos filhotes”, aponta.
Nathali Vieira, veterinária da Pet de TODOS
Segundo ela, a V8 protege contra oito agentes infecciosos, incluindo cinomose, parvovirose, adenovirose canina e leptospirose. Já a V10, inclui tudo que a V8 abrange, bem como uma proteção ampliada contra leptospirose e quatro sorovares da doença.
“Ambas se destacam pois, além de protegerem o pet contra doenças altamente fatais, impedem que contaminem seres humanos, devido ao alto grau de contágio de algumas delas, como a leptospirose. Hoje, a Associação Mundial de Veterinários de Pequenos Animais determina que o filhote precisa de até quatro doses de V8 ou V10, dependendo da região onde esse animal vive. Todo ano, o pet deve passar pelo veterinário a fim de manter esse protocolo em dia”, explica a veterinária.
Proteção contra a raiva
Não há como deixar de fora dessa lista a vacina contra a raiva, a mais crítica para os cachorros. Isso porque, diferentemente de outras doenças, não se trata apenas de uma proteção, mas de um imunizante contra uma doença fatal, zoonótica e sem cura. No Brasil, o protocolo padrão determina a aplicação da 1ª dose a partir dos três meses de idade, com reforço anual obrigatório independentemente de raça.
Segundo dados do Ministério da Saúde, nosso país está há 10 anos sem casos de raiva humana transmitida por cães – não porque a doença desapareceu, mas pelo fato de estar controlada graças à vacinação canina. Segundo Nathali, “sem essa conscientização e cumprimento, o risco de infecção aumenta drasticamente, assim como sua evolução rápida para sintomas neurológicos graves. Um único animal diagnosticado pode colocar várias pessoas em risco”.
Por fim, a especialista alerta que o conhecimento sobre quais vacinas um cachorro deve tomar não deve ser encarado como uma tarefa isolada.
“Trata-se de uma responsabilidade compartilhada, onde a informação precisa circular com clareza e constância. Nesse sentido, enquanto os profissionais de saúde animal precisam orientar, educar e reforçar a importância dos protocolos vacinais, é responsabilidade do pai e da mãe do pet assumir uma postura ativa, buscando entender o porquê de cada vacina, os riscos envolvidos e os impactos da negligência”.
Ao manter esse calendário em dia, o tutor protege seu companheiro e contribui para um ambiente mais seguro para todos. “Criar uma cultura de prevenção no cuidado com os pets não precisa ser complexo. Contudo, quando o conhecimento falta, a prevenção falha, sendo que as consequências, quase sempre, poderiam ser evitadas”, finaliza a veterinária da Pet de TODOS.
Quais vacinas meu cachorro precisa tomar para estar protegido?
A veterinária Nathali Vieira, da Pet de TODOS, explica quais vacinas são necessárias e contra que doenças elas oferecem proteção
Como qualquer outro integrante do lar, nossos pets também precisam de cuidados médicos preventivos para que tenham uma boa qualidade de vida, além, é claro, de evitar a circulação de doenças típicas a eles, como a raiva e a cinomose.
Portanto, entender quais vacinas um cachorro precisa tomar deixa de ser apenas uma recomendação veterinária e passa a ser uma responsabilidade essencial de todo tutor.
Principais vacinas caninas
De acordo com a veterinária Nathali Vieira, da Pet de TODOS, as vacinas V8 e V10 estão entre as mais importantes do calendário vacinal canino. “Chamadas de vacinas múltiplas (ou polivalentes), são responsáveis por imunizar os cães contra um conjunto de vírus e bactérias comuns no ambiente, especialmente perigosos aos filhotes”, aponta.
Segundo ela, a V8 protege contra oito agentes infecciosos, incluindo cinomose, parvovirose, adenovirose canina e leptospirose. Já a V10, inclui tudo que a V8 abrange, bem como uma proteção ampliada contra leptospirose e quatro sorovares da doença.
“Ambas se destacam pois, além de protegerem o pet contra doenças altamente fatais, impedem que contaminem seres humanos, devido ao alto grau de contágio de algumas delas, como a leptospirose. Hoje, a Associação Mundial de Veterinários de Pequenos Animais determina que o filhote precisa de até quatro doses de V8 ou V10, dependendo da região onde esse animal vive. Todo ano, o pet deve passar pelo veterinário a fim de manter esse protocolo em dia”, explica a veterinária.
Proteção contra a raiva
Não há como deixar de fora dessa lista a vacina contra a raiva, a mais crítica para os cachorros. Isso porque, diferentemente de outras doenças, não se trata apenas de uma proteção, mas de um imunizante contra uma doença fatal, zoonótica e sem cura. No Brasil, o protocolo padrão determina a aplicação da 1ª dose a partir dos três meses de idade, com reforço anual obrigatório independentemente de raça.
Segundo dados do Ministério da Saúde, nosso país está há 10 anos sem casos de raiva humana transmitida por cães – não porque a doença desapareceu, mas pelo fato de estar controlada graças à vacinação canina. Segundo Nathali, “sem essa conscientização e cumprimento, o risco de infecção aumenta drasticamente, assim como sua evolução rápida para sintomas neurológicos graves. Um único animal diagnosticado pode colocar várias pessoas em risco”.
Por fim, a especialista alerta que o conhecimento sobre quais vacinas um cachorro deve tomar não deve ser encarado como uma tarefa isolada.
Ao manter esse calendário em dia, o tutor protege seu companheiro e contribui para um ambiente mais seguro para todos. “Criar uma cultura de prevenção no cuidado com os pets não precisa ser complexo. Contudo, quando o conhecimento falta, a prevenção falha, sendo que as consequências, quase sempre, poderiam ser evitadas”, finaliza a veterinária da Pet de TODOS.
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