Dados das regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) apontaram Estados Unidos, China e Bélgica como principais destinos da produção regional
Levantamento do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou que, no 1º semestre de 2025, a região de Ribeirão Preto teve exportações de US$ 1,59 bilhão e importações de US$ 384,1 milhões. O resultado foi um superávit comercial de US$ 1,2 bilhão.
Os principais produtos exportados foram preparações de produtos hortícolas (20%), açúcares e produtos de confeitaria (17,5%) e resíduos e desperdícios das indústrias alimentares (11,6%). As importações se concentraram em combustíveis minerais (29,5%), máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (13,7%) e plásticos e suas obras (7,3%). A pesquisa é baseada em dados das regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).
Os destinos mais relevantes das exportações foram os Estados Unidos (17,6%), China (9,4%) e Bélgica (8,7%), sendo que as compras tiveram como origens destacadas a Rússia (29,9%), China (24,1%) e Estados Unidos (8,1%).
Rafael Cervone, presidente do Ciesp e 1º vice-presidente da Fiesp, salienta que “a indústria, cujo avanço e fortalecimento temos defendido perante o governo, pode contribuir de modo cada vez mais significativo para ampliação das vendas internacionais, tanto em volume quanto pelo fato de incluir produtos de alto valor agregado na pauta de exportações”.
Região de Ribeirão Preto tem superávit comercial de US$1,2 bi no 1º semestre
Dados das regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) apontaram Estados Unidos, China e Bélgica como principais destinos da produção regional
Levantamento do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou que, no 1º semestre de 2025, a região de Ribeirão Preto teve exportações de US$ 1,59 bilhão e importações de US$ 384,1 milhões. O resultado foi um superávit comercial de US$ 1,2 bilhão.
Os principais produtos exportados foram preparações de produtos hortícolas (20%), açúcares e produtos de confeitaria (17,5%) e resíduos e desperdícios das indústrias alimentares (11,6%). As importações se concentraram em combustíveis minerais (29,5%), máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (13,7%) e plásticos e suas obras (7,3%). A pesquisa é baseada em dados das regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).
Os destinos mais relevantes das exportações foram os Estados Unidos (17,6%), China (9,4%) e Bélgica (8,7%), sendo que as compras tiveram como origens destacadas a Rússia (29,9%), China (24,1%) e Estados Unidos (8,1%).
Rafael Cervone, presidente do Ciesp e 1º vice-presidente da Fiesp, salienta que “a indústria, cujo avanço e fortalecimento temos defendido perante o governo, pode contribuir de modo cada vez mais significativo para ampliação das vendas internacionais, tanto em volume quanto pelo fato de incluir produtos de alto valor agregado na pauta de exportações”.
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