Desde 2017 a cidade não tem mais casos de transmissão vertical, quando o vírus passa de mãe para filho na gestação ou no parto
Ribeirão Preto foi certificada pelo Ministério da Saúde por ter alcançado a eliminação da transmissão vertical (TV) do vírus HIV, em consonância com os critérios da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde).
A solenidade de reconhecimento aconteceu em Brasília com a presença da Ministra da Saúde, Nisia Trindade. “Após anos de luta e dedicação no acompanhamento das mulheres grávidas portadoras do HIV em Ribeirão Preto, chegamos a tão sonhada eliminação da transmissão vertical e, desde 2017, não temos mais recém-nascidos portadores do vírus”, comemorou Mônica de Arruda Rocha, coordenadora do programa de ISTs, Aids, Tuberculoses e Hepatites Virais da secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto.
Certificação recebida por Ribeirão Preto | Crédito: Divulgação
A Transmissão Vertical (TV) ocorre quando a doença passa da mãe para o filho no útero ou durante o parto. Quando seguidos as orientações e tratamentos recomendados durante o pré-natal, parto e pós-parto, mães que vivem com o HIV têm 99% de chance de não passar o vírus ao filho.
A secretária municipal da Saúde, Jane Aparecida Cristina, ressaltou que o reconhecimento é muito importante para a melhoria da promoção da saúde e controle do HIV, principalmente entre mulheres e crianças. “Parabenizamos a toda rede de saúde pública, em especial aos profissionais da Atenção Básica, SAEs, Laboratório, Vigilância Epidemiológica e equipe técnica do Programa IST/Aids e maternidades que tornaram possível essa eliminação e que todos os recém-nascidos em Ribeirão Preto tenham plena saúde”, disse.
Ribeirão Preto recebe certificação por zerar HIV em recém-nascidos
Desde 2017 a cidade não tem mais casos de transmissão vertical, quando o vírus passa de mãe para filho na gestação ou no parto
Ribeirão Preto foi certificada pelo Ministério da Saúde por ter alcançado a eliminação da transmissão vertical (TV) do vírus HIV, em consonância com os critérios da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde).
A solenidade de reconhecimento aconteceu em Brasília com a presença da Ministra da Saúde, Nisia Trindade. “Após anos de luta e dedicação no acompanhamento das mulheres grávidas portadoras do HIV em Ribeirão Preto, chegamos a tão sonhada eliminação da transmissão vertical e, desde 2017, não temos mais recém-nascidos portadores do vírus”, comemorou Mônica de Arruda Rocha, coordenadora do programa de ISTs, Aids, Tuberculoses e Hepatites Virais da secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto.
A Transmissão Vertical (TV) ocorre quando a doença passa da mãe para o filho no útero ou durante o parto. Quando seguidos as orientações e tratamentos recomendados durante o pré-natal, parto e pós-parto, mães que vivem com o HIV têm 99% de chance de não passar o vírus ao filho.
A secretária municipal da Saúde, Jane Aparecida Cristina, ressaltou que o reconhecimento é muito importante para a melhoria da promoção da saúde e controle do HIV, principalmente entre mulheres e crianças. “Parabenizamos a toda rede de saúde pública, em especial aos profissionais da Atenção Básica, SAEs, Laboratório, Vigilância Epidemiológica e equipe técnica do Programa IST/Aids e maternidades que tornaram possível essa eliminação e que todos os recém-nascidos em Ribeirão Preto tenham plena saúde”, disse.
Leia também
Instituto do Câncer de Ribeirão Preto realiza estudo de reforço vacinal para Covid-19 e convida voluntários acima de 50 anos
Pessoas que tomaram as duas doses de CoronaVac há mais de 30 …
Magnésio Inositol: Como ele pode melhorar o sono e a flora intestinal?
Conheça uma alternativa nutricional para o alívio de estresse e melhor qualidade …
Especialista explica 5 sinais que indicam a hora de trocar os óculos de grau
Saber o momento de substituir os óculos velhos por novos é importante …
Hospital Electro Bonini celebra 20 anos de história e se torna referência em assistência humanizada e de qualidade
Transplantes de córnea, parto humanizado e cirurgias minimamente invasivas são alguns diferenciais …