Com foco em investimentos sustentáveis no campo, a Canaoeste apresentará o modelo de negócio sustentável na CANABIO 2023
A Canaoeste (Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo) anunciou a primeira fábrica de defensivos naturais para combater as pragas da cana-de-açúcar, que está em construção em Sertãozinho. A apresentação acontecerá durante a CANABIO 2023, realizada nos dias 24 e 25 de maio, em Ribeirão Preto. O evento reunirá mais de 300 profissionais de 58 usinas.
Com o tema “Modelo Associativo de Acesso a Sustentabilidade”, o gestor da biofábrica da Canaoeste, André Bosch Volpe, apresentará no dia 24, às 15h40, números e informações de como produtores de cana-de-açúcar poderão usufruir da tecnologia no campo, além de detalhes do funcionamento da biofábrica, que está sendo implantada na região. A biofábrica, terá capacidade de produzir 100 mil litros de produtos biológicos para pulverização de lavouras e os dois mil associados poderão comprar com preços mais acessíveis. “Essa será uma ótima oportunidade para mostrar o diferencial da associação, em um evento que é referência na parte de manejo e controle biológico em cana-de-açúcar”, destaca Volpe.
André Bosch Volpe, gestor da biofábrica da Canaoeste
Inovação e tecnologia no campo
Por meio de duas cepas de fungos entomopatogênicos (Metarhizium anisopliae e Beauveria bassiana), a biofábrica produzirá o inseticida microbiológico para combater inicialmente as pragas – a Cigarrinha e o popular Bicudo.
“Nosso principal objetivo é apresentar, de fato, esse modelo de negócios da Canaoeste, que é exclusivo para o associado e faz com que ele seja o próprio dono da biofábrica, pois também faz parte de todo esse processo”, diz Volpe.
Além disso, o engenheiro agrônomo também explicará sobre a capacidade da associação em realizar o acompanhamento completo e controle dessa tecnologia. “Queremos mostrar para o produtor que estamos aqui para ajudá-lo, desde o monitoramento e recomendações, algo que já realizamos, até a capacidade de entregar um produto, acompanhar a aplicação, acompanhar a pós-aplicação com monitoramento, com orientação técnica assistida etc.”
Sertãozinho terá a primeira biofábrica de defensivos naturais para combater as pragas da cana-de-açúcar no Brasil
Com foco em investimentos sustentáveis no campo, a Canaoeste apresentará o modelo de negócio sustentável na CANABIO 2023
A Canaoeste (Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo) anunciou a primeira fábrica de defensivos naturais para combater as pragas da cana-de-açúcar, que está em construção em Sertãozinho. A apresentação acontecerá durante a CANABIO 2023, realizada nos dias 24 e 25 de maio, em Ribeirão Preto. O evento reunirá mais de 300 profissionais de 58 usinas.
Com o tema “Modelo Associativo de Acesso a Sustentabilidade”, o gestor da biofábrica da Canaoeste, André Bosch Volpe, apresentará no dia 24, às 15h40, números e informações de como produtores de cana-de-açúcar poderão usufruir da tecnologia no campo, além de detalhes do funcionamento da biofábrica, que está sendo implantada na região. A biofábrica, terá capacidade de produzir 100 mil litros de produtos biológicos para pulverização de lavouras e os dois mil associados poderão comprar com preços mais acessíveis. “Essa será uma ótima oportunidade para mostrar o diferencial da associação, em um evento que é referência na parte de manejo e controle biológico em cana-de-açúcar”, destaca Volpe.
Inovação e tecnologia no campo
Por meio de duas cepas de fungos entomopatogênicos (Metarhizium anisopliae e Beauveria bassiana), a biofábrica produzirá o inseticida microbiológico para combater inicialmente as pragas – a Cigarrinha e o popular Bicudo.
“Nosso principal objetivo é apresentar, de fato, esse modelo de negócios da Canaoeste, que é exclusivo para o associado e faz com que ele seja o próprio dono da biofábrica, pois também faz parte de todo esse processo”, diz Volpe.
Além disso, o engenheiro agrônomo também explicará sobre a capacidade da associação em realizar o acompanhamento completo e controle dessa tecnologia. “Queremos mostrar para o produtor que estamos aqui para ajudá-lo, desde o monitoramento e recomendações, algo que já realizamos, até a capacidade de entregar um produto, acompanhar a aplicação, acompanhar a pós-aplicação com monitoramento, com orientação técnica assistida etc.”
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