É da alimentação que os competidores tiram energia. Por isso, deve-se ter atenção especial a tudo que se come, destaca empresário esportivo
Um jogador de futebol precisa contar com a ajuda de diversos profissionais para demonstrar bons resultados em campo. Fazem parte do time, treinadores, psicólogo, preparador físico e nutricionista, tendo este último ganhado cada vez mais relevância, uma vez que a alimentação e a suplementação feita por um atleta influenciam diretamente no seu desempenho.
Contudo, quando um atleta realiza acompanhamento apenas com uma nutróloga, por exemplo, e técnicas tradicionais, é possível que a dieta prescrita não seja tão precisa e possa, na verdade, sobrecarregar o sistema do atleta.
Um exemplo comum é um indivíduo que tem, geneticamente, uma predição acima da média a altos níveis de ferro no sangue, mas a dieta e suplementação realizadas possuem altas concentrações de ferro. Isso pode gerar uma sobrecarga no organismo e, consequentemente, o aumento da gordura no fígado, artrite, palpitações cardíacas, cirrose, acelerar o envelhecimento, entre outros.
Assim, caso a profissional tenha em mãos os dados genéticos dessa predição, a alimentação poderá ser adaptada para manter os níveis de ferro no sangue saudáveis, o que ajuda a melhorar a performance do atleta. “Nós sabemos que a preparação de um atleta começa muito antes de pisar no campo, e quanto mais precisão, tecnologia e ciência em prol desse processo, melhor a performance do jogador”, avalia Emerson Zulu, empresário do futebol e CEO da Strategic Sports.
De acordo com Emerson Zulu, os testes genéticos são o futuro dos jogadores de maior destaque em campo. “A face dos testes genéticos voltados à nutrição, é apenas um dos benefícios dos testes. Eles também podem ajudar a prevenir lesões, doenças que prejudicam a performance, cuidar da saúde mental, etc. Por isso, quem investir nesse tipo de técnica hoje, com certeza sairá na frente de muitos que usam treinamentos mais genéricos”, garante.
Testes genéticos permitem ajustar dieta e aumentar performance de atletas
É da alimentação que os competidores tiram energia. Por isso, deve-se ter atenção especial a tudo que se come, destaca empresário esportivo
Um jogador de futebol precisa contar com a ajuda de diversos profissionais para demonstrar bons resultados em campo. Fazem parte do time, treinadores, psicólogo, preparador físico e nutricionista, tendo este último ganhado cada vez mais relevância, uma vez que a alimentação e a suplementação feita por um atleta influenciam diretamente no seu desempenho.
Contudo, quando um atleta realiza acompanhamento apenas com uma nutróloga, por exemplo, e técnicas tradicionais, é possível que a dieta prescrita não seja tão precisa e possa, na verdade, sobrecarregar o sistema do atleta.
Um exemplo comum é um indivíduo que tem, geneticamente, uma predição acima da média a altos níveis de ferro no sangue, mas a dieta e suplementação realizadas possuem altas concentrações de ferro. Isso pode gerar uma sobrecarga no organismo e, consequentemente, o aumento da gordura no fígado, artrite, palpitações cardíacas, cirrose, acelerar o envelhecimento, entre outros.
Assim, caso a profissional tenha em mãos os dados genéticos dessa predição, a alimentação poderá ser adaptada para manter os níveis de ferro no sangue saudáveis, o que ajuda a melhorar a performance do atleta. “Nós sabemos que a preparação de um atleta começa muito antes de pisar no campo, e quanto mais precisão, tecnologia e ciência em prol desse processo, melhor a performance do jogador”, avalia Emerson Zulu, empresário do futebol e CEO da Strategic Sports.
De acordo com Emerson Zulu, os testes genéticos são o futuro dos jogadores de maior destaque em campo. “A face dos testes genéticos voltados à nutrição, é apenas um dos benefícios dos testes. Eles também podem ajudar a prevenir lesões, doenças que prejudicam a performance, cuidar da saúde mental, etc. Por isso, quem investir nesse tipo de técnica hoje, com certeza sairá na frente de muitos que usam treinamentos mais genéricos”, garante.
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