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Portal Zumm
Se as pessoas atravessam oceanos para conhecer castelos, museus e esculturas em nome da arte e arquitetura, porque não dedicar um tempo e conhecer o que Ribeirão Preto tem de melhor na categoria?
Cidade

Turismo em Ribeirão Preto para quem ama arte e arquitetura

By Redação Zumm on 30 de julho de 2026

Se as pessoas atravessam oceanos para conhecer construções históricas e museus em nome da arte e arquitetura, por que não conhecer o que Ribeirão Preto tem de melhor nessas categorias?

É muito natural que, quando planejamos uma viagem, logo pensemos nos grandes museus ou nos edifícios que sobreviveram à passagem do tempo (e da história!). Mas a pergunta que fica é: esses espaços são podem ser visitados quando viajamos para lugares famosos e/ou internacionais? Será que não dá para encontrar lugares que inspirem esse tipo de conexão na nossa própria cidade?

E a resposta é um sonoro “é claro que dá!”. Então, para provar e dar aquela ajudinha, o Portal Zumm separou seis lugares aqui, em Ribeirão Preto, que nos levam a refletir sobre nós mesmos, sobre o nosso passado – ou nosso futuro –, por meio da arte e da arquitetura.

A Fábrica

Localizada na antiga fábrica da Cia. Cervejaria Paulista, que foi inaugurada em 1914, A Fábrica reúne tanto arte quanto arquitetura em um endereço que promove a celebração do passado, conservado nas paredes originais, ao mesmo tempo em que foca no futuro, oferecendo ambientes nos quais tecnologia, inovação e cultura trabalham em sintonia.

O espaço realiza atividades voltadas para o público infantil – como oficinas que estreitam os laços com o universo das brincadeiras, da educação, da arte e da sustentabilidade –, cultura, atividades manuais, exposições, cursos para empresas, formações profissionalizantes, feiras, e até uma cafeteria.

A Fábrica
A Fábrica
A Fábrica

Biblioteca Sinhá Junqueira

Mesmo que seu interesse maior nesses passeios não seja se perder em mundos literários, a Biblioteca Sinhá Junqueira pode ser uma excelente opção para os interessados em aproveitar o tempo observando os detalhes arquitetônicos do prédio que, agora restaurado, funciona desde 1961.

São 1.500 m², mais de 20 mil livros, seção exclusiva para obras raras, salas de leitura e estudo, computadores, auditório, cafeteria, e uma agenda cultural mensal com eventos pensados para todas as idades. Inclusive, eles estão com uma programação especial para as férias escolares que estará acontecendo até dia 31 de julho.

Biblioteca Sinha Junqueira
Biblioteca Sinha Junqueira
Biblioteca Sinha Junqueira

Casa da memória italiana

Olhando de fora, esse museu se assemelha muito à estrutura da biblioteca, mas a Casa da Memória Italiana guarda características arquitetônicas diretamente ligadas ao ideário burguês no início da década de 1920 e aos anseios da elite local por uma concepção moderna de sociedade, comportamental e estética, representada pela família formada pelo casal de imigrantes italianos Pedro Biagi e Eugenia Viel Biagi e seus filhos.

Hoje, a casa serve como museu e reúne um acervo diversificado de mobiliários originais da época, objetos pessoais, pinturas, pequenas esculturas, utensílios domésticos, documentos e fotografias. 

Casa da memória Italiana
Casa da memória Italiana
Casa da memória Italiana

Palacete 1922

Lar do engenheiro Jorge Lobato Marcondes Machado e de sua esposa, Anna Junqueira, o Palacete 1922 era inicialmente uma residência tradicional da época que lhe dá nome, com salas de recepção, música, visitas e jantar, escritório, banheiro, cozinha, despensa, escada de acesso e dormitórios.

E mesmo tendo permanecido 24 anos fechado e sem manutenção, constituiu-se como um marco do estilo neocolonial, que foi revitalizado com a restauração que, enfim, aconteceu entre 2015 e 2017, mantendo o projeto arquitetônico original de Adhemar de Moraes.

Atualmente, o espaço honra a história da cidade (e do país) a partir de um restaurante que faz questão de reafirmar as suas origens em cada prato criado pelas mãos do chef Anderson Izo – desde o “Jorge Lobato”, feito com o steak angus grelhado vindo direto de Pirassununga (SP), acompanhado de mousseline de mandioca, brócolis ramoso grelhado e paçoca salgada de carne seca feita na casa; até o “Caminho dos Goiases”, composto por uma tábua de queijos e embutidos artesanais, rosbife de carne serenada, castanha de baru, chips de polenta, figo cristalizado, mel produzido na cidade e geleia da casa.

Palacete 1922
Palacete 1922
Palacete 1922

PB Arts Gallery

Com os olhos voltados para o futuro, a PB Arts Gallery nasceu da amizade entre os artistas Lucas Bueno e Rafael Pippa, que compartilham uma paixão por arte, moda e design, e resolveram abrir uma casa para abrigar diversas obras que desafiam padrões e transformam ideias em experiências.

O amor pela arte dos sócios é tão grande que ele se expandiu e se materializou em um 2º espaço, o Sip Tapas Bar, logo em frente à galeria, que sob o comando do chef Seme Rabeh promove a união de gastronomia, coquetelaria, música e arte. 

PB Arts e SIP são a escolha de Mili Pavan para quem ama arte visitar | Créditos: Divulgação
PB Arts Gallery
PB Arts e SIP são a escolha de Mili Pavan para quem ama arte visitar | Créditos: Divulgação
Sip Tapas Bar
PB Arts e SIP são a escolha de Mili Pavan para quem ama arte visitar | Créditos: Divulgação
PB Arts Gallery

Sete Capelas

Construídas entre 1948 e 1955, o Santuário das Sete Capelas é um marco para a arquitetura e arte regional, idealizado por monges beneditinos inspirados nas igrejas de Bologna, na Itália.

Dessa forma, cada uma das capelas é dedicada a um padroeiro: Nossa Senhora das Graças; São Judas Tadeu; Nossa Senhora Aparecida; Santa Terezinha; São Jorge; Nossa Senhora do Perpétuo Socorro; e Santa Cruz e da escadaria. Elas mantêm sua individualidade e, ao mesmo tempo, formam um interessante conjunto, sendo ponto de encontro de devotos e visitantes que buscam momentos de oração, reflexão e contato com o sagrado.

Santuário das Sete Capelas
Santuário das Sete Capelas
Santuário das Sete Capelas
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