Podem participar pessoas com ou sem histórico familiar de doença de Alzheimer, com idade entre 40 e 60 anos e mais de nove anos de escolaridade
As pesquisas científicas são essenciais para o desenvolvimento da sociedade e, em especial, para a descoberta de tratamentos e remédios de várias doenças, como Alzheimer. De acordo com o Ministério da Saúde, de 1,2 milhão pessoas vivem com alguma forma de demência no Brasil e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. Em todo o mundo, o número chega a 50 milhões.
É por isso que o projeto de iniciação científica “A predisposição ao declínio cognitivo na doença de Alzheimer” busca voluntários com e sem histórico familiar de doença de Alzheimer para ajudar na coleta de dados para a pesquisa. O objetivo é avaliar o perfil neuropsicológico e de personalidade, bem como alterações neuropsiquiátricas do grupo de parentes de 1º grau de indivíduos com doença de Alzheimer (Grupo DA) e comparar com o controle (Grupo GC), pareado por idade e escolaridade.
De autoria da estudante de Psicologia Adriana Oliveira Costa, aluna da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, o projeto orientado pela professora Maria Paula Foss precisa de pessoas entre 40 e 60 anos, com nove anos ou mais de escolaridade e que não possuam doença neurológica ou psiquiátrica vigente.
A participação é presencial, para que a pessoa responda questionários e passe por uma avaliação cognitiva, com um tempo estimado entre 50 e 70 minutos. Interessados podem se inscrever pelos e-mails: adrianacosta@usp.br e marcos.dias@usp.br.
Mais informações pelo WhatsApp (16) 99603-0105 (Adriana) ou (14) 98825-3573.
USP precisa de voluntários para pesquisa sobre doença de Alzheimer
Podem participar pessoas com ou sem histórico familiar de doença de Alzheimer, com idade entre 40 e 60 anos e mais de nove anos de escolaridade
As pesquisas científicas são essenciais para o desenvolvimento da sociedade e, em especial, para a descoberta de tratamentos e remédios de várias doenças, como Alzheimer. De acordo com o Ministério da Saúde, de 1,2 milhão pessoas vivem com alguma forma de demência no Brasil e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. Em todo o mundo, o número chega a 50 milhões.
É por isso que o projeto de iniciação científica “A predisposição ao declínio cognitivo na doença de Alzheimer” busca voluntários com e sem histórico familiar de doença de Alzheimer para ajudar na coleta de dados para a pesquisa. O objetivo é avaliar o perfil neuropsicológico e de personalidade, bem como alterações neuropsiquiátricas do grupo de parentes de 1º grau de indivíduos com doença de Alzheimer (Grupo DA) e comparar com o controle (Grupo GC), pareado por idade e escolaridade.
De autoria da estudante de Psicologia Adriana Oliveira Costa, aluna da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, o projeto orientado pela professora Maria Paula Foss precisa de pessoas entre 40 e 60 anos, com nove anos ou mais de escolaridade e que não possuam doença neurológica ou psiquiátrica vigente.
A participação é presencial, para que a pessoa responda questionários e passe por uma avaliação cognitiva, com um tempo estimado entre 50 e 70 minutos. Interessados podem se inscrever pelos e-mails: adrianacosta@usp.br e marcos.dias@usp.br.
Mais informações pelo WhatsApp (16) 99603-0105 (Adriana) ou (14) 98825-3573.
Com informações do Jornal da USP
Leia também
Augusto Cury relaciona saúde mental e felicidade familiar em novo livro
Obra escrita em parceria com Marcus Araújo, pensador e futurologista do morar, …
Prêmio nacional destaca legado de Altair Vilar à frente do Cartão de TODOS
Empresário recebeu troféu Benchmarking Saúde, na categoria “Histórias de Legado”, por sua …
USP desenvolve tecnologia para exame de fundo de olho com celular
Ferramenta Smart Eye Cap permite diagnósticos, acoplando lentes à câmera do smartphone, …
Saúde ocular: quando levar a criança ao oftalmologista?
Oftalmologista pediátrica do Sistema Hapvida alerta os pais sobre a importância do …