Em Ribeirão Preto, mais de 32% de suas unidades habitacionais são apartamentos, cuja segurança e versatilidade atraem moradores de cidades do interior
O avanço da verticalização urbana no Brasil tem ganhado destaque nos últimos anos, com um aumento significativo no número de brasileiros que optam por morar em apartamentos. De acordo com o Censo 2022, divulgado pelo IBGE no início de 2024, o percentual de pessoas residindo em prédios saltou de 8,5% da população, em 2010, para 12,5%, em 2022.
Entre as 10 maiores cidades do estado de São Paulo, Ribeirão Preto se destaca com uma quantidade expressiva de apartamentos. O levantamento do IBGE aponta que a cidade conta com mais de 86 mil unidades verticalizadas, pouco mais de 32% do total de unidades habitacionais da cidade – número superior ao da capital paulista, o que evidencia o aumento do conceito nas cidades do interior.
“A verticalização não é apenas uma tendência, mas uma solução inteligente para os desafios urbanos enfrentados pelas cidades, principalmente do interior. O aumento no número de apartamentos é reflexo do crescimento populacional e da mudança nos hábitos das famílias, que buscam mais praticidade, segurança e mobilidade”, aponta Rafael Batista, diretor de Incorporação da Perplan.
Cidades do interior mais verticalizadas
Riverside MB, da Perplan, possui localização privilegiada em Ribeirão Preto | Crédito: Divulgação
Presente em mais de 20 cidades do interior e com foco nos estados de São Paulo e Minas Gerais, a Perplan analisa a verticalização urbana como “tendência irreversível”, visto que a “construção de prédios altos possibilita uma maior eficiência no uso do solo, ao mesmo tempo em que atende à crescente demanda por moradia e infraestrutura”, comenta Murilo Paes, diretor de Engenharia da Perplan.
“A verticalização também contribui para a valorização imobiliária e o desenvolvimento econômico local. Em cidades do interior, onde o crescimento é acelerado, a construção de novos empreendimentos verticais é uma forma de garantir que o crescimento urbano seja sustentável e bem planejado”, complementa Rafael Batista.
Mudanças nos hábitos
A mobilidade urbana, segundo Batista, é outro fator importante que favorece o aumento da verticalização. “As cidades no interior que são polos de desenvolvimento têm investido na melhoria do transporte público e na conectividade, ambos facilitando o deslocamento dos moradores e tornando a vida em apartamentos ainda mais atrativa”, aponta, citando ainda que a proximidade de centros comerciais e a maior acessibilidade aos principais polos de trabalho são fatores que contribuem para o sucesso desse modelo.
Além das questões estruturais dos municípios, as mudanças nas composições familiares e as preocupações com segurança têm influenciado diretamente na decisão das pessoas. “As famílias estão menores, mais concentradas e em busca de um local que ofereça lazer, segurança e bem-estar. O conceito de ‘lar’ está cada dia mais forte, e os apartamentos conseguem atender esse desejo”, destaca o diretor de incorporação.
Verticalização urbana cresce em cidades do interior como solução estrutural
Em Ribeirão Preto, mais de 32% de suas unidades habitacionais são apartamentos, cuja segurança e versatilidade atraem moradores de cidades do interior
O avanço da verticalização urbana no Brasil tem ganhado destaque nos últimos anos, com um aumento significativo no número de brasileiros que optam por morar em apartamentos. De acordo com o Censo 2022, divulgado pelo IBGE no início de 2024, o percentual de pessoas residindo em prédios saltou de 8,5% da população, em 2010, para 12,5%, em 2022.
Entre as 10 maiores cidades do estado de São Paulo, Ribeirão Preto se destaca com uma quantidade expressiva de apartamentos. O levantamento do IBGE aponta que a cidade conta com mais de 86 mil unidades verticalizadas, pouco mais de 32% do total de unidades habitacionais da cidade – número superior ao da capital paulista, o que evidencia o aumento do conceito nas cidades do interior.
“A verticalização não é apenas uma tendência, mas uma solução inteligente para os desafios urbanos enfrentados pelas cidades, principalmente do interior. O aumento no número de apartamentos é reflexo do crescimento populacional e da mudança nos hábitos das famílias, que buscam mais praticidade, segurança e mobilidade”, aponta Rafael Batista, diretor de Incorporação da Perplan.
Cidades do interior mais verticalizadas
Presente em mais de 20 cidades do interior e com foco nos estados de São Paulo e Minas Gerais, a Perplan analisa a verticalização urbana como “tendência irreversível”, visto que a “construção de prédios altos possibilita uma maior eficiência no uso do solo, ao mesmo tempo em que atende à crescente demanda por moradia e infraestrutura”, comenta Murilo Paes, diretor de Engenharia da Perplan.
“A verticalização também contribui para a valorização imobiliária e o desenvolvimento econômico local. Em cidades do interior, onde o crescimento é acelerado, a construção de novos empreendimentos verticais é uma forma de garantir que o crescimento urbano seja sustentável e bem planejado”, complementa Rafael Batista.
Mudanças nos hábitos
A mobilidade urbana, segundo Batista, é outro fator importante que favorece o aumento da verticalização. “As cidades no interior que são polos de desenvolvimento têm investido na melhoria do transporte público e na conectividade, ambos facilitando o deslocamento dos moradores e tornando a vida em apartamentos ainda mais atrativa”, aponta, citando ainda que a proximidade de centros comerciais e a maior acessibilidade aos principais polos de trabalho são fatores que contribuem para o sucesso desse modelo.
Além das questões estruturais dos municípios, as mudanças nas composições familiares e as preocupações com segurança têm influenciado diretamente na decisão das pessoas. “As famílias estão menores, mais concentradas e em busca de um local que ofereça lazer, segurança e bem-estar. O conceito de ‘lar’ está cada dia mais forte, e os apartamentos conseguem atender esse desejo”, destaca o diretor de incorporação.
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