O livro “O Menino que Desenhou Auschwitz” não é apenas mais um relato sobre a Segunda Guerra Mundial, mas sim uma história real, inspiradora e que reafirma o valor da vida
Publicado no Brasil pela Alta Life, o livro do jovem Thomas Geve relembra a época que entrou pelos portões de Auschwitz-Birkenau, foi separado de sua mãe e teve de aprender a cuidar de si mesmo. Anos mais tarde, quando foi libertado de Buchenwald, em 11 de abril de 1945, ele era um veterano com 15 anos de idade que sobrevivera ao terrível período do Holocausto e às tensões proporcionadas pelos nazistas.
Livre, mas fraco demais para sair, o menino sentou-se solitário à mesa do barracão e começou a desenhar. Com uma pilha de cartões da SS (abreviação de “Esquadrão de Proteção (Schutzstaffel”) e lápis coloridos, ele criou mais de 80 desenhos, listas, esboços, e retratou em detalhes comoventes a vida dentro dos campos de concentração. Nos anos seguintes, Thomas conseguiu colocar também em palavras a história que vivenciou durante a Segunda Guerra Mundial e juntou com seus desenhos para montar um testemunho que originou a obra O Menino que Desenhou Auschwitz.
Thomas Geve consegue narrar um mundo repleto de medo, crueldade, perversidade e brutalidade, o qual os homens eram conduzidos pelo ódio e pela divisão. Ao mesmo tempo, o sobrevivente mostra a vida daqueles que lutaram bravamente para se manterem vivos, com esperança e ânimo. De forma tocante, o autor revela que teve ajuda de algumas pessoas, inspiradas por suas liberdades internas para manter a humanidade e demonstrar bondade, compaixão, apoio e graça aos outros.
Sobrevivente do Holocausto conta sua história de superação em livro
O livro “O Menino que Desenhou Auschwitz” não é apenas mais um relato sobre a Segunda Guerra Mundial, mas sim uma história real, inspiradora e que reafirma o valor da vida
Publicado no Brasil pela Alta Life, o livro do jovem Thomas Geve relembra a época que entrou pelos portões de Auschwitz-Birkenau, foi separado de sua mãe e teve de aprender a cuidar de si mesmo. Anos mais tarde, quando foi libertado de Buchenwald, em 11 de abril de 1945, ele era um veterano com 15 anos de idade que sobrevivera ao terrível período do Holocausto e às tensões proporcionadas pelos nazistas.
Livre, mas fraco demais para sair, o menino sentou-se solitário à mesa do barracão e começou a desenhar. Com uma pilha de cartões da SS (abreviação de “Esquadrão de Proteção (Schutzstaffel”) e lápis coloridos, ele criou mais de 80 desenhos, listas, esboços, e retratou em detalhes comoventes a vida dentro dos campos de concentração. Nos anos seguintes, Thomas conseguiu colocar também em palavras a história que vivenciou durante a Segunda Guerra Mundial e juntou com seus desenhos para montar um testemunho que originou a obra O Menino que Desenhou Auschwitz.
Thomas Geve consegue narrar um mundo repleto de medo, crueldade, perversidade e brutalidade, o qual os homens eram conduzidos pelo ódio e pela divisão. Ao mesmo tempo, o sobrevivente mostra a vida daqueles que lutaram bravamente para se manterem vivos, com esperança e ânimo. De forma tocante, o autor revela que teve ajuda de algumas pessoas, inspiradas por suas liberdades internas para manter a humanidade e demonstrar bondade, compaixão, apoio e graça aos outros.
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